Dica de leitura: Não Quero Um Pastor Bacana

Postado em Livros que Acrescentam em 27/01/2012 por Roberto Aguiar

Não Quero Um Pastor Bacana e Outras Razões para Não Aderir à Igreja Emergente

Um púlpito, um microfone e um pastor. Combinação que pode resultar em uma grande pregação ou num grande espetáculo.

Colocado em altos pedestais, acima de suas ovelhas e, em alguns casos, adorado como o próprio Deus, o sacerdote pode perder o foco de sua verdadeira missão, ministério e vocação, levando a própria igreja para um abismo repleto de beijos, sorrisos, roupa da moda, afagos e pouca base teológica.

Vivemos um tempo em que pastores e lideranças, em busca de programações atraentes, têm envolvido seus membros em um ativismo desgastante e uma espiritualidade rasa. Desta forma, negligenciam a propagação do evangelho, enquanto investem tempo e dinheiro para lotar os bancos de suas congregações. O resultado disso é uma geração de cristãos aparentemente felizes, mas pouco familiarizados com os fundamentos bíblicos, e consequentemente, distantes de Deus.

Kevin De Young e Ted Kluck sabem o quanto a igreja tem padecido por essa postura, mas estão certos de que ainda é possível resistir à igreja “emergente”, moderna e “antenada” e resgatar a essência do cristianismo, sem tornar a igreja uma instituição antiquada e engessada.

Editora: Mundo Cristão

Autor: TED KLUCK

ISBN: 9788573256437

Origem: Nacional

Ano: 2011

Edição: 1

Número de páginas: 320

Acabamento: Brochura

Formato: Médio

“Faz tempo que o “pastor” do tipo “apresentador de programa de auditório”, ou “palestrante motivacional”,  faz sucesso em nossas igrejas. O tipo geralmente é falante, auto-afirmado, excessivamente alegre, pra não dizer frívolo. Munido com um arsenal quase inesgotável de historinhas de importância duvidosa, se achando o cara mais engraçado do pedaço, e principalmente, com um taleto fenomenal para nós ajudar a passar o tempo. Tudo isso seria perfeitamente digerível uma vez ou outra,  se o lugar não fosse uma igreja. Esse livro é para aqueles que sempre se sentiram incomodados com esse tipo de pastor, mas não sabiam direito o porque”.

Roberto Aguiar

Igreja da Contra Cultura Cristã

Postado em Igreja Contra Cultura Cristã em 27/01/2012 por Roberto Aguiar

Acesse o link abaixo:

http://www.wix.com/igrejacontraculturac/7

No que acreditamos

Postado em Em Que Acreditamos em 26/01/2012 por Roberto Aguiar

A Bíblia

A única base de nossas crenças é a Bíblia, infalível palavra de Deus escrita em 66 livros compostos pelo antigo e novo testamentos. Embora reconheçamos que a bíblia foi escrita por homens, cremos que tais homens foram plenamente inspirados por Deus. Como tal, acreditamos que ela foi escrita sem erros (inerrante) nos manuscritos originais. Portanto, é a autoridade suprema e final em todos os assuntos sobre os quais ela fala e pela qual todos os domínios do conhecimento humano devem ser julgados. Deve receber crédito em tudo o que ensina e promete, e obedecida em tudo o que requer. Cremos não haver distinção entre Deus e sua Palavra. Para todos os efeitos, ambos são um só, não podendo ser recebidos separadamente. O propósito da existência da bíblia é ser vivida em sua totalidade, o que resulta em libertação do pecado e salvação da alma. Conhecer o seu conteúdo sem no entanto colocá-lo em prática, inviabiliza todo o processo de salvação.

Deus

Acreditamos em um ser pessoal, não coisa, nem energia, que chamamos Deus, criador de todas as coisas, infinitamente perfeito e eternamente existente em uma unidade amorosa de três pessoas igualmente divinas: Pai, Filho e o Espírito Santo. Deus detém um conhecimento ilimitado e poder absoluto, apesar disso é humilde e justo. Por ser auto-suficiente, não carece de absolutamente nada, principalmente de louvor ou atenção.

Jesus Cristo

Cremos que Jesus Cristo é Deus criador encarnado, plenamente Deus e plenamente homem, uma pessoa em duas naturezas. O messias foi prometido ao mundo, foi gerado pelo Espírito Santo e nascido da virgem Maria. Ele viveu uma vida sem maldade, morreu corporalmente e levantou-se dentre os mortos para libertar a humanidade de sua condição de escrava do pecado.

A Condição Humana

Cremos na existência pessoal de Adão e Eva, que foram feitos por Deus perfeitos no que diz respeito à espiritualidade. Deus os fez à Sua imagem no tocante a parte interior, mas eles perderam a conexão com o altíssimo quando preferiram acreditar antes em Satanás, do que em seu criador. A falta dessa conexão ocasionou a morte espiritual. Por descendência espiritual e física de Adão, os seres humanos são maus por natureza e por escolha, estando assim a humanidade numa condição de depravação total, alienada de Deus, condenada a morte espiritual eterna e incapaz de retornar ao seu estado original por capacidade própria.

O Mundo

Cremos na existência do mundo-sistema como inimigo pessoal do convertido ao cristianismo, conforme as palavras de Cristo. O mundo exerce sua guerra contra os conversos através da força condicionadora da cultura. Embora as diferenças culturais devam ser consideradas, faz parte da obra salvadora de Cristo na vida do indivíduo, fornecer condições para que este se veja livre de qualquer influência cultural do mundo, para que só então, possa ter liberdade de seguir incondicionalmente a Cristo. Isso demanda uma guerra cultural interior. Mesmo compreendendo o poder devastador do mundo-sistema, como Jesus, cremos que de forma alguma fomos chamados para interferir nele. Portanto essa guerra cultural se dá apenas no coração do crente.

O Inimigo

Acreditamos na existência de uma personalidade conhecida como Satanás, inimigo mortal de Deus, e que Reina sobre entidades pessoais chamados de demônios e sobre toda a humanidade não regenerada, sendo sua maior obra levantar guerra a Deus e aos seus santos.

A Salvação

A salvação do homem é uma oferta gratuita da livre vontade de Deus e jamais se dá por esforço em praticar boas ações. Há partir da pregação do evangelho, o individuo é levado pelo Espírito Santo a um processo espontâneo de arrependimento pessoal, voluntário e absolutamente sincero, sendo motivado a ter consciência da multiforme faceta do pecado, para que ele se humilhe com tristeza segundo Deus, deteste o pecado, e abomine o próprio eu, com o propósito de se esforçar para andar diante de Deus, de modo a agradá-lo em todas as coisas.  A santificação é o estágio seguinte e natural, e portanto,  uma confirmação da genuína salvação. A característica singular da salvação oferecida por Cristo, é que o individuo para de viver para si, passando a viver exclusivamente para o seu salvador. Sem arrependimento e posterior santificação, inexiste a verdadeira salvação.

A Igreja

Acreditamos que a verdadeira igreja é composta por um grupo de pessoas que foram justificados pela graça de Deus através de uma fé genuína e não fingida em Cristo, e estão sob um processo de transformação para se tornarem a imagem e semelhança de Jesus Cristo, seu mestre. A verdadeira igreja tem o único propósito de conhecer e servir a Deus. A igreja é formada apenas de pessoas, único templo aceitável à Deus. Portanto nenhuma estrutura física faz parte do que de fato é “igreja”, “porque Deus não habita em templos feitos por mãos de homens”. A verdadeira igreja leva em consideração apenas o que está escrito na bíblia, desprezando qualquer outra forma de conhecimento que diga respeito à vida espiritual do homem.

O Retorno de Cristo

Nós acreditamos no retorno pessoal, corporal de Jesus Cristo numa época em que só Deus conhece, com o objetivo de manifestar seu poder absoluto sobre tudo e julgar os vivos e os mortos.

Decepção Religiosa

Postado em Exortações em 22/01/2012 por Roberto Aguiar

Desde os primeiros tempos o [cristianismo organizado] tem demonstrado uma incapacidade lamentável para distinguir entre a verdade da Palavra de Deus e falsas apresentações dela. A estratégia de Satanás para atacar, deturpar e perverter a religião cristã tem prosseguido ininterruptamente ao longo dos últimos 2000 anos. Como cristão comum, é nosso ofício e dever, expor todas as formas de engano e advertir as vítimas que têm abraçado essa forma de mentira.

Eu tenho compaixão por aqueles que estão comprometidos com uma religião sem nenhuma compreensão real do que essa religião está lhes causando. Por exemplo, ser “comprometido com o Catolicismo Romano”, simplesmente porque uma pessoa nasceu em uma família católica é uma forma de tolice concreta. Ser fiel a uma religião sem investigar os fundamentos de suas doutrinas, sua essência, sua alma, sua história, é a ignorância disfarçada de fidelidade. Isso é uma camada de devoção recheado com orgulho, arrogância, medo e [incredulidade].

Eu tenho compaixão pelas pessoas “religiosas” que mecanicamente vivem a sua “fé”, porque alguém disse que isso era a coisa certa a fazer, [ou simplesmente pela necessidade de uma ideologia pra viver]. Pessoas que seguem os líderes religiosos e seus rituais cegamente são demasiadamente orgulhosas para admitir que suas vidas sejam vazias… E estão paralisadas demais pelo engano para investigar a Verdade. Elas não sabem porque acreditam no que esses lideres fazem. Essas pessoas têm cegamente herdado de alguém essa tradição religiosa, [ou a receberam num momento de aflição, onde qualquer outra coisa poderia ser aceita]. Sua religião determina a sua identidade e elas vão defendê-la mesmo que não estejam ativamente envolvidas na mesma, [e conseqüentemente sem base concreta para fazê-lo]. Sua fé é tão “pessoal” que elas não se atrevem a falar dela [espontaneamente] para os outros. [Ou quando o fazem, o fazem num mecanicismo doentio, desprovido de senso, de alma e da lógica cristã]. Engolem todos os falsos ensinos como verdade, sem apresentar nenhuma dúvida.

[Agora mesmo está havendo uma explosão no número de evangélicos professando uma fé contraditória, seguindo ensinamentos e rituais falsos, que eles mesmos não têm a mínima idéia do que realmente significam. Estão seguindo como gado, a aqueles que inescrupulosamente estão tocando a boiada. Eu mesmo queria que a verdade fosse outra, mas na realidade, não todas, mas a grade maioria dessas pessoas agem assim por incapacidade de crer na palavra de Deus, por desleixo, preguiça, amor a mentira, amor a ilusão, desejo por caminhos fáceis. O episódio do Edém nos revelou que a natureza humana se dá melhor com meias –verdades, do que com a verdade completa. Essa, infelizmente, sempre nos parece ser indigesta.

A esquizofrenia do movimento evangélico moderno alcançou o nível de epidemia, e tem se alastrado, contaminado, e posto em risco até as tradicionais igrejas evangélicas cristãs. Essa contaminação se dá pela invasão de uma multidão de novos ensinamentos(doutrinas), novas formas de abordagem das escrituras, novos métodos de vivencia, novas formas de enxergar e exercer a fé, a prática, o dinheiro, a oferta, o mundo, o serviço, os cargos eclesiásticos  e até o próprio Deus. Jamais imaginei que chegaria um dia em que seria raro encontrar uma igreja que simplesmente testemunhe o evangelho pregado por Cristo e seus apóstolos, sem acréscimos ou invenções. Repito sempre em minha igreja que, hoje em dia, para que alguém encontre e se mantenha de fato em contato com o Deus da bíblia, terá que se tornar profundo conhecedor desse livro inclusive por revelação do alto, porque as igrejas-fraude, superam em muito em numero as genuínas].

 Que só Deus nos influencie!

Fonte original: http://pro-gospel.org/

Adaptação: Roberto Aguiar

Dica de vídeo: O Psicólogo; O doutor está fora…

Postado em Psicoheresia em 21/01/2012 por Roberto Aguiar

O título original em inglês chama-se “Shrink”,  porque a partir dos anos sessenta na América, a gíria headshrinker, gradualmente simplificada para shrinker, e depois para shrink, passou a ser usada para nomear os psiquiatras , psicanalistas e psicoterapeutas em geral. Nessa elucidadora película, Kevin Spacey é o famoso psiquiatra dos ricos, Henry Carter, que trata de importantes atores de Hollywood como Robin Williams. Incapacitado de lidar com suas tragédias pessoais, Carter desmorona interiormente a ponto de deixar de se preocupar consigo mesmo. Isso o leva a conclusão lógica e honesta, que não pode continuar ajudando seus pacientes. Conclusão bem diferente dos profissionais dessa classe, que mesmo não tendo sucesso em seus problemas pessoais, o que é comum na vida pessoal de qualquer pessoa, dissimuladamente sustentam uma falsa atitude de capacidade diante dos problemas de seus clientes.

O filme vem contribuir positivamente para um questionamento pouco conhecido aqui no Brasil sobre a imagem social do psicólogo, e sua real capacidade de fornecer ajuda aos problemas interiores da alma humana. No Brasil a psicologia goza de um status indiscutível, mas no mundo civilizado não é assim. Lá fora, tanto a sua base de conhecimento, seus métodos e seus resultados reais são questionados.

