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O Que Significa a Proliferação de Falsos Cristos?

Posted in Falsos Mestres with tags , , , , , , , , , , , , , , on 08/12/2010 by Roberto Aguiar

Falando Jesus sobre os sinais que tornariam evidente a sua segunda vinda, Ele apontou o surgimento de falsos Cristos como um dos fortes indícios de seu eminente retorno. Disse Jesus:

“ Então se alguém lhes disser: O Messias chegou em tal e tal lugar, apareceu aqui, ali, ou naquela vila mais adiante, não acreditem nisso. Porque se levantarão falsos Cristos, e falsos profetas que farão milagres maravilhosos, de tal maneira que, se possível, até os escolhidos de Deus seriam enganados. Vejam que eu lhes avisei. Portanto, se alguém lhes disser que o Messias voltou e está lá no deserto, não se dêem ao trabalho de ir ver. Ou que Ele está escondido em certo lugar, não creiam nisso!” Mateus 24: 23-26.

Falsos profetas sempre existiram ao longo da história, e principalmente há partir do surgimento do cristianismo. No entanto o caso de pessoas se dizendo Cristo, o próprio Deus, eram raros até o início do século XX. Há partir desse período foi se intensificando o surgimento de pessoas se alto denominando Deus, o que comprova o cumprimento dessa profecia de Jesus. Se alguém duvida da veracidade dessa profecia, dê uma olhada nos exemplos abaixo.

SÉCULO XIX


John Nichols Thom  (1799 – 1838)


Foi um inglês que declarou-se “salvador do mundo” e se tornou um pregador errante. Ele usava trajes coloridos incluindo um bordado de Cruz de Malta e uma espada que ele alegou ser Excalibur . Thom reuniu um público de mais de cem pessoas e os convenceu de que sua fé era invulnerável ao aço e balas. Ele também alegou que se fosse morto, voltaria à vida três dias depois.

Arnold Potter

Arnold Potter (1804 – 1872) foi um americano que se auto-declarou Messias e líder de uma seita cismática do movimento mórmon. Potter se referia a si mesmo como Cristo Potter. Os seguidores de Potter foram descritos como poucos mas devotos. É interessante observar que nos últimos dias de sua vida, Potter passou a se chamar “ Harry Potter a Estrela da Manhã”.


Ayya Valkundar


Ayya Vaikundar, de acordo com a escritura do Ayyavazhi, foi uma encarnação de Deus num jovem indiano chamado Mudisoodum Perumal entre (1810 – c. 1851). Aos 24 anos o jovem foi atingido por uma doença grave e sofreu por um ano. Sua mãe levou o filho doente ao templo em Thiruchendur, durante um festival religioso. Lá, o jovem entrou no mar e desapareceu. Os pais procuraram por seu corpo um dia inteiro. Segundo a lenda, no terceiro dia Vishnu apareceu na praia, ao vê-lo, a mãe tentou abraçá-lo mas o deus que tinha se apoderado do jovem lhe disse que ele não era mais seu filho, mas o filho do deus Narayana. Então ele começou a caminhar em direção ao sul da India. Este lugar se tornou um lugar sagrado para os devotos de Ayyavazhi e eles construíram um templo lá chamado-o Avatharappathi na Thiruchendur. Este evento é comemorado durante o festival de Ayya avataram Vaikundar. O culto a Ayya Valkundar tem milhares de seguidores na Índia.

http://www.ayyavazhi.org/

http://www.vaikunt.org

Joseph C. Dylkes

Joseph C. Dylkes , também conhecido como o Deus Leatherwood , era uma figura messiânica do estado de Ohio nos Estados Unidos. Ele apareceu pregando em 1828 numa capela. Todos foram pegos de surpresa ao verem um estranho, vestido em um terno de casimira preta, casaco, gravata branca e usando um chapéu de feltro amarelo, e parecia estar entre as idades de 45 e 50 e ostentando cabelos pretos e longos. O estranho convenceu alguns membros das congregações e participou de vários encontros religiosos e, por vezes, pregou. Ele começou a declarar-se um ser celestial, e acabou dizendo que ele era o Messias que veio estabelecer um reino que jamais deveria acabar. Algumas famílias aceitaram suas reivindicações e se tornaram seus seguidores, criando uma polêmica no vale de Ohio. Alguns de seus fiéis, como Michael Brill e Robert McCormick morreram crendo em Dylkes.