O filme funciona como um alerta para aqueles fans inveterados, e principalmente aos “crentes” que absurdamente equalizam a psicologia a bíblia, no tocante a resolução dos problemas “interiores” do homem, a ponto de trazê-la como disciplina para dentro dos seminários teológicos. No filme, embora o comportamento pessoal do personagem principal, o psicólogo, não seja um retrato dessa categoria profissional, nos ajuda desmitificar a falsa idéia de que o sujeito que escolheu essa profissão, sabe realmente o que está fazendo. A trama do filme nos faz olhar a realidade pessoal desses que se julgam, “doutores da alma”, combinando com a lógica que nos diz ser um absurdo um homem comum, aparelhado apenas com conhecimento acadêmico, poder conhecer, enxergar e mostrar a “saída” para os nossos problemas mais profundos.

Acorda crente! A única “assistência autorizada” confiável no ser humano é de quem o fabricou: Deus!

Adianto aos não evangélicos que minhas considerações sobre a psicologia fazem sentido apenas dentro da temática cristã. De forma alguma são endereçadas a sociedade de um modo geral,  nem têm essa pretensão.

Roberto Aguiar

Ficha Técnica

Título no Brasil: O Psicólogo – “O Doutor está fora”

Título Original: Shrink

País de Origem: EUA

Gênero: Drama

Classificação etária: 16 anos

Tempo de Duração: 104 minutos

Ano de Lançamento: 2009

O autor

Postado em Autor em 17/01/2012 por Roberto Aguiar

Me chamo Roberto Aguiar, tenho 46 anos, sou casado há 24 anos com Ibê França, pai da Satya e do Sammy. Passei por duas organizações missionárias, “Volantes de Cristo” no RJ e “JOCUM” de Florianópolis-SC. Estou na gerência comercial em uma empresa de transporte, presido uma embrionária igreja chamada “Contra Cultura Cristã” na cidade de Fortaleza-CE, e administro o blog “Discernimento Cristão”.

Tomei conhecimento do slogan que segue logo abaixo do título do blog, “Tudo está errado até que Deus endireite”, lendo os livros de A. W. Tozer. Por concordar em gênero, numero e grau com o autor, desde então essa máxima passou a definir minha visão cristã. Não me considero um livre pensador, porque não acredito em nenhum deles. Não me considero um intelectual porque alem de carecer de estudo a altura, segundo a cosmovisão cristã, toda a intelectualidade é burra. Não me julgo original em absolutamente nada, porque tudo o que prego neste blog, já foi exposta por outros, tanto na bíblia como fora dela. Não pretendo chamar atenção sobre mim mesmo por que essa é uma das formas mais antigas de falsidade. O que pretendo então  com esse blog?  Minha pretensão é despertar os que na bíblia são chamados de sinceros a não aceitarem a fraude do evangelho. E através da revelação dos termos dessa fraude, e suas implicações eternas, demonstrar que, ao contrário da moda em voga, que a verdade cristã pode ser claramente conhecida e experimentada. E essa verdade, é definida sempre por dois termos: O “certo” e o “errado”. Ao contrário da atmosfera evangélica atual, reitero as palavras de Cristo que classificou todas as coisas usando apenas esses dois termos. Na bíblia, de gênesis a apocalipse a pauta sempre tem sido o “Certo” ou “Errado”, “Preto” ou “Branco”, “Sim” ou “Não”, segundo a visão do criador. No evangelho somos informados pelo salvador que o que passar disso vem do mitologizado diabo. Ao contrário do que muitas correntes dentro da igreja evangélica estão tentando provar, no evangelho de Jesus não existe a “cor zinza”.

Como meus parceiros de evangelho do mundo inteiro, de todos os tempos, obviamente não tenho a pretensão de escapar de adjetivos como, “fariseu antiquado de mentalidade estreita”… Aos não cristãos que nos visitarem informo que esse blog é de cunho exclusivo cristão, portanto tudo o que for exposto aqui de forma alguma tem a intenção de interferir ou atingir o mundo secular.

Independente de religião, preferência sexual, filosofia de vida ou ausência dela, sejam todos bem vindos.

Aos que desejarem uma conversa reservada segue e-mail:

discernimentoc@gmail.com

Roberto Aguiar

Triunfalismo na Igreja

Postado em Musica em 07/03/2011 por Roberto Aguiar

“Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam; mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam. Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração” (Mateus 6:19-21).

As multidões de hoje afluem aos templos evangélicos, não para confessar e se arrepender dos seus pecados, pedir perdão e adorar ao Senhor, mas para conseguir uma boa dose de emoção. Vão em busca de curas e milagres e, principalmente, de sucesso em suas vidas.

O Espírito Santo se transformou num office-boy, com a obrigação de satisfazer aos desejos dessas multidões, que não se alimentam da Palavra de Deus, mas das novidades da mídia. Elas estão acorrentadas ao seu “reality show” particular, almejando ser a parte vencedora e ganhadora de um prêmio milionário.

Uma igreja que prega triunfalismo social e prosperidade material aos seus membros é uma igreja apóstata. Seu pastor esqueceu as marcas do sacrifício de Cristo e, principalmente, a existência de um inferno de fogo, o qual aguarda os que subtraem a verdadeira missão da igreja, deixando de ensinar aos membros o discernimento entre  o bem e o mal.

As igrejas dos pastores triunfalistas são filhas da Mãe das Prostituições, onde os cânticos em ritmo de rock e funk substituíram os hinos clássicos embasados na Bíblia, cânticos que permitem requebros nos corpos e sensações carnais, enquanto os crentes cantam letras, que nada significam para eles. Isto sem mencionar as heresias e a péssima redação das letras modernas desses cânticos compostos por analfabetos na Bíblia e na composição poética.

Apostasia significa afastamento da verdade. O barulho ensurdecedor que predomina nas igrejas [modernas] e/ou “avivadas” é uma ostensiva desobediência ao mandamento de Habacuque 2:20: “Mas o Senhor está no seu santo templo; cale-se diante dele toda a terra”. A igreja moderna e emergente se divorciou do Esposo Divino para se juntar a um marido adúltero chamado Humanismo. Ela se deleita em realizar os desejos carnais dos seus membros, em vez de agradar ao Senhor da Igreja. O coração desta igreja está lacrado no gazofilácio e tudo o mais é apenas detalhe para ela.

Muitas mulheres que ali congregam costumam usar decotes abissais, costas nuas, como se estivessem numa balada e não na casa de Deus.

Faltar com o respeito ao Senhor Jesus Cristo é um tipo de blasfêmia contra o Espírito Santo. Este veio ao mundo para testemunhar da Divindade de Cristo e nos convencer do pecado, da justiça e do juízo.  Infelizmente, parece que o “espírito santo” tão invocado nessas igrejas não é a Terceira Pessoa da Trindade, mas um espírito mundano, criado pela mente corrompida dos líderes do triunfalismo.

Encher as igrejas é o objetivo de todos eles. No domingo passado, [um certo] pastor  pregou no culto vespertino sobre “a necessidade dos cristãos realizarem o sonho de Deus, que é triplicar  o número de membros daquela congregação, de mil para três mil”. Fiquei pensando: “Este não é o Deus e Pai do Senhor Jesus Cristo, pois Ele não dorme nem sonha. Ele não precisa de uma igreja com milhares de pessoas cantando e rebolando. O que Lhe agrada é uma igreja [indiferente quanto ao numero] freqüentada por pessoas conscientes dos seus deveres cristãos, testemunhando o valor da cruz para uma sociedade secular. Pessoas que paguem seus impostos em dia e não façam dívidas no comércio (Romanos 13:7-8); que sejam bons pais e mães de família;  e bons filhos e filhas, conforme o apóstolo Paulo nos ensina em suas epístolas”. Nestas cartas abençoadas,  o cristão pode conseguir tudo de que precisa para uma vida reta, diante de Deus e da comunidade, conforme a 2 Timóteo 3:16-17.

Mary Schultze

Fonte: www.maryschultze.com


O Evangelho de Hoje: Autêntico ou Sintético?

Postado em Livros que Acrescentam em 02/03/2011 por Roberto Aguiar

Estatísticas de conversões mirabolantes… Mas falsas! Campanhas evangelísticas apoteóticas, rios de dinheiro empregado, esmagadora propaganda e psicopressões, “união” à custa da doutrina, da palavra de Deus. Resultado: Milhões de “decididos por Cristo” que nunca irão à igreja! E a maioria dos que vão continuam tão no mundo quanto antes. Querem um Salvador, mas de modo algum um Senhor. Por isso… Milhões que dizem “Senhor, Senhor…” ouvirão “apartai-vos de mim…” Um “Cristão dedicado” é fruto anormal, raríssimo e até incômodo! A maioria das igrejas hoje em dia são tradições cerimoniais externas e ocas. A não ser que nossas igrejas redescubram o caminho da salvação, pesquisando honestamente a Palavra de Deus, o protestantismo evangélico se enforcará num emaranhado de tradição humana… “Unidade não deve ser procurada à custa do evangelho.” Esta é a análise e o desafio que Walter J. Chantry nos entrega em “O Evangelho de Hoje: Auténtico ou Sintético?”.

Autor: Walter J. Chantry(1938), é pastor de uma igreja batista na Pennsylvania desde 1963.

Editora: Fiel http://www.editorafiel.com.br/detalhes.php?id=1018

Algumas vezes quando troco algumas idéias aqui no blog com outros cristãos de diferentes vertentes, e o assunto escorrega para o questionamento de algumas posições da igreja, alguns irmãos pensam que eu estou insultando por antipatia gratuita, o ponto A, B ou C de suas congregações. Na maioria das vezes em vão tento explicar, que faz muito tempo que o problema deixou de ser o ponto A, B ou C, o problema agora é o todo. A maior parte do evangelho pregado atualmente, absolutamente não é o mesmo pregado por Jesus e os apóstolos. E como eu sei disso? É simples, é só comparar o texto escrito com o que é pregado e vivido pela maior parte do que comumente se chama igreja. A igreja de Cristo virou uma Babel de evangelhos diferentes, cada uma pregando a sua forma pessoal de ver a Deus, não importando se o que acreditam existe de fato ou não.

É essa problemática que o nobre pastor Walter aborda nesse excelente livro. Se você quer ter acesso a uma visão geral e lúcida do evangelho primitivo, e compará-lo com o da sua igreja, ou com a sua própria visão do evangelho, leia esse livro.

Roberto Aguiar

Saber Julgar é uma questão de sobrevivência espiritual

Postado em Vida Prática em 27/02/2011 por Roberto Aguiar

O ator Michael York  no filme “Jesus de Nazaré”, de Franco Zeffirelli, interpretando o personagem do profeta João Batista, “O Grande Julgador”….

I. [PORQUE]PRATICAR O JULGAMENTO BÍBLICO É CORRETO ?

Um dos versículos mais mal interpretados na Bíblia é: “Não julgueis, para que não sejais julgados”. (Mt 7:1). Toda Escritura deve ser tomada em seu contexto, se quisermos adequadamente entender o seu verdadeiro significado. Nos versículos de 2 a 5 deste mesmo capítulo é evidente que o versículo 1 está se referindo ao julgamento hipócrita. Um irmão que tem uma trave em seu próprio olho não deve julgar o irmão que tem um argueiro no seu. A lição é clara, você não pode julgar outro por seu pecado se você é culpado do mesmo pecado.
Aqueles que se prendem ao “Não julgueis, para que não sejais julgados”, para condenar aqueles que expõem o erro devem ler o capítulo inteiro. Jesus disse: “Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas…” (vers. 15). Como podemos conhecer os falsos profetas se não os julgarmos pela Palavra de Deus? Se conhecermos os falsos profetas, como podemos falhar em alertar o rebanho a respeito desses “lobos devoradores”? Por toda a Bíblia encontramos provas de que devemos os identificar e os expor.

“Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus”. (vers. 16,17). Será que o Senhor Jesus quis dizer que não podemos julgar a árvore (pessoa), mas somente o fruto de sua vida e doutrina? Certamente não, pois você não pode conhecer sem julgar. Todo julgamento deve ser baseado no ensino bíblico e não de acordo com caprichos ou preconceitos [PESSOAIS].

“Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça” (João 7:24). Aqui nosso Senhor ordena que devemos “julgar segundo a reta justiça”, que é o julgamento baseado na Palavra de Deus. Se o julgamento é feito sobre qualquer outra base que não a Palavra de Deus, é uma violação a Mateus 7:1. O dicionário Webster diz que um juiz é “alguém que declara a lei”. O cristão fiel deve discernir (isto é, julgar) na base da inspirada lei de Deus, a Bíblia.

Um fornicário é descrito em 1 Coríntios 5:1-13. Paulo “julgou” (v.3), o homem, embora ele estivesse ausente, e disse à igreja em Corinto que eles  DEVERIAM “julgavar” (v.12) aqueles que estavam dentro. A palavra grega para “julgar” é a mesma aqui, como em Mateus 7:1. Paulo não viola “Não julgueis, para que não sejais julgados”, ao julgar o homem, nem ao instruir a igreja para julgar também. Toda esta decisão foi de acordo com a Palavra de Deus.

Uma pessoa que é capaz de discernir entre o bem e o mal tem pelo menos uma das grandes marcas da maturidade espiritual. “Mas o mantimento sólido é para os perfeitos, os quais, em razão do costume, têm os sentidos exercitados para discernir tanto o bem como o mal (Hebreus 5:14).

Aqueles que não estão dispostos ou que são incapazes de discernir ou julgar entre o bem e o mal estão desta forma revelando tanto sua desobediência quanto/ou sua imaturidade.