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Baha Ullah

Mírzá Husayn-‘Alí (1817 – 1892) foi um iraniano que se proclamou Bahá’u’lláh, em árabe “A Glória de Deus” sendo o fundador da Fé Bahá’í. Bahá’u’lláh declarou ser ele o cumprimento da profecia Bábí: “Aquele que Deus fará manifesto”, e portanto a “Suprema Manifestação de Deus”. A Fé Bahá’í se tem como inaugurador de um novo ciclo profético, posterior aos de Krishna, Abraão, Moisés, Zaratustra, Buda, Jesus, Maomé e Báb. Baha Ullah declarou que Ele era o “Prometido” de todas as religiões, cumprindo as profecias messiânicas encontradas nas religiões mundiais. Ele declarou ser os vários messias das religiões convertido em uma só pessoa no sentido espiritual, ao invés de material. Ele mesmo era o cumprimento das profecias messiânicas e escatológicas encontradas nos escritos das religiões principais. Hoje a comunidade bahá’í congrega cerca de cinco milhões de pessoas, residentes em 166 nações. A sua rica diversidade abrange pessoas da maioria de 2100 diferentes grupos étnicos.

Site da organização: info.bahai.org

Mirza Ghulam Ahmad

(1835 – 1908) foi uma figura religiosa da Índia e fundador do movimento Ahmadia . Ele alegou ser o prometido Messias(Cristo) em sua Segunda Vinda, e o Mahdi esperado pelos muçulmanos no fim do mundo. Viajou por todo o subcontinente da Índia pregando suas idéias e ideais religiosos e ganhou uma considerável fama durante sua vida. Ele é conhecido por ter se envolvido em inúmeros debates e diálogos com as lideranças muçulmana, cristã e hindu. Ghulam Ahmad fundou o movimento Ahmadia em 23 de março de 1889. Ghulam Ahmad foi autor de 80 livros em vários temas religiosos e possui seguidores por todo o oriente médio Índia e Paquistão.

http://www.alislam.org/

Cyrus Teed

Cyrus Reed Teed (1839 – 1908) foi um médico americano e alquimista. Teed acreditava que fora visitado por um espírito divino que lhe disse que ele era o messias. Inspirado, Teed prometeu aplicar os seus conhecimentos científicos para “redimir a humanidade.” Ele imediatamente mudou seu nome para “Koresh,” no hebraico é a palavra para Ciro.Virou líder religioso e messias. Em 1869, reivindicando inspiração divina e propôs um novo conjunto de idéias científicas e religiosas que chamou de Koreshanity, incluindo uma única teoria da Terra oca que defende que o céu e a terra existem no interior da superfície interna de uma mesma esfera. Em 1870, fundou em Nova Iorque a Unidade Koreshanos, uma comunidade em torno de seus ensinamentos. Após um pico em 250 seguidores em 1903-1908, o grupo entrou em declínio após a sua morte e desapareceu em 1961.

http://koreshan.mwweb.org/virtual_exhibit/index.htm

http://koreshan.mwweb.org/teed.htm

William W. Davies

William W. Davies (1833-1906), líder mórmon que abandonou o movimento e fundou um grupo que se chamava “Reino dos Céus”, localizado em Walla Walla, Washington. Ele ensinou aos seus seguidores que ele era o arcanjo Miguel, e que já havia vivido a vida também como o  Adão , Abraão e Davi . Quando seu filho Arthur nasceu em 11 de fevereiro de 1868, Davies declarou que a criança era a reencarnação de Jesus Cristo. Quando o segundo filho de Davies, David, nasceu em 1869, ele foi declarado como Deus, o Pai.

SÉCULO XX


Ahn Sahng-hong

Ahn Sahng-Hong (1918-1985), um sul-coreano que fundou a “Igreja Mundial da Sociedade da Missão de Deus”, em 1964. Seus seguidores o consideram a “Segunda Vinda de Jesus”. A igreja acredita que sua esposa Zahng Gil-Jah, é “Deus Mãe”, e que ela é  o que a bíblia chama de “Nova Jerusalém” Mãe, e que Ahn Sahng-Hong é Deus, o Pai . A sede da igreja está localizada na província de Kyunggi, cerca de uma hora de Seoul . A viúva Zahng também é presidente da “Fundação do Bem-Estar para uma Nova Vida”, e da organização internacional “We Love You Foundation” (fundação Nós Amamos Você). A igreja considera o sistema de família terrena como uma cópia e sombra do sistema famíliar celestial (Hb 8:5), consistindo de um Pai Celestial, Mãe Celestial, e os irmãos e irmãs espirituais (seres humanos). A Igreja tem 400 igrejas filiais na Coréia e 1.900 igrejas em 150 países, totalizando mais de 1.450.000 membros. A Igreja também é ativa em serviços voluntários e atividades de bem-estar em todo o mundo

                           Templo da “Igreja Mundial da Sociedade da Missão de Deus”