II. É CORRETO EXPOR OS FALSOS MESTRES

Hoje, os falsos mestres estão livres para espalhar suas doutrinas venenosas porque há uma conspiração de silêncio entre muitos crentes na Bíblia. Lobos em pele de cordeiro são, assim, habilitados a assolar o rebanho, dessa maneira destruindo a muitos.
João Batista chama os fariseus e saduceus (os líderes religiosos da sua época) uma “raça de víboras”(serpentes) (Mateus 3:7). Hoje, ele seria acusado de ser sem amor, cruel, e de não ser cristão.

Jesus disse aos fariseus religiosos, “Raça de víboras, como podeis vós dizer boas coisas, sendo maus? Pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca”(Mateus 12:34). Para muitos evangélicos e alguns fundamentalistas, isso seria uma linguagem inaceitável hoje, mas é uma linguagem bíblica e veio da boca do Filho de Deus.

Ao ficar cara a cara com estes falsos mestres, Jesus Cristo, o filho de Deus, os chamou de “hipócritas”“guias cegos”“cegos”“sepulcros caiados”“serpentes” e“raça de víboras” (Mateus 23 :23-34). No entanto, somos informados de que hoje estamos em comunhão com homens cujas doutrinas são tão antibíblicas como os dos fariseus. Alguns dos que dizem que eles são cristãos bíblicos insistem em trabalhar com católicos romanos e outros vários heréticos. No entanto, segundo muitos, não devemos repreendê-los pela transigência deles.

Perto do início de seu ministério, “Jesus subiu a Jerusalém. E achou no templo os que vendiam bois, e ovelhas, e pombos, e os cambiadores assentados. E tendo feito um azorrague de cordéis, lançou todos fora do templo, também os bois e ovelhas; e espalhou o dinheiro dos cambiadores, e derribou as mesas; E os seus discípulos lembraram-se do que está escrito: O zelo da tua casa me devorará” (João 2:13-16). Nosso Salvador é hoje apresentado como aquele que era manso, humilde, bondoso e amoroso, até mesmo para os falsos mestres, mas isso é totalmente falso. Ao lidar com falsos mestres e profetas, Suas palavras eram fortes e Suas ações simples e claras.

Perto do fim do Seu ministério público, Cristo achou necessário purificar o templo novamente. A exposição das falsas doutrinas e práticas é um trabalho sem fim. Naquela época Ele disse: “Não está escrito: A minha casa será chamada, por todas as nações, casa de oração? Mas vós a tendes feito covil de ladrões” (Marcos 11:17).É diferente hoje? Os ladrões entram na casa de Deus, e roubam o povo de Deus da Bíblia e vendem suas Bíblias pervertidas. Ao mesmo tempo, esta malta de ladrões rouba o povo na doutrina da separação e na doutrina da santificação. Então você quase não pode dizer qual é o povo de Deus e o povo do mundo. Honestamente, não devem estes ladrões (falsos mestres) ser expostos?

Em nossos dias, esses falsos mestres vieram às igrejas com seus livros, literatura, filmes, psicologia e seminários, e transformaram a casa do Pai em um covil de ladrões. É tempo de homens de Deus se levantarem e exporem os seus erros para que todos os possam ver.

A BÍBLIA NOS IMPELE A DENUNCIAR O ERRO

DEVEMOS TESTÁ-LOS [pô-los à prova]. “Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo” (1 João 4:1). Toda a doutrina e seus ensinadores devem ser postos à prova de acordo com a Palavra de Deus. “À lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, é porque não há luz neles” (Isaías 8:20). Cada mensagem, mensageiro, e método devem ser julgados de acordo com a Palavra de Deus. A igreja de Éfeso foi elogiada por terem posto “à prova os que dizem ser apóstolos, e o não são, e tu os achaste mentirosos” (Apocalipse 2:2). A igreja de Pérgamo foi repreendida porque seguia “a doutrina de Balaão”“a doutrina dos nicolaítas, o que eu odeio”(Apocalipse 2:14,15). Nunca foi correto tolerar falsos mestres, mas eles devem ser julgados pela Palavra de Deus, e expostos. É claro que aqueles que querem desobedecer a Palavra de Deus vão procurar de todos os meios evitar esse ensino.

DEVEMOS NOTÁ-LOS E EVITÁ-LOS. “E rogo-vos, irmãos, que noteis os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos deles” (Romanos 16:17). Aqueles que conduzem e ensinam de forma contraditória com a Palavra de Deus devem ser notados e evitados. Isto requer discernimento e decisão à luz da Bíblia. Os ecumênicos, os neo- evangélicos e os fundamentalistas transigentes e lenientes vão resistir a qualquer esforço para obedecer a Escritura. Eles não podem ser notados e evitados a menos que sejam julgados de acordo com a Palavra de Deus.

DEVEMOS REPREENDÊ-LOS. “Portanto, repreende-os severamente, para que sejam sãos na fé” (Tito 1:13). Isto foi escrito a Tito, porque havia pessoas que iam de casa em casa subvertendo famílias inteiras com a falsa doutrina (v.10-16). Oral Roberts, Robert Schuller, Jimmy Swaggart, Pat Robertson, e outros [aqui no Brasil: Edir Macedo, Valdomiro, R.R. Soares, Valnice Milhomens, e outros] estão subvertendo casas inteiras com sua falsa doutrina, hoje. Será que devemos nos sentar silenciosamente, enquanto eles fazem isso, sem repreender e admoestar as pessoas a evitar o seu ensino? Não, o fiel servo do Senhor deve reter “firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes” (Tito 1:9).

NÃO DEVEMOS TER COMUNHÃO COM ELES. “E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condenai-as” (Efésios 5:11). Reprovar significa censurar, condenar, criticar, repreender e refutar. Como podemos obedecer a Escritura, a menos que os julguemos pela Palavra de Deus?

NÃO DEVEMOS TRABALHAR JUNTAMENTE COM ELES. “Mandamo-vos, porém, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que vos aparteis de todo o irmão que anda desordenadamente, e não segundo a tradição que de nós recebeu” (2 Tessalonicenses 3:6). Devemos nos afastar daqueles cuja doutrina e conduta não estão de acordo com a Palavra de Deus. O contexto mostra claramente que a obediência à sã doutrina é o que Paulo tem em mente, pois ele diz: “se alguém não obedecer à nossa palavra por esta carta, notai o tal, e não vos mistureis com ele, para que se envergonhe. Todavia não o tenhais como inimigo, mas admoestai-o como irmão” (2 Tessalonicenses 3:14-15). Paulo admoestou Timóteo para “afastar-se” de quem “não conforma com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo, e com a doutrina que é segundo a piedade” (1 Timóteo 6:3-5).

DEVEMOS NOS AFASTAR DELES. Referente aos últimos dias, Paulo diz que alguns terão “aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te, pois essas pessoas são “nunca podem chegar ao conhecimento da verdade” (2 Timóteo 3:5,7). Como é que podemos nos afastar se não os identificarmos? E isto requer que a sua mensagem seja comparada com a Palavra de Deus. O objetivo do pregador verdadeiro é:“pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo,redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina” (2 Timóteo 4:2). Isso geralmente é uma tarefa ingrata e impopular, mas é o dever do homem chamado por Deus.

NÃO DEVEMOS RECEBÊ-LOS EM NOSSA CASA. “Se alguém vem ter convosco, e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis. Porque quem o saúda tem parte nas suas más obras” (2 João 10,11). Não há dúvida sobre quem João está falando, é “Todo aquele que prevarica, e não persevera na doutrina de Cristo …”(V.9). Por rádio, televisão e literatura, os falsos profetas são levados para as casas de muitos cristãos de hoje. Irmãos, isto não deveria acontecer!

DEVEMOS REJEITÁ-LOS COMO HERÉTICOS. “Ao homem herege, depois de uma e outra admoestaçãoevita-o(Tito 3:10). Devemos rejeitar [por exemplo] aqueles que negam a redenção pelo sangue de Cristo. Há muitos que negam essa ou alguma outra doutrina da Palavra de Deus. Se eles não atenderem à admoestação, então devem ser rejeitados.

DEVEMOS ESTAR ALERTAS CONTRA AQUELES QUE PREGAM OUTRO EVANGELHO. Paulo advertiu sobre aqueles que pregavam “outro Jesus … outro espírito… outro evangelho” (2 Coríntios 11:4). Como podemos conhecê-los, a menos que avaliemos, pela Palavra de Deus, o Jesus deles, o espírito deles, e o Evangelho deles? Paulo chamou esses pregadores de falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo” (2 Coríntios 11:13). Ele explica v.14-15, que estes pregadores são os ministros de Satanás. Hoje, o homem chamado por Deus deve ser exatamente tão fiel assim, em expor os ministros de Satanás.

Paulo advertiu os gálatas sobre aqueles que “transtornam o evangelho de Cristo”. Ele também disse: “Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema (Veja Gálatas 1:6-9). Multidões hoje estão pregando um evangelho pervertido. Aqueles que ensinam a salvação através do batismo, ou por obras, estão ensinando um evangelho pervertido. Aqueles que pregam uma salvação que você pode perder estão pregando um evangelho pervertido. Os carismáticos/ pentecostais, os católicos, muitos evangélicos, e muitos fundamentalistas estão pregando um evangelho pervertido. No entanto, [Deus] espera de nós que não cooperemos com eles no evangelismo e trabalho cristão, como muitos o fazem, hoje. Se não deixarmos de expor esses falsos profetas, então teremos POR COVARDIA, traído Jesus Cristo e Seu Evangelho.

DEVEMOS NOS SEPARAR DELES. “Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; E não toqueis nada imundo, E eu vos receberei” (2 Coríntios 6:17). Isto é muito simples. O povo de Deus sair da apostasia e do erro religioso. Como pode um crente na Bíblia permanecer em entidades e organizações como convenções, comunhões ecumênicas e apóstatas? Como podem permanecer entre evangélicos condescendentes e fundamentalistas sem real tutano?

III. É CORRETO CITAR NOMES
Muitos acreditam enganosamente que é errado denunciar o erro e citar os nomes dos culpados, mas eles estão errados de acordo com a Bíblia.

PAULO CITOU PEDRO PUBLICAMENTE. Pedro foi culpado de prática antibíblica. “E, chegando Pedro à Antioquia, lhe resisti na cara, porque era repreensível. Porque, antes que alguns tivessem chegado da parte de Tiago, comia com os gentios; mas, depois que chegaram, se foi retirando, e se apartou deles, temendo os que eram da circuncisão. E os outros judeus também dissimulavam com ele, de maneira que até Barnabé se deixou levar pela sua dissimulação. Mas, quando vi que não andavam bem e direitamente conforme a verdade do evangelho, disse a Pedro na presença de todos: Se tu, sendo judeu, vives como os gentios, e não como judeu, por que obrigas os gentios a viverem como judeus?” (Gálatas 2:11-14). A questão toda gira em torno da salvação pela lei ou pela graça. Quando a integridade e a pureza do evangelho estão em jogo, então não temos escolha quando se trata da questão de expor os erros e dar nomes.

PAULO CITOU DEMAS POR AMAR O MUNDO. “Porque Demas me desamparou, amando o presente século” (2 Timóteo 4:10). Aqueles que abandonam a causa de Cristo para a vida mundana e seus prazeres devem ser expostos e seus nomes citados.

PAULO CITOU HIMENEU E ALEXANDRE. Paulo disse a Timóteo a militar “por elas boa milícia; Conservando a fé, e a boa consciência, a qual alguns, rejeitando, fizeram naufrágio na fé. E entre esses foram Himeneu e Alexandre, os quais entreguei a Satanás, para que aprendam a não blasfemar”(1 Timóteo 1:18-20). Os verdadeiros servos de Deus devem guerrear uma guerra boa, e citar os nomes daqueles que se afastaram da fé que uma vez foi entregue aos santos. Paulo não está aqui discutindo a fé da salvação, mas a fé como um sistema de doutrina. Estes homens fizeram naufrágio disto e Paulo os expôs e os chamou pelos seus nomes.

PAULO CITOU HIMENEU E FILETO. Ele disse a Timóteo “procura apresentar-te a Deus aprovado”, que ele deveria ser alguém que “maneja bem a palavra da verdade”. E continuou, dizendo: “Mas evita os falatórios profanos, porque produzirão maior impiedade. E a palavra desses roerá como gangrena; entre os quais são Himeneu e Fileto; Os quais se desviaram da verdade, dizendo que a ressurreição era já feita, e perverteram a fé de alguns” (2 Timóteo 2:15-18). A falsa doutrina derruba a fé de alguns, então aqueles que a estão proclamando devem ser expostos.

PAULO CITOU ALEXANDRE, O LATOEIRO. Alexandre, o latoeiro, causou-me muitos males; o Senhor lhe pague segundo as suas obras. Tu,guarda-te também dele, porque resistiu muito às nossas palavras” (2 Timóteo 4:14-15). É claro que este não é um problema de personalidade, mas um problema doutrinário. Alexandre tinha se posicionado contra as palavras e a doutrina de Paulo. Ele era um inimigo da verdade. Pastores piedosos enfrentam o mesmo problema todos os dias. Eles defendem e proclamam a verdade, então os seus membros vão para casa e ouvem essa verdade discutida por pregadores carismáticos/pentecostais de rádio e TV. Muitas vezes estes falsos profetas enviam suas publicações para as casas dos membros das igrejas verdadeiras. Então, de acordo com muitos, o homem de Deus deve manter sua boca fechada. Mas somente um covarde vai ficar em silêncio quando a verdade da Bíblia está sob ataque.

JOÃO CITOU DIÓTREFES“Tenho escrito à igreja; mas Diótrefes, que procura ter entre eles o primado, não nos recebe(III João 9). Ele relatou como este homem tinha tagarelado contra ele “palavras maliciosas” (v.10). Ele ainda disse: “Amado, não sigas o mal, mas o bem. Quem faz o bem é de Deus; mas quem faz o mal não tem visto a Deus” (v.11). Não é errado citar os nomes daqueles cuja doutrina ou prática é contrária à Palavra de Deus.

Na verdade, toda a Bíblia está cheia de exemplos de falsos profetas sendo [publicamente] chamados pelos seus nomes e [publicamente] expostos [pública denúncia de seus erros]. Toda esta moderna conversa sobre o amor é usada como uma desculpa para não expor erro. Isto não é realmente bíblico, mas um [mero sentimentalismo- emocionalismo erroneamente chamado de] amor [que é espantosamente] fora de ordem [da Bíblia].

MOISÉS CITOU O NOME DE BALAÃO. (Ver Números 22-25). Pedro expôs o caminho de Balaão … que amou o prêmio da injustiça (2 Pedro 2:15). Balaão era um profeta que estava na obra por dinheiro, como a maioria dos falsos profetas que hoje aparecem na TV. Eles pedem dinheiro e vivem como reis, enquanto multidões de pessoas ignorantes enviam-lhes o seu dinheiro arduamente ganho. Eles estão sempre construindo escolas, hospitais, redes de televisão por satélite, parques de diversão que tem até uma lâmina d’água para Jesus. E então nós devemos manter nossa boca fechada sobre esses charlatões religiosos? Como podemos ficar em silêncio e ser fiéis a Deus?

Judas expôs “o prêmio de Balaão” (Judas 11). João expôs “a doutrina de Balaão, o qual ensinava Balaque a lançar tropeços diante dos filhos de Israel, para que comessem dos sacrifícios da idolatria, e se prostituíssem (Apocalipse 2:14). Isso vai direto ao cerne da questão, sobre a doutrina da separação. Balaão nunca amaldiçoou Israel, embora ele quisesse o salário que lhe foi oferecido para fazê-lo. Os homens de Israel cometeram prostituição “com as filhas dos moabitas … e inclinou-se aos seus deuses” (Números 25:1,2). Por que eles fizeram isso? Porque Balaão ensinou Balaque a botar abaixo a barreira de separação entre os moabitas e os israelitas. Sabemos que isso foi assim porque é claramente afirmado em Apocalipse 2:14 e Números 31:16. Este pecado resultou em 24 mil homens de Israel morrendo sob o julgamento de Deus.

Os falsos mestres estão botando abaixo a barreira de separação entre o povo de Deus e a falsa religião. Existe muito pouco de pregação e ensino sobre a doutrina da separação. Balaão violou a doutrina da separação pessoal fazendo com que os homens de Israel cometessem fornicação com as mulheres moabitas. E ele violou a doutrina da separação eclesiástica, fazendo com que os homens de Israel se curvassem diante de Baal. Isso trouxe uma maldição sobre Israel. Até voltarmos a ensinar a verdade sobre a separação pessoal e eclesiástica, podemos esperar que o caos continue generalizado e destruindo o que temos hoje.

Parece que muitos  acreditam que algumas pessoas são demasiadamente importantes e poderosas para serem citadas ou expostas. Homens em altas posições, pastores de grandes igrejas, e aqueles com grande audiência de rádio e TV, estão supostamente acima de qualquer crítica. O que eles possam fazer ou dizer, não importa quão contrárias à Bíblia seja, é supostamente tudo certo. Nada poderia estar mais longe da verdade.

NATÃ IDENTIFICOU O HOMEM. Havia um homem em uma posição muito alta que era um adúltero secreto. Certamente este homem que ocupou o mais alto cargo na terra não poderia ser repreendido por um profeta humilde e impopular. Natã foi direto a presença de Davi,, revelou o pecado em forma de parábola, e então disse a Davi furioso, “Tu és este homem” (2 Samuel 12:7).

HANANI CITOU O NOME DO REI JOSAFÁ. Em muitos aspectos, Josafá era um bom rei, mas erroneamente ele se esqueceu praticar a separação religiosa. Ele fez seu filho casar com a filha do ímpio rei Acabe. (Ver 2 Crônicas 18:1; 21:1-6). Ele fez uma aliança com Acabe, e foi para a batalha de Ramote-Gileade com ele (2 Crônicas 18). Hanani disse [publicamente] ao rei Josafá: “Devias tu ajudar ao ímpio, e amar aqueles que odeiam ao SENHOR?” (2 Crônicas 19:2).

Sim, é correto expor o erro e citar aqueles que estão no erro. É correto “batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos” (Judas 3). E como foi de uma vez para sempre entregue, nunca mais foi necessária uma revisão. É melhor tomar cuidado com “falsos profetas… que introduzirão encobertamente heresias de perdição” (2 Pedro 2:1). Mensageiros fiéis alertam as ovelhas dos hereges, e os identificam chamando-os pelos seus nomes. Não é suficiente apenas dar pistas de suas identidades , pois as jovens ovelhas não entenderão tais avisos , de modo que rebanhos serão destruídos por aqueles lobos.

Pastor E.L. Bynum

Fonte: Título original, “É Correto: Julgar, Expor o Erro e Citar Nomes?”, do pastor E.L. Bynum,
traduzido por Edimilson de Deus Teixeira,[Hélio acrescentou alguns esclarecimentos, entre colchetes], solascripturat Yahoo grupos.

Obviamente não em todos, mas na maioria dos casos em que se levanta a bandeira do “não jugueis” , tudo não passa de hipocrisia e advocacia em causa própria. Porque? Porque  todos julgam todos, e quem diz que não julga é hipócrita, porque julgar faz parte da configuração racional do homem. A capacidade de julgar é uma das características que diferenciam o homem dos outros animais. Na maioria das vezes as pessoas só levantam o clamor do “não julgueis” em defesa própria ou para a manutenção do gosto pessoal. Quando a situação vira e julgar se faz necessário para a manutenção da estabilidade pessoal, essas mesmas pessoas parecem nunca terem ouvido falar em tal coisa ”não julgueis”. A isso se dá o nome de hipocrisia e dissimulação. Portanto seria mais coerente pararmos de fingimento e encararmos as coisas como elas se apresentam, quer nos favoreçam ou não, porque as coisas não podem mudar de nome ao nosso bel prazer.

“E até importa que haja entre vós heresias, para que os que são sinceros se manifestem entre vós”. 1 Coríntios 11:19

Roberto Aguiar

O Mundo e seu culto ao carro…Não ouça o que ele diz!

Postado em Vida Prática em 24/02/2011 por Roberto Aguiar

Preste bem atenção nessa propaganda, ela fala abertamente sobre a lavagem cerebral que o espírito do mundo fez com o homem em relação ao carro. A propaganda descreve com sinceridade no que realmente se transformou o carro para o homem, de uma simples ferramenta de locomoção, para uma relação passional de culto entre adorador e ídolo. A propaganda revela o que a maioria de nós esconde, que a motivação maior por traz da compra de um veículo não é a de facilitar o transporte, mas nos sentirmos grandes, importantes e até sermos invejados pelo semelhante, o que nos traz glória.

A bíblia chama isso de “concupiscência da carne”,  nos informando que esses sentimentos são baixos, e que devemos rejeitá-los. O crente lúcido sabe que não pode desenvolver sentimento algum  por coisas materiais, muito menos tem o direito de procurar glória e honra, que ele sabe pertencerem apenas a Cristo.

Portanto abra do olho meu irmão, não se deixe influenciar nem pelo mundo nem por seu próprio coração.

Roberto Aguiar

A Erotização da Fé

Postado em Musica em 24/02/2011 por Roberto Aguiar

O período em que vivemos bem pode passar à história como a Era Erótica. O amor sexual foi elevado à posição de culto. Eros tem mais cultuadores entre os homens civilizados de hoje do que qualquer outro deus. Para milhões o erótico suplantou completamente o espiritual.

Não é difícil verificar como o mundo chegou a este estado. Entre os favores que contribuíram para isso estão o fonógrafo e o rádio, que puderam difundir canções de amor de costa a costa sem problema de dias ou de ocasiões; o cinema e a televisão, que possi­bilitam a toda a população focalizar mulheres sensuais e jovens amorosos ferrados em apaixonado abraço (e isto nas salas de estar de lares “cristãos” e diante dos olhos de crianças inocentes!); jornada de trabalho mais curta e uma multiplicidade de artefatos mecânicos com o resultante aumento do lazer para toda gente. Acrescentem-se a isso tudo as dezenas de campanhas publicitárias astutamente idea­lizadas, que fazem do sexo a isca não muito secretamente escondida para atrair compradores de quase todos os produtos imagináveis; os corruptos colunistas que consagraram a vida à tarefa de publicar fofas e sorrateiras nulidades com rostos de anjos e com moral de gatas da rua; romancistas sem consciência, que conquistam fama duvidosa e se enriquecem graças ao trabalho inglório de dragar podridões lite­rárias das imundas fossas das suas almas para dar entretenimento às massas. Estas coisas nos dizem algo sobre a maneira pela qual Eros conseguiu seu triunfo sobre o mundo civilizado.

Pois bem, se esse deus nos deixasse a nós, cristãos, em paz, eu por mim deixaria em paz o seu culto. Toda a sua esponjosa e fétida sujeira afundará um dia sob o seu próprio peso e será excelente combustível para as chamas do inferno, justa recompensa recebida, e que nos enche de compaixão por aqueles que são arras­tados em sua ruinosa voragem. Lágrimas e silêncio talvez fossem melhores do que palavras, se as coisas fossem ligeiramente diversas do que são. Mas o culto de Eros está afetando gravemente a igreja. A religião pura de Cristo que flui como rio cristalino do coração de Deus está sendo poluída pelas águas impuras que escorrem de trás dos altares da abominação que aparecem sobre todo monte alto e sob toda árvore verde.

Sente-se a influência do espírito erótico em toda parte quase, nos arraiais evangélicos. Grande parte dos cânticos de certos tipos de reuniões têm em si maior porção de romance do que do Espírito Santo. Tanto as palavras como a música se destinam a provocar o libidinoso. Cristo é cortejado com uma familiaridade que revela total ignorância de quem Ele é. Não é a reverente intimidade do santo em adoração, mas a impudente familiaridade do amante carnal.

A ficção evangélica também faz uso do sexo para dar interesse à leitura pública, a fina desculpa sendo que, se o romance e a religião forem entretecidos compondo uma história, a pessoa comum que não leria um livro puramente religioso lerá a história, e assim se defrontará com o Evangelho [esse mesmo raciocínio se faz com a musica gospel]. Deixando de lado o fato de que, na maioria, os romancistas evangélicos modernos são amadores de talento caseiro, sendo raros os capazes de escrever uma única linha de boa literatura, todo o conceito subjacente ao romance religioso é errôneo. Os impulsos libidinosos e os suaves e profundos movimentos do Espírito são dia­metralmente opostos uns aos outros. A noção de que Eros pode ser induzido a servir de assistente do Senhor da glória é ultrajante. O filme “cristão” que procura atrair espectadores retratando cenas de amor carnal em sua propaganda é completamente infiel à religião de Cristo. Só quem for espiritualmente cego se deixará levar por isso.

A moda atual de usar a beleza física e celebridades na promoção da fé é outra manifestação da influência do espírito romântico na igreja. O balanço rítmico, o sorriso plástico, e a voz muito, mas muito alegre mesmo, denunciam a frivolidade religiosa mundana. O executante aprendeu a sua técnica da tela da TV, mas não a apreendeu suficientemente bem para ter sucesso no campo profissional. Daí, ele traz a sua produção inepta para o lugar santo e a mascateia,  oferecendo-a  aos cristãos  doentios  e  inferiores  que andam à procura de alguma coisa que os divirta enquanto ficarem dentro dos limites dos costumes sócio-religiosos vigentes.

Se meu linguajar parece severo, é bom lembrar que não o dirijo a nenhuma pessoa individualmente. Para com o mundo perdido dos homens, só tenho uma grande compaixão e o desejo de que todos venham a arrepender-se. Pelos cristãos cuja liderança vigorosa mas equivocada tem procurado atrair a igreja moderna do altar de Jeová para os altares do erro, sinto genuíno amor e simpatia. Quero ser o último a ofendê-los e o primeiro a perdoá-los, lembrando-me dos meus pecados passados e da minha necessidade de misericórdia, bem como da minha fraqueza pessoal e da minha tendência natural para o pecado e o erro. A jumenta de Balaão foi usada por Deus para repreender um profeta. Daí parece que Deus não exige perfeição no instrumento que Ele emprega para advertir e exortar o Seu povo.

Quando as ovelhas de Deus estão em perigo, o pastor não deve contemplar as estrelas e meditar sobre temas “inspiradores”. É obri­gado a agarrar sua arma e a correr em defesa delas. Quando as circunstâncias o exigirem, o amor poderá usar a espada, embora por sua natureza deva, em vez disso, ligar o coração quebrantado e atender os feridos. É tempo de o profeta e o vidente se fazerem ouvir e sentir outra vez. Nas últimas três décadas a timidez disfarçada de humildade tem ficado encolhida no seu canto enquanto a qualidade do cristianismo evangélico vem piorando ano após ano. Até quando. Senhor, até quando?

A. W. Tozer

Fonte: Título original, “Erótico Versus Espiritual”

O Mundo Mau…

Postado em Pobre Cultura Humana em 20/02/2011 por Roberto Aguiar

Música:  “O Mundo”

Interpretes: Zeca Baleiro, Paulinho Moska, Chico Cesar, Lenine

Composição: Zeca Baleiro, Chico Cesar, Lenine, Paulinho Moska

É interessante observar quando parte da sociedade, sem saber nem querer, se manifesta em concordância com a palavra de Deus. É o que observamos nessa musica “O Mundo”. Contrariando a ótica de avestruz, de boa parte do próprio mundo e de grande parte dos crentes, que procuram viver como se a vida fosse uma festa, fugindo e fingindo não enxergar uma realidade apocalíptica que nos cerca e que aos poucos está nos fechando cerco. Essa musica vem nos lembrar que a bíblia não é um conto da carochinha como muitos imaginam, muito pelo contrário, trata-se de um livro profético, e que pelo menos nela, o mundo, a sociedade organizada,  não caminha para um final feliz, por opção pessoal em rejeitar o seu criador.

Roberto Aguiar

O Cristão Deve Pensar Positivamente?

Postado em Vida Prática em 08/02/2011 por Roberto Aguiar

Conforme o Dr. Peter Ruckman, em seu livro de 195 pp. - The Power of Negative Thinking”(O Poder do Pensamento Negativo), a Bíblia [de certa forma]é um livro que nos ensina a pensar negativamente. Portanto, esta deve ser a maneira correta do cristão pensar.

Mesmo quando tantos autores têm professado a crença no LIVRO SANTO (ou em alguns conselhos dele retirados), qualquer que tenha sido o seu método de escrever (desde o manuscrito até o computador), a verdade é que ele entrou em choque com o que a Bíblia diz sobre o HOMEM, o sistema mundial e o negro futuro que nos aguarda, tendo sempre negado (muitas vezes através de maneira amorosa, gentil e até mesmo piedosa) o objetivo da Palavra de Deus. Tendo em vista que Jesus falou em João 12:48: “Quem me rejeitar a mim, e não receber as minhas palavras, já tem quem o julgue; a palavra que tenho pregado, essa o há de julgar no último dia”, o futuro de quem nega o LIVRO vai será  tenebroso!

Segundo o Apóstolo Paulo: “estando vós mortos em ofensas e pecados, em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência”(Efésios 2:1-2), autores de mais de 20 mil livros tiveram todos o mesmo objetivo – substituir as VERDADES NEGATIVAS da BÌBLIA, as quais apresentam um quadro totalmente oposto a respeito do coração, da mente e da natureza do homem. O mesmo se aplica ao que os dois Testamentos falam a respeito do passado, do presente e do futuro das nações. O Novo Testamento, [visto de certo prisma],  não promete coisas boas a  ninguém. Desse modo, o que cada autor e preletor, de Homero e Tales (624-500 a. C.), passando  por Martin Luther King (anos 1960), Jean Dixon (anos 1980), e os modernos reconstrucionistas dos anos 1900, até hoje] tem “profetizado”, a respeito do futuro, vai absolutamente de encontro ao conteúdo da bíblia. Podemos comprovar essa tese com a Bíblia e também sem a Bíblia.

Richard Wurmbrand, um pregador da România,  salvo pela fé em Cristo, sofreu como um verdadeiro mártir sob o regime comunista russo (1950-1980). Suas obras são bem conhecidas e muito lidas (Torturado por Cristo, 1967). Richard atingiu o ponto sensível da corda, na qual a sinfonia do Século 20 seria tocada. Leiamos: “Por algum tempo, nós os ministros cristãos, ensinamos que nada havia de ameaçador no comunismo. Tínhamos permissão de pregar em nossos púlpitos. Só começamos a suspeitar que algo terrível estava para acontecer, quando fomos avisados de que poderíamos pregar tudo que desejássemos, mas somente sobre o fato de que  “Deus é Amor”, porém jamais pregar sobre a existência de Satanás ou dizer que ele era MAU.”

Na Rússia, China Vermelha, România, Bulgária, etc., estas palavras poderiam ser assim traduzidas: “Prenda ou assassine qualquer um que pregue a Bíblia”. O Evangelho da Graça é 75% NEGATIVO [Dos 10 Mandamentos da Lei de Deus, 09 são negativos e apenas 01 é positivo]. Na I Coríntios 15:3-4, lemos: “Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras (negativo) foi sepultado (negativo) e ressuscitou ao terceiro dia (positivo). O legítimo Evangelho a ser pregado aos gentios é este: “Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema. Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema” (Gálatas 1:8-9). Como vemos, Paulo aqui é 100% NEGATIVO. E a tentação da serpente contra EVA? Esta, sim,  foi POSITIVA, pois a serpente prometeu somente coisas boas: “Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal”. (Gênesis 3:4-5). A primeira promessa de Satanás foi totalmente positiva,  exatamente como as promessas dos mestres da fé/prosperidade, os quais mentem descaradamente, tentando comprar a boa vontade dos crentes, com o objetivo de encher os seus gazofilácios…

Algumas considerações bíblicas:

A bíblia não tem a dizer uma vírgula de positivo sobre o homem.

[Jesus não teve lugar adequado para nascer, não teve casa para morar, foi injustamente condenado como malfeitor, foi trocado por um ladrão, morreu da pior forma, depois de morto não tinha onde ser enterrado].

Todos os apóstolos, menos João, e inclusive Paulo, morreram assassinados.

Alguns versículos para meditar no tema:

Não cuideis que vim trazer a paz à terra; não vim trazer paz, mas espada.  Mateus 10:34

Porque eu vim pôr em dissensão o homem contra seu pai, e a filha contra sua mãe, e a nora contra sua sogra.  Mateus 10:35

Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á. Mateus 16:25

Porque para mim o morrer é ganho. Filipenses 1:21

Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me; Mateus 16:24

Até esta presente hora sofremos fome, e sede, e estamos nus, e recebemos bofetadas, e não temos pousada certa, e nos afadigamos, trabalhando com nossas próprias mãos. Somos injuriados, e bendizemos; somos perseguidos, e sofremos; Somos blasfemados, e rogamos; até ao presente temos chegado a ser como o lixo deste mundo, e como a escória de todos.

I Cor 4:11,12,13

E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições.

II Timóteo 3:12

Para que ninguém se comova por estas tribulações; porque vós mesmos sabeis que para isto fomos ordenados. I Tessalonicenses 3:3

Mas tudo que nesse mundo para mim era lucrativo,  resolvi  rejeitá-lo  por Cristo. Filipenses 3:7

Porque é coisa agradável, que alguém, por causa da consciência para com Deus, sofra agravos, padecendo injustamente. 1 Pedro 2:19

Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes. I Timóteo 6:8

Pela fé Moisés, sendo já grande, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, escolhendo antes ser maltratado com o povo de Deus, do que por um pouco de tempo ter o gozo do pecado; Tendo por maiores riquezas os insultos de Cristo do que os tesouros do Egito; porque tinha em vista a recompensa. Hebreus 11:24,25,26

Alguns servos de Deus foram torturados, não aceitando o seu livramento, para alcançarem uma melhor ressurreição; E outros experimentaram escárnios e açoites, e até cadeias e prisões. Foram apedrejados, serrados, tentados, mortos ao fio da espada; andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras, desamparados, aflitos e maltratados, errantes pelos desertos, e montes, e pelas covas e cavernas da terra.  Hebreus 11:35-38

O objetivo dessa matéria é alertar aos irmãos que não recebam um evangelho que em sua maior parte é positivo, pois tal evangelho não existe. Existe um certo prejuízo em seguir a Cristo que a maioria dos pastores escondem para diminuir a resistência, aumentando assim o volume de convenções, o que impacta positivamente a arrecadação financeira da igreja.

Abra do olho meu irmão e desconfie dos evangelhos fáceis. Tudo que é muito valioso nunca é barato.

Fonte: Texto de Mary Schultze com pequena adaptação de Roberto Aguiar

Mary Schultze, 19/01/2011 - www.maryschultze.com

As Divisões entre os Crentes nem Sempre são Más

Postado em Vida Prática em 05/02/2011 por Roberto Aguiar

Quando unir-se e quando dividir-se, eis a questão, e uma res­posta abalizada exige a sabedoria de um Salomão.

Alguns resolvem o problema de maneira simples e prática: Toda união é boa e toda divisão é má. Muito fácil. Mas esta ma­neira simplista de tratar do assunto ignora as lições de história e se esquece das profundas leis espirituais que regem a vida do homem.

Se os homens bons desejassem a união e os maus a divisão, ou vice-versa, isso simplificaria as coisas para nós. Ou se pudesse ser mostrado que Deus sempre une e o diabo sempre divide, seria fácil encontrar nosso caminho neste mundo confuso. Mas as coisas não  são   assim.

Dividir o que deve ser dividido e unir o que deve ser unido faz parte da sabedoria. A união de elementos heterogêneos jamais é boa mesmo que possível, nem a divisão arbitrária de elementos se­melhantes. Isto se aplica certamente tanto às coisas morais e reli­giosas, como às políticas e científicas.

Deus foi quem fez a primeira divisão, quando separou a luz das trevas no momento da criação. Esta divisão estabeleceu a regra para todo o comportamento divino na natureza e na graça. A luz e as trevas são incompatíveis. Tentar ter ambas no mesmo lugar ao mes­mo tempo é tentar o impossível e o resultado será sempre nulo, nem uma nem outra, mas obscuridade e escuridão.

No mundo dos homens, atualmente são poucos os contornos que se destacam. A raça acha-se decaída. O pecado trouxe confusão. O trigo cresce junto com o joio, as ovelhas e os cabritos coexis­tem, as terras dos justos e injustos ficam lado a lado na paisagem, a missão tem o bordel como vizinho.

As coisas, porém, não serão sempre assim. Está chegando a hora em que as ovelhas serão separadas dos cabritos, o joio do trigo. Deus dividirá novamente a luz das trevas e todas as coisas se agruparão segundo a sua espécie, O joio irá para o fogo junto com o joio, e o trigo para o celeiro com o trigo. A névoa se levantará como acontece com a neblina e todos os contornos surgirão nítidos. O infer­no será sempre reconhecido como inferno e o céu irá revelar-se como o lar de todos os  que possuem  a natureza do  Deus  único.

Aguardamos com paciência essa hora. Enquanto isso, para cada um de nós e para a igreja onde quer que apareça na sociedade humana, a pergunta repetida deve ser: Com o que devemos unir-nos e do que separar-nos? A questão de coexistência não existe aqui. O trigo cresce no mesmo campo com o joio, mas deve haver polinização mútua entre eles? As ovelhas pastam junto aos cabritos, mas devem procurar cruzamento entre as espécies? Os injustos e os justos gozam da mesma chuva e do mesmo sol, mas devem esquecer suas profundas diferenças morais e casar-se?

A resposta popular a estas perguntas é afirmativa. Unir-se sem­pre e os homens serão irmãos apesar de tudo. A unidade é tão pre­ciosa que preço algum é demasiado para alcançá-la e nada é sufi­cientemente importante para manter-nos separados. A verdade é sufo­cada para celebrar a festa de casamento do céu e do inferno, e tudo isso a fim de apoiar um conceito de unidade que não se baseia na Palavra de Deus.

A igreja iluminada pelo Espírito não aceita isso. Num mundo caído como o nosso a unidade não é um tesouro que deva ser com­prado ao preço da transigência. A lealdade a Deus, a fidelidade à verdade e à preservação de uma boa consciência são jóias mais pre­ciosas do que o ouro de Ofir ou os diamantes extraídos da mina. Por causa dessas jóias homens sofreram a perda de propriedades, a prisão e até a morte; por elas, mesmo em épocas recentes, por trás das várias cortinas, os seguidores de Cristo pagaram até o último centavo o preço de sua devoção e morreram silenciosamente, des­conhecidos e não aplaudidos pelo grande mundo, mas conhecidos de Deus e caros ao seu coração paterno. No dia em que forem decla­rados os segredos de todas as almas, eles irão apresentar-se para receber as obras feitas no corpo. Esses são certamente filósofos mais sábios do que os seguidores religiosos da unidade sem significado, que não possuem coragem suficiente para colocar-se contra as modas correntes e que clamam por irmandade só porque tal coisa acha-se no momento em foco.

“Divida e conquiste” é o refrão cínico dos líderes políticos ma­quiavélicos, mas Satanás sabe também como unir e conquistar. A fim de colocar uma nação de joelhos o ditador em potencial precisa primeiro uni-la. Através de apelos repetidos ao orgulho nacional ou à necessidade de vingar-se de alguma injustiça passada ou presente, o demagogo consegue unir a população à sua volta. Depois disso é fácil dominar os militares e submeter o legislativo. Segue-se então, na verdade, uma unidade quase perfeita, mas trata-se da unidade do curral ou do campo de concentração. Vimos isto acontecer várias vezes neste século, e o mundo irá vê-la uma vez mais quando as nações da terra se unirem sob o Anticristo.

Quando as ovelhas confusas começam a cair num despenhadeiro, a ovelha que quiser salvar-se individualmente precisa separar-se do rebanho. A unidade perfeita em tal momento só pode significar destruição total para todos. A ovelha sábia, para salvar sua própria pele, se afasta.

O poder se encontra na união de coisas homogêneas e na di­visão das heterogêneas. Talvez aquilo que precisamos nos círculos religiosos de hoje não seja mais união, mas uma certa divisão sábia e corajosa. Todos desejam a paz, mas pode ser que o reavivamento use a espada.

A.W. Tozer

Fonte: Do livro, “O Melhor de A.W. Tozer”.

“Contra Um Mundo Melhor”, de Luiz Felipe Pondé

Postado em Livros que Acrescentam, Pobre Cultura Humana em 30/01/2011 por Roberto Aguiar

Em “Contra um Mundo Melhor”, lançado pela editora LeYa Brasil, Luiz Felipe Pondé publica ensaios sobre a filosofia do cotidiano. Os ensaios reúnem temas variados como a relação entre homens e mulheres; memórias da infância; fracasso; dinheiro; egoísmo e humildade. Fiel ao seu estilo contundente, o autor recusa lugares-comuns e uma postura conformista, procurando provocar o leitor para tirá-lo da apatia.

Filósofo e professor universitário, Pondé utiliza uma linguagem coloquial, entre o discurso acadêmico e o jornalístico, que tira as discussões filosóficas do ambiente restrito das salas de aula. Colunista do jornal Folha de S. Paulo, desde 2008, Luiz Felipe Pondé busca ampliar o diálogo que mantém com os leitores em sua coluna.

Para muitos, Pondé revitalizou o colunismo através de seu estilo polêmico e provocativo. Não por acaso, no ensaio inicial de Contra um mundo melhor o autor cita algumas vezes outro colunista controvertido, Nelson Rodrigues, a quem oferece o livro. “Hoje, faltam homens como ele: homens que não têm medo. Assim como ele, não acredito num mundo melhor e direi isso de várias formas diferentes até morrer”, diz Pondé.

Os ensaios possuem tamanhos variados, alguns mais curtos que outros, mas todos breves, de modo a facilitar a leitura e adaptá-la a um cotidiano apressado. O autor explica a opção pelos fragmentos afirmando que “a descontinuidade descreve melhor uma filosofia do afeto, que se move a sobressaltos, e também porque o cotidiano é descontínuo”. Reafirma seu ceticismo com frequência, o que o faz recusar a busca insistente por um mundo melhor, que para Pondé, é uma impossibilidade e também um falso objetivo.

Nos ensaios, ele denuncia o que chama de “marketing do comportamento”: discursos e posturas hipócritas com toques de sofisticação, que buscam mascarar a angústia e o sofrimento do mundo – o que, para o filósofo, constitui a essência do humano. “Porque o que nos humaniza é o fracasso”, diz. Pondé ainda explica por que decidiu escrever para não filósofos e por que não acredita em um mundo melhor:

“Cansei da filosofia, por isso comecei a escrever para não filósofos, porque a universidade, antes um lugar de gente inteligente, se transformou num projeto contra o pensamento. Todos são preocupados em construir um mundo melhor e suas carreiras profissionais. E como quase todas são pessoas feias, fracas e pobres, sem ideias e sem espírito inquieto, nada nelas brota de grandioso, corajoso ou humilde. Eu não acredito num mundo melhor. E não faço filosofia para melhorar o mundo. Não confio em quem quer melhorar o mundo. É isso mesmo: acho um mundo de virtuosos (principalmente esses virtuosos modernos que acreditam em si mesmos) um inferno”.

Ficha técnica do livro:
Título: Contra um mundo melhor: ensaios do afeto;
Autor: Luiz Felipe Ponde é colunista do jornal, A Folha de São Paulo;
Editora: LeYa Brasil;
Formato: 16×23, em brochura;
Páginas: 218;
Preço: R$ 39,90;

Fonte: http://www.cpflcultura.com.br/site/2010/11/23/lancamento-de-livro-contra-um-mundo-melhor-ensaios-do-afeto-de-luiz-felipe-ponde/

Não é novidade alguma para as pessoas que me conhecem que a bíblia é de longe o meu livro favorito, e em ultima análise, minha única fonte do que entendo como verdadeiro conhecimento. Mas no entanto eu vibro, fico até eufórico, quando encontro no mundo secular, homens que dispondo apenas de suas mentes como fonte de recurso, chegam a conclusões idênticas com algumas das afirmações feitas pela bíblia, um livro escrito a milhares de anos. Assim é esse livro de Luiz Felipe Pondé. Nele você verá um homem considerado lúcido pela sociedade, chegar a mesma conclusão da palavra de Deus, que o ser humano “não é flor que se cheire”. O livro traz questionamentos inteligentes e desafiadores. Os cristãos devem relevar certas conclusões do autor por não tratar-se de um livro de cunho religioso. Mas assim mesmo vale a pena conferir!

Roberto Aguiar

Crente ao Seu Jeito!

Postado em Vida Prática em 30/01/2011 por Roberto Aguiar

Estarreço diante dos padrões que muitos que se dizem crentes criam para si, fora da Bíblia, a Palavra de Deus. Livros são lidos e admirados como regras de práticas e são seguidos como se fossem capazes de produzir atitudes de fé. A Bíblia tem sido menosprezada por causa da insuficiência de entendimento e principalmente por causa da imensa falta de vontade em obedecer o que Deus manda.

É isso que tenho percebido aos montes por aí. Gente que cria o seu padrão diante das circunstâncias que o cerca, considerando-se especial por causa do alto padrão que mantém segundo sua avaliação.

Não suportariam um segundo diante da Bíblia! Talvez seja por isso que não a conseguem ler!

Não entenderiam que as melhores atitudes são consideradas trapos de imundícia diante de Deus. Isaías 64:6

Mas muitos insistem em supervalorizar aquilo que determinaram como melhor maneira de viver para si. Diante disso, aqueles que não agem conforme sua avaliação de viver bem, são considerados fora dos padrões, inclusive aqueles que procuram viver segundo o padrão de vida conforme a Bíblia determina.

Aqueles, cuja a regra de fé e prática é a Bíblia, são considerados fora do padrão pessoal e por isso até as músicas que cantam são consideradas fora da realidade. Não é só questão de gosto quanto ao estilo, o problema maior é a forma de viver e considerar válido ou não a prática da letra que se canta. Cantar o que não se crê é algo que soa muito falso. Hino 301 Cantor Cristão.

Participei do encontro dos Homens Batistas e durante a nossa reunião cantamos mais de quinze hinos do Cantor Cristão. Pergunto aos que estavam na reunião da OPBB, quantos hinos cantaram. Disseram-me que nenhum!!!

Depois vocês não sabem explicar a razão das Igrejas estarem vivendo cada um da sua maneira de entender como ser um crente servo no Reino.

Digas-me o que cantas e te direi o que és, ou o que não és!

Ouvi que durante uma das mensagens na reunião da CBB os aplausos eram constantes, quando o pregador defendia o valor das mulheres…

Digas-me como ages e te direi quem és!

A CBB está buscando nova expectativa para tentar sobreviver. Diante de uma liderança que ínsita o povo “aplaudir Jesus” fico desconfiado que temos diante de nós uma terrível expectativa! Diante de uma liderança que afirma ser menosprezo às mulheres que se lhes neguem o direito ao pastorado feminista, chamando de atitude machista aqueles que não concordam com essa coisa, é uma expectativa terrível!

Percebo a nossa fragilidade proporcionada pela falta de centralização. E não estou dizendo sobre centralização em uma pessoa mas na centralização da Bíblia, a Palavra de Deus.

Enquanto tivermos entre nós aqueles que não aceitam a Bíblia como a Palavra de Deus, teremos muitos crentes às suas maneiras e estaremos diante da impossibilidade de agir com coerência diante do desafio de viver a Palavra. Isso, porque não dá para viver a Palavra com cada um demonstrando um entendimento diferente da Bíblia e vivendo conforme à sua maneira.

Afinal, o que a Palavra diz é para ser cumprido! Repito que a Palavra de Deus é a Bíblia!

Satanás está conseguindo fazer com muita facilidade o seu serviço de confundir aqueles que não tiverem um encontro fatal com o Evangelho e consequentemente com Jesus Cristo.

O encontro fatal é aquele onde alguém chega criatura e sai filho de Deus pelo poder que há no Evangelho.

Mas enquanto o Evangelho Bíblico for mascarado pelos métodos e outras coisas vis, o que se conseguirá será no máximo transformar criatura em criatura com sua maneira particular de ser crente. Crente à sua maneira!

Perceber Igrejas com placa da denominação Batista cheias dessas criaturas é se certificar da decadência dessa denominação.

Será que diante disso a nossa liderança continuará “aplaudindo”? Talvez a liderança ansiosa pelo poder, e que para alcançar tal poder precisa de milhares de membros, essa liderança aplauda. A liderança consciente sobre qual o destino das criaturas que serão transformadas em anjos de satanás, não se atreverá aplaudir.

Eis o desafio daqueles que estão na liderança das Igrejas e da denominação Batista: Agradar a si mesmos, aos outros ou a Deus!

Deus nos abençoe e use!

Diácono C. Henri – membro da Primeira Igreja Batista de  Magé e da OBBH.

Fonte: Artigos Mary Schultze Yahoo Grupos

http://www.adiberj.org/portal/2011/01/26/crente-a-sua-maneira/

A Febre das Revelações Extrabíblicas na Igreja Evangélica

Postado em Vida Prática em 25/01/2011 por Roberto Aguiar

Como tem Deus revelado a Si mesmo?

A resposta cristã a essa pergunta é que Deus revelou-se a Si mesmo “por muitas vezes e de muitas maneiras”, nos dias da anti­guidade. Nestes últimos dias, entretanto, Deus se tem revelado a nós plena e finalmente, na pessoa de Jesus Cristo, conforme Ele é apresentado na Bíblia (Hebreus 1.1,2).

A Palavra de Deus, portanto, é a revelação final e completa de Deus, que não pode ser substituída por qualquer outra revelação. As seitas, porém, não têm este compromisso, porquanto acreditam na doutrina herética de supostas revelações extrabíblicas. Eles afirmam que Deus tem falado e registra do palavras, através de quais­quer meios, desde o tempo em que nos deu as Escrituras do Novo Testamento. Asseveram, pois, que Deus fala ou tem falado a parte da Bíblia.

A primeira e mais típica característica de uma seita é que reivindica como sua autoridade alguma revelação distinta das claras assertivas da Palavra de Deus. A maioria das seitas afirma respeitar os ensinamentos da Bíblia. Muitas dessas seitas chegam mesmo a atribuir inspiração divina às Sagradas Escrituras. Logo, porém, anun­ciam a sua real confiança em alguma revelação subseqüente, o que, na verdade cancela o ensino da Bíblia em favor de algo novo e supostamente mais autoritativo, que, segundo eles dizem, Deus revelou somente há pouco tempo. Portanto, estão dizendo que a Bí­blia é apenas uma par cela da revelação verbal de Deus, e que Ele tem falado, ou continua falando, de uma forma extrabíblica, à parte das Escnturas.
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Uma seita, em Los Angeles, publicou recentemente o seguinte:

“Para você, a Bíblia tornou-se o Livro; mas quero que você saiba que Deus tem inspirado a homens e mulheres com o poder de revelarem, em nossos próprios dias, verdades ainda maiores, novos desdobramentos que partem do coração da vida”.

“Acima de tudo, queremos que você tenha seus olhos abertos hoje em dia, para coisas ainda maiores que estão chegando, pois Deus está fazendo maravilhas entre os ho­mens. Regozije-se na nova revelação, que transborda de esperança. O novo revelará a você o antigo com frescor renovado. Não permita dúvidas. Lance-se nas profundezas de Deus e não tema. A eternidade já chegou”.

Algumas vezes, essas revelações extrabíblicas vêm por inter­médio de algum “líder divinamente inspirado”. Muitas religiões têm atribuído autoridade divina à pessoa de algum indivíduo, que é infalível quando fala, cujas palavras têm a mesma autoridade, ou mesmo maior autoridade do que as Santas Escrituras. Algumas dessas religiões têm feito seus líderes iguais a Deus.

Em qualquer lugar do mundo, as seitas continuam em busca de uma revelação melhor do que a Palavra de Deus. William Bra­nham, em seu livro Word to the Bride(Uma Palavra à Noiva), escreveu: “Uma noite, quando eu estava buscando ao Senhor, o Espírito Santo disse-me que apanhasse a pena e escrevesse. Enquan­to eu estendia a mão para apanhar a pena, o Espírito Santo deu-me uma mensagem para a Igreja. Quero anunciá-la a vocês… Tem a ver com a Palavra e com a noiva”.

O Deus da Bíblia, sabendo que isso sucederia no futuro da Igreja, declarou mui claramente que a Sua Palavra, as Escrituras, é a revelação final e insuperável. O Espírito Santo orientou o apóstolo João a encerrar categoricamente a revelação verbal de Deus, quan­do disse: “Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro; e se alguém tirar qual­quer cousa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa, e das cousas que se acham esc ritas neste livro” (Apocalipse 22.18,19).

Como é claro, pois, há nas Escrituras uma temível maldição imposta sobre todo aquele que resume apresentar alguma nova revelação verbal da parte de Deus.

Numa frenética tentativa de racionalização, alguns cultistas têm afirmado: “Bem, a nossa revelação não se alicerça sobre a palavra do homem, mas provém de uma origem superior”. A reivin­dicação dos mórmons, acerca da revelação recebida de um anjo, é uma boa ilustração disso.

Como se estivesse prevendo tudo isso, escreveu o apóstolo Paulo: “Mas, ainda que nós, ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelh o que vá além do que vos temos pregado, seja anáte­ma. Assim como já dissemos, e agora repito, se alguém vos prega evangelho que vá além daquele que recebestes, seja anátema” (Gála­tas 1.8,9).

É verdade que, nos tempos bíblicos, a Palavra de Deus era transmitida aos homens por meio de anjos (Hebreus 2:2). No entan­to a Bíblia instrui-nos que a revelação de Jesus Cristo ultrapassou a tudo isso. “Havendo Deus, outrora, falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as cousas, pelo qual também fez o universo” (Hebreus 1.1,2).

Brian McLaren, um dos gurus evangélicos das “novas revelações”, porta-voz de uma “nova reforma” da igreja.

Cristo é superior aos anjos, e a todos os anjos de Deus foi determinado que O adorassem. As palavras finais das Escrituras, “a revelação de Jesus Cristo” (Ap ocalipse 1.1), jamais poderão ser suplantadas pelos ministérios dos anjos. Por essa precisa razão foi que Jesus Cristo advertiu os Seus discípulos: “Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos…” (João 8.31). Os homens desta nossa época também foram devidamente avisados a darem ouvidos às palavras do Pai: “Este é o meu Filho amado… a ele ouvi” (Mateus 17.5).

É doutrina fundamental do cristianismo que a verdade final, a palavra definitiva, reside em Jesus Cristo. De fato, a Escritura, em si mesma, é ainda mais contundente, pois diz: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (João 1.1).

A verdade final, por conseguinte, é a Pessoa, a Palavra e a obra de Jesus Cristo. Nenhuma revelação subseqüente, quanto ao caráter da verdade, pode tomar o lugar a revelação de Jesus Cristo. É simplesmente impossível haver uma maior revelação do que Cris­to neste ou em qualquer outro possível universo feito por Deus.

Um dos freqüentes artifícios das seitas é validar os seus próprios escritos, colocando-os como iguais às Sagradas Escrituras, para, em seguida, conferir-lhes autoridade maior do que a da Bíblia.

“As escrituras reveladas predizem as genuínas encar­nações de Deus muito tempo antes de acontecerem na terra. Por exemplo, o Antigo Testamento predizia o aparecimento do Senhor Jesus Cristo, e o Srimad-Bhagavatam predisse o aparecimento do Senhor Buda, do Senhor Caitanya Maha­prabhu e mesmo do Senhor Kalki, que não aparecerá antes de quatrocentos mil anos. Sem alusões a alguma predição escriturística comprovada, nenhuma encarnação do Senhor pode ser verídica. De fato, as escrituras advertem que nesta era haverá muitas falsas encarnações. O Senhor Jesus Cristo avisou aos Seus seguidores que, no futuro, muitos imposto­res haveriam de ass everar ser Ele mesmo. Por semelhante modo, o Srimad-Bhagavatam também adverte acerca de falsas encarnações, descrevendo-os como vagalumes que tentam imitar a lua. Os impostores modernos geralmente afirmam que as suas idéias representam os mesmos ensinos ministrados por Cristo ou por Krishna; mas, qualquer pes­soa realmente familiarizada com os ensinos de Cristo ou de Krishna facilmente pode ver que isso é um absurdo” (Back to Godhead, (De Volta ao Supremo), nº 61, 1974, pág. 24).

É dessa maneira que a seita Hare Krishna, os modernos seguidores de Sua Divina Graça A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada, procura obter posição de autoridade nas mentes dos tolos. Eles põem os seus escritos misteriosos e enigmáticos ao lado da Palavra de Deus.

Portanto, cabe aqui uma palavra de advertência. O crente acredita que a Bíblia é a única e final revelação verbal de Deus. Crendo nisso, ele precisa dedicar-se ao estudo da Palavra de Deus de maneira mais intensa do que nunca.

Os sutis ataques que estão sendo desfechados contra a Escri­tura, nestes dias, precisam ser respondidos por crentes bem prepara­dos, em todos os níveis da sociedade. Não basta dedicarmos à Bíblia uma tranqüila veneração, contemplando-a com profunda admiração, como a pedra de toque da fé cristã. A Bíblia é “a espada do Espíri­to” e torna-se um instrumento eficaz contra os assaltos satânicos, quando tecemos os ensinos das Santas Escrituras nas próprias fibras de nossos seres.

Está sendo incoerente e, talvez, até hipócrita, o indivíduo que professa ter uma visão superior das Escrituras, mas negligencia dissipar a sua própria ignorância da verdade de Deus, mediante um programa sério de estudos bíblicos. A grande e primeira razão do avanço das seitas no mundo atual é a ignorância das sagradas Es­crituras por parte dos crentes</ span>. A segunda grande razão é a má vontade por parte do povo de Deus em transmitir a verdade divina, mediante o seu testemunho em favor de Cristo, a pessoas que ainda necessitam receber a salvação que há em Cristo.

Segue-se disso que a grande necessidade da comunidade cristã de nossos dias é o retorno ao estudo cuidadoso da Palavra de Deus. A fé de que a Bíblia é a verdade última resulta exatamente desse programa de estudos bíblicos. O estudo das Escrituras produz, na vida do crente, o cumprimento daquela promessa que diz: “E assim, a fé vem pela pregação e a pregação pela palavra de Cristo” (Roma­nos 10.17).

Para a mente honesta, a verdade apresenta suas próprias cre­denciais. Ninguém que se dê ao estudo atento da doutrina bíblica e à memorização das Escrituras, duvidará da autoridade fina l da Escritura. Só se poderá oferecer resistência aos temíveis assaltos contra a Igreja, por parte de seitas poderosas e cheias de animação, quando os crentes se tornarem poderosos no Senhor, mediante o conhecimento sólido da Sua Palavra.

O salmista escondia a Palavra de Deus no seu coração, a fim de que pudesse resistir às alternativas pecaminosas da vida (Salmos 119.11). Isso significa que ele memorizava porções das Escrituras, assim deveríamos fazer.

A vida do crente ficará firmemente ancorada, capaz de resis­tir a toda oposição, quando estiver firmada em um operoso conhecimento da Sagrada Escritura.

Dave Breese

Fonte: Título orugunal, “Revelações Extrabíblicas”, do livro  “As Marcas das Seitas”, de Dave Breese, Ed. Fiel, 2001, pág. 18-22.

Extraído do site: http://www.eleitosdedeus.org/seitas-heresias/revelacoes-extrabiblicas-dave-breese.html#ixzz1Aktrpnxe
Under Creative Commons License: Attribution. Acessado em 11.1.11.

“Igreja emergente” dos EUA leva a Religião para Uma Mesa de Bar

Postado em Falso Evangelho em 10/01/2011 por Roberto Aguiar

No cartaz acima está escrito, “Bar Igreja, para qualquer um que tiver sede”

Velas acesas, leitura de passagens da Bíblia e uma cerveja. O encontro evangélico em um pub em Minnesota pode parecer incomum, mas é parte do que vem sendo chamado de “a Igreja emergente”. Os encontros são promovidos no pub Dunnigan’s North Shore, em Two Harbors, no estado americano de Minnesota pelo barman Chris Fletcher, que também é seminarista na universidade Bethel. Fletcher chama o encontro de “bar igreja”. “Eu escolhi esse [nome] porque achei a parte do ‘bar’ do nome seria um problema para algumas pessoas religiosas, e que a parte da ‘igreja’ seria problemática para as pessoas que estão no bar. Mas eu queria fazer isso para provocar essa tensão, porque era uma maneira de colocar esses dois mundos juntos no nome”, disse ele. “O primeiro milagre de Jesus foi transformar água em vinho e eu acho que seria muito mais confortável [fazer os encontros em um bar] do que em igrejas”, completou o seminarista. “Eu nasci e cresci em um ambiente tradicional da Igreja. Mas essa idéia bar realmente me atraiu. Jesus sempre diz ser uma luz para o mundo. Como você pode ser uma luz para o mundo se estão todos sentados em uma igreja juntos?”, disse Betsy Nelson, atendente do pub. “Isso é muito mais confortável”, disse Bill Carlstrom, um dos frequentadores da “Bar Igreja”.

As reuniões têm atraído poucas pessoas, mas os que se tornaram frequentadores assíduos dizem que essa forma de entrar em contato com a religião é muito mais interessante para quem nunca entrou em uma igreja. “Você tem que fazer as pessoas se sentirem confortáveis e informá-las que elas não estarão sendo julgadas pelo que são. Eventualmente, Ele [Deus] vai mudar as pessoas. Esse é o trabalho dele, não o nosso”, disse Nelson.

Fonte: Notícias UOL

Com informações da AP

http://noticias.bol.uol.com.br/internacional/2011/01/07/seminarista-promove-encontros-religiosos-em-pub-nos-eua.jhtm

Esse episódio é mais uma evidência da má interpretação das escrituras feita pelo movimento da igreja evangélica emergente. A tônica equivocada da igreja emergente que produz ações “evangelísticas tetraplégicas” como essa,  é fazer com que o indivíduo se sinta bem. Esse tipo de ação só é possível se o evangelho for desconfigurado, pois é impossível aliar o bem-estar físico pessoal com a mensagem de carregar a cruz, negar-se a si mesmo e morrer para o ego.

Em parte alguma das escrituras faz parte da estratégia missionária agradar o ouvinte satisfazendo seu desejo pessoal. Jesus participou de algumas reuniões com não crentes mas jamais tentou reproduzir esse ambiente para atrair os ouvintes.

As reuniões que Jesus frequentava eram reuniões feita em residências de pessoas comuns como hoje. Essas pessoas eram taxadas pelos fariseus de pecadoras apenas por não serem frequentadoras do templo. Não há nada nas escrituras que indiquem algo a mais do que isso. Em contra partida, a igreja emergente, tentando justificar seu desejo proibido, vende uma imagem de que as reuniões que Jesus frequentava eram dá pesada, do tipo das baladas, com som pesado, álcool e drogas “rolando” a solta, e aquela “pegação” geral. Dessa visão distorcida dos evangelhos saiu essa idéia da “Bar Igreja”.

Roberto Aguiar

A Fábula do Livro “O Segredo”

Postado em Livros Que Subtraem, Pobre Cultura Humana em 05/01/2011 por Roberto Aguiar

 

O Segredo é um fenômeno. O livro foi lançado no final de 2006 e já vendeu mais de quatro milhões de exemplares só na América, 1 milhão e meio no Brasil, com cerca de trinta traduções para outros idiomas já disponíveis ou em andamento. É provável que se torne um dos livros de auto-ajuda mais vendidos de todos os tempos alem de está sendo constantemente elogiado e apoiado por celebridades. [Aqui no Brasil uma grande propagadora de O Segredo é a apresentadora Ana Maria Braga]. Aventure-se em sua livraria local ou a olhar em sua volta enquanto espera no aeroporto, e você é obrigado a ver as pessoas lendo e absorvendo-o. Seus leitores não se resumem a pessoas que consultam astrólogos ou são místicas, pelo contrário, normalmente são pessoas comuns que vivem ao seu lado. Há quase 1.400 comentários de avaliação sobre o livro no site da Amazon,  com uma média de aprovação de 3,5 a 5, numa escala que vai de 1 a 5. Isto significa que a maioria das pessoas, a grande maioria mesmo, acredita que pelo menos em alguns aspectos do livro e da premissa de ensino, eles acreditam na lei da atração defendida pelo livro.

“O Segredo” começou como um DVD. A autora Rhonda Byrne (60 anos), que integra-se ao chamado Movimento do Novo Pensamento, e também ao da Nova Era. Byrne que foi considerada pela revista Time Magazine como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo, passou por um momento particularmente difícil na vida e saiu apenas depois que aprendeu o segredo, que é o seu termo para o que é comumente conhecida como a lei da atração. Em “agradecimento”, ela criou uma apresentação em DVD para compartilhar esse conhecimento e, tendo visto o sucesso extraordinário do DVD (que já vendeu mais de 1,5 milhões de cópias), ela criou um livro com o mesmo nome. As reivindicações do livro são elevadas: “Não há uma única coisa que você não possa fazer com esse conhecimento. Você conseguirá, não importa quem você seja ou onde você está, “O Segredo” pode lhe dar tudo o que você quiser”. Imagine o seguinte: o poder de obter absolutamente tudo. Quem pode resistir a isso?

Rhonda Byrne autora de “O Segredo”

A lei da atração, que Byrne diz que é a lei mais poderosa do universo, e afirma que as pessoas vivenciam as manifestações lógicas de seus pensamentos predominantes, sentimentos e palavras. Isto dá as pessoas o controle direto sobre suas vidas. Ela explica que os pensamentos de uma pessoa (consciente ou inconsciente) e sentimentos, trazem correspondentes manifestações positivas ou negativas. Os pensamentos positivos trazem manifestações positivas, enquanto os pensamentos negativos trazem manifestações sobre o negativo. A teoria é muito simples. Porque é uma lei absoluta, a lei da atração sempre responderá aos seus pensamentos, não importam quais são. Assim, seus pensamentos se tornam coisas. Você é a energia mais poderosa do universo simplesmente porque o que você acha se tornará realidade. Você forma o mundo que existe ao seu redor. Você forma sua própria vida e seu destino através do poder da sua mente.

Os passos para utilizar esta lei na vida são simples e supostamente fundamentado na sabedoria de Jesus, como lemos em Mateus 21:22. “E tudo quanto pedirdes em oração, crendo, recebereis.”

A lei da atração exige apenas isto:

Saber o que se quer e pedir.

Sentir-se e comportar-se como se o objeto de seu desejo já estivesse a caminho.

Estar aberto a recebê-lo.

Há aspectos desta lei que é claramente atrativa para o coração humano. Nós todos gostamos de pensar que temos controle sobre nossas vidas e que podemos ter tudo que queremos. Nós todos queremos controlar nosso destino e sentir que o universo está a nossa disposição, que há uma força amigável trabalhando com, e não contra nós. Isto é, se estou convencido, isso é o que atrai as pessoas para a lei da atração.

Mas, no entanto há muitas áreas nas quais “O Segredo” nada tem a oferecer, em que a lei da atração, como a lei “mais poderosa do universo” é simplesmente uma resposta incompleta, irracional e até mesmo deprimente. Permita-me sugerir alguns pontos.

Em primeiro lugar, “O Segredo” não tem real capacidade de responder ao problema da maldade humana, certamente o maior problema que alguém pode enfrentar. Byrne, admite que o pensamento das pessoas num primeiro instante quando ouvem a lei, é pensar em momentos ruins, por exemplo em momentos de tragédias  onde se perderam muitas vidas. De acordo com a lei da atração, essas pessoas estavam necessariamente na mesma freqüência do evento que vitimaram suas vidas. Elas podem não ter pensado no evento, mas de alguma forma os seus pensamentos negativos as atraíram para ele. Mas isso simplesmente não dá uma resposta satisfatória para os problemas do mundo. Isso significaria dizer que os milhões de judeus que pereceram no Holocausto foram co-responsáveis pela tragédia que se abateu sobre eles, simplesmente porque abrigaram pensamentos negativos, que por sua vez convocou a tragédia sobre si mesmos? Da mesma forma não significaria que uma jovem é responsável por anos de abuso sexual que seu pai impôs sobre ela? “O Segredo” não oferece nada para estas pessoas, mas o entendimento de que seu sofrimento é de alguma forma sua própria culpa. Quando olhamos para O Segredo como a lei que pode trazer-nos qualquer coisa que nos atraia, e passamos a analisá-lo sob a perspectiva de alguém que sofreu, O Segredo passa a ser algo claramente equivocado.

Segundo, a lei funciona de uma maneira que turbina o seu egoísmo. Por exemplo, Byrne adverte a que não se ouça pessoas falarem sobre suas doenças ou problemas, para que você não comece a pensar pensamentos negativos e comece a manifestar  conseqüências negativas em sua própria vida. Ela alerta para o sacrifício como algo ruim, seja financeira ou pessoal, dizendo que o sacrifício faz você provar a sua crença na falta e não na abundância. Ela diz que você sempre se coloque em primeiro lugar e sempre olhe para seus próprios interesses à frente de qualquer outro. Ela o coloca no lugar de Deus, como aquele que está no centro do universo. A lei da atração continua em progressão lógica até chegar no seu estágio final, que é   de atribuir divindade à humanidade.

Se bem entendido, O Segredo lhe ensina que a terra gira ao seu redor. A maré dos oceanos e seu fluxo são para você. Os pássaros cantam para você. O sol nasce e se põe para você. As estrelas saem por sua causa. Cada coisa linda que você vê, cada coisa maravilhosa mira-se em você, está tudo lá, para você. Dê uma olhada ao redor. Nenhum delas pode existir sem você. Não importa quem você pensava que era, agora você já sabe a verdade de quem você realmente é. Você é o mestre do universo. Você é o herdeiro do reino. Você é a perfeição da vida e agora você sabe O Segredo.

Ela continua:… “Você é Deus em corpo físico, espírito em forma de carne, você é a vida eterna expressando-se como você é, um ser cósmico. Em você está todo o poder, toda a sabedoria, toda a inteligência, você é…. a perfeição. Você é magnífico! Você é o criador, e seu poder criador continua funcionando nesse planeta.

” A filosofia de O Segredo não reconhece nenhum poder superior a si mesmo. Isso me faz pensar: qual seria a aparência do mundo se todos seguissem o segredo e se dedicassem principalmente aos seus próprios interesses, esquecendo compaixão e sacrifício ao próximo?

Em terceiro lugar, a lei, pelo menos na medida em que é descrita neste livro, não dá qualquer resposta para quando acontece uma coincidência, um choque desejos. O que acontece quando duas pessoas estabelecem em seus pensamentos atrair para si as mesmas coisas? Embora eu entenda que o universo oferece oportunidades infinitas, duas pessoas podem igualmente ter a mesma idéia sobre determinada coisa específica. O que acontece quando o que uma pessoa quer, é prejudicial à outra pessoa? E se o prazer de uma pessoa é justamente a dor de outra? Se a lei da atração é a lei suprema do universo, logo não há ninguém administrando tais casos.

Finalmente, O Segredo também desafia tanto o bom senso como a experiência humana. Por exemplo, quando se considera a perda de peso, Byrne faz a incrível afirmação de que os alimentos só podem engordar, se você achar que eles podem produzir gordura em você. Se você determinar que os alimentos não são capazes de fazer você ganhar peso, você pode comer quanto quiser e nunca engordará ou sofrerá qualquer efeito negativo. Ao considerar a saúde, ela sugere que podemos nos curar de qualquer aflição, simplesmente através do poder da nossa mente. Curiosamente, “O Segredo” tem sido defendido por celebridades do nível de Oprah Winfrey, a mulher mais influente na América na atualidade, que oferece sua própria vida como testemunho do poder da lei da atração. Uma semana após o endosso de Oprah, as vendas de O Segredo saltaram de 18.000 para 101.000. E na semana seguinte para 190.000. Winfrey, desde então, teve de abrandar o entusiasmo em que as pessoas estavam seguindo o conselho do livro, na medida em que eles estavam abandonando o tratamento médico, e acreditando no poder de seus pensamentos para se curarem. Os médicos estavam impressionados, assim como as doenças e agravos que não responderam a tentativas da mente para eliminá-los. A autora chega a dizer que a lei da atração pode conceder a imortalidade. No entanto, as pessoas que ensinam esta lei parecem envelhecer no mesmo ritmo que o resto de nós.

Na Bíblia, no primeiro capítulo do livro de Romanos, Deus comenta sobre esse desejo doentio de alto-adoração que existe em todos nós. “Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos e trocaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem mortal, pássaros e animais e répteis. Por isso Deus os entregou, nas concupiscências de seus corações … pois eles mudaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram à criatura em vez do Criador, que é bendito eternamente. ” E amém. “O Segredo” afirma ser capaz de nos dar tudo que poderíamos querer. Contudo, não pode ainda resolver os problemas fundamentais da natureza humana. A autora representa apenas o último de uma longa linha de tentativas de revogar Deus da história humana, tentativa esta que se iniciou desde quando o primeiro homem virou as costas para seu Criador. Não há nada de novo aqui, mas apenas a mesma fantasia do início do século XX , com embalagem do século XXI.

Tim Challies

Fonte: http://www.discerningreader.com/book-reviews/the-secret

http://www.thesecret.tv/

Enigma da Oração Não Respondida

Postado em Vida Prática em 01/01/2011 por Roberto Aguiar

“… Guardai-vos dos ídolos”  I João 5:21

Nas prisões comunistas da Romênia, nós podíamos ouvir quando os guardas espancavam e torturavam os outros presos. Ouvíamos os gemidos e os gritos dos que eram torturados no meio da noite. Aqueles prisioneiros oravam a Deus pedindo ajuda, mas as surras continuavam e muitos não resistiam e acabavam morrendo de tanto apanhar. Parecia que as suas orações tinham sido em vão.

Era o enigma das orações não respondidas. Muitos de vocês têm problemas em suas famílias e oram constantemente sobre eles, mas de alguma forma suas orações continuam sem resposta.

Isto vai minando a fé de muitos e alguns acabam desistindo. Desistem de Deus. Por que? É porque o Deus deles era um ídolo. Acreditavam num Deus menino de recado. Muitos de nós crêem assim. Todas as manhãs dizemos a ele: “Querido Deus, bom dia. Por favor, faça isto, faça aquilo, e cuide da minha saúde e da saúde da minha família.”

Os que acreditavam num Deus menino de recado tinham um ídolo. E esse ídolo falhou; não deu conta do recado.

Quando Jesus esteve na terra, ele orou com lágrimas: “Pai, se for da tua vontade, afasta de mim este cálice”. Mas o cálice não foi afastado. Por fim, Jesus falou: “Seja feita não a minha, mas a tua vontade” (Lc 22.42). Assim como pôde haver uma diferença entre a vontade do Pai e a vontade do seu Filho amado, da mesma forma pode haver uma diferença entre a vontade do Pai e a vontade de Richard Wurmbrand. É a vontade Dele que tem de ser cumprida, não a nossa.

Eu e muitos outros sofremos com isto. Quem sabe eu possa ajudar vocês contando a que conclusão chegamos e que luz recebemos.

Na Rússia comunista, nos quartéis da KGB, havia um major chamado Nadionoff. Ele nunca prendeu, investigou, espancou ou torturou alguém.

Se a polícia prendia alguém da igreja subterrânea, eles tentavam obrigá-lo a revelar com quem trabalhava para poderem prender outras pessoas. Na igreja oficial, não havia Escola Dominical para as crianças ¾ os jovens menores de 18 anos não tinham permissão para freqüentar a igreja. Crianças e jovens não deviam aprender nada sobre Deus. O Major Nadionoff era o encarregado de ensinar a eles. Se uma menina ou uma moça se negava a revelar os segredos da igreja, o Major Nadionoff tinha somente uma tarefa. Ele jamais apenas estuprava uma garota; era pior do que isso.

Havia uma jovem batista. Uma jovem frágil, 17 ou 18 anos de idade, que tinha sido presa. Ela não cedeu às torturas. Disseram-lhe que ela seria entregue às mãos de Nadionoff e o que ele iria fazer a ela. Ela nem entendeu o que aquilo significava.

Ela estava só em sua cela, quando a porta se abriu e Nadionoff entrou. Aqueles que o conheceram dizem que ele parecia um gorila, corpulento e muito, muito feio. Ela ficou apavorada só de olhar nos olhos dele. As mãos enormes como as de um açougueiro, aproximou-se dela. Ela podia perceber o prazer estampado em seu rosto, a satisfação que ele antecipava, como ele desejava satisfazer a própria lascívia.

A reação natural de qualquer moça na situação dela seria tentar se defender. Seria natural espremer-se contra a parede, empurrá-lo para longe, dar-lhe pontapés, ou até gritar. Mesmo que não adiantasse nada, seria a reação mais natural. Mas ela não pertencia mais ao natural. Ela pertencia à família de Deus, que tem reações totalmente diferentes.

Ela fez uma coisa surpreendente. Caminhou na direção dele com um sorriso no rosto. Queridos irmãos e irmãs, eu gostaria que vocês pudessem ver o sorriso da igreja subterrânea (a igreja perseguida) ¾ tristeza carregada com um lindo sorriso.

A menina foi na direção do homem de quem ela esperava o pior, com um sorriso no rosto, e lhe falou: “Eu amo muito você.”

Ele se deteve estupefato. Ela continuou: “Não se espante. Se você pudesse visitar a nossa igreja, você ia ver quantas garotas bonitas iriam amar você. Não acredite no espelho que você é feio. Isso não é verdade. Você tem um tesouro que não tem preço em seu coração. Você é tão valioso que o Filho de Deus deixou o céu e todo o seu esplendor porque ele ama você. Ele o ama e quer que você vá morar com ele no céu.”

Não tenho como repetir cada palavra que ela falou, mas ela levou aquele homem a Cristo. Logo que se converteu, ele foi expulso da polícia que resolveu matá-lo. Eles queriam que parecesse suicídio, e agiram rápido na casa de Nadionoff e fugiram em seguida.

Logo que eles fugiram aconteceu o seguinte: irmãos que tinham ouvido falar da conversão dele foram visitá-lo e o encontraram pendurado pelo pescoço. Cortaram a corda e conseguiram salvar a sua vida. Ele se tornou membro da igreja batista. Que linda história! É preciso existir o lado do mal para que a beleza possa brilhar. Sem aqueles que deram os açoites e sem aqueles que enfiaram os cravos nas mãos e pés de Jesus, a história da sua ressurreição e ascensão, e da nossa salvação não teria acontecido.

Aquela pobre menina orou para não ser entregue nas mãos de Nadionoff. Qualquer um de nós teria orado do mesmo jeito. Se ela não tivesse sido entregue, a salvação de Nadionoff não teria acontecido e, por meio dele, quem sabe de quantos mais.

É isto que aprendemos na prisão: que há propósito no nosso sofrimento e em nossas orações não respondidas. “Seja feita não a minha, mas a Tua vontade.”

Richard Wurmbrand

Fundador da missão “A Voz dos Mártires”, passou quatorze anos nas prisões romenas. Ele é o autor de “Torturado por Amor a Cristo”.

Fonte: http://www.vozdosmartires.com.br/