                                                            Deusa-mãe com seus fiéis

Site da igreja – http://english.watv.org/


Pai Divino


Pai Divino (1876 -1965), também conhecido como reverendo MJ Divino, foi um líder espiritual Afro-americano americano. O também conhecido como o “mensageiro”. fundou a Missão Internacional do Movimento de Paz, formulou a sua doutrina, e supervisionou o seu crescimento a partir de uma pequena congregação multirracial e internacional. Pai Divino alegava ser Deus ou exatamente a única expressão verdadeira do espírito de Deus. Pouco se sabe sobre o início da vida do Pai Divino, ou mesmo o seu verdadeiro de registro pois ele não os apresentava. Pai Divino recusou várias ofertas para escrever sua biografia, dizendo que a história de Deus não seria útil em termos mortais. Ele também se recusou a reconhecer sua origem familiar. Sua doutrina ensinava que ele havia cumprido todas bíblica profecias sobre a segunda vinda, em relação a si mesmo como Jesus Cristo renascido. Pai Divino também palestrou que ele era “a luz de Deus” e encarnou para mostrar como estabelecer o céu na terra e mostrar o caminho da vida eterna. Pai Divino arrastou milhares de seguidores dentro e fora da America.

http://peacemission.info/

Haile Selassie


Etiópia (1892-1975), foi o messias do movimento do rastafari . É reverenciado como o messias da Bíblia que voltou, Deus encarnado. O número de seus seguidores é estimado entre 200.000 e 800.000. O culto a Selassie foi iniciado a Iniciado na Jamaica na década de 1930. O movimento Rastafari reconhece Haile Selassie como uma figura messiânica que irá liderar uma idade de ouro e um futuro de paz eterna, de justiça e prosperidade. Ele manteve-se um Ortodoxo cristão Etíope por toda a sua vida. O movimento rastafári crê que Selassie ainda vive e que conduzirá os negros de volta à África. Seguidores famosos: Bob Marley, Peter Tosh, Walter Rodney, Mutabaruka, Benjamin Zephaniah. O culto rastafári se caracteriza pelo consumo da maconha como veículo de elevação espiritual.

http://www.himchurch.org/

http://reggaespotlights.blogspot.com/2007/06/imperador-haile-selassie-i-jah.html

Georges-Ernest Roux


Georges Roux (1903 – 1981) foi um ex-carteiro francês fundador da Aliança Universal (Universal Alliance), anteriormente conhecida como Igreja Cristã Universal (Église universelle chrétienne). Roux afirmou ser a reencarnação de Cristo e foi assim denominado o “Cristo da Montfavet”, uma vila de Avignon, na França, onde vivia então. Suas doutrinas incluíam dieta vegetariana, alto grau de proselitismo e curas milagrosas. O grupo cresceu rapidamente na França e em alguns outros países, contando com vários milhares de fiéis. Depois da morte de Roux, em 1981, a Igreja Cristã Universal foi substituído pela Aliança Universal, uma associação cultural fundada em agosto de 1983 e liderado por uma das filha de Roux. Em 1950, o grupo religioso foi objeto de críticas na mídia quando alguns fiéis e seus filhos morreram, depois de ter recusado tratamentos médicos.

Roux apresentou-se como um profeta perseguido, o próprio  Cristo e que veio realizar a lei do amor não realizado pelos representantes do Deus. Ele escreveu uma crítica forte as igrejas cristãs,  consideradas por ele como apóstatas. Pediu em uma carta ao Papa Pio XII para reconhecer oficialmente a sua reencarnação. Enviou cartas abertas para os sacerdotes, os ocultistas e teosofistas. Roux negou a existência do diabo, do pecado original, do nascimento virginal e da ressurreição de Jesus, e dos Evangelhos. Ele ensinou que todos podiam ser um curar, com oração e benção, se tivessem fé nele. O grupo anunciou o Juízo final para janeiro de 1980. De acordo com Le Monde, os seguidores disseram acreditar em discos voadores.

http://alliance-universelle.org/asp/index.asp

Ernest Norman


Ernest L. Norman (1904 – 1971) foi um americano engenheiro elétrico e co-fundador da Academia de Ciências Unarius.  Norman acreditava que ele foi Jesus em uma vida passada, e que nessa ultima encarnação terrena veio como um arcanjo chamado Rafael. A doutrina de Norma alega comunicação com extraterrestres de culturas muito mais avançadas que a do homem. Norman morreu de uma infecção na garganta.

Princípios e crenças:

- Tudo é energia

- A energia nunca é criada ou destruída, apenas muda de forma

- Você é energia, e a energia que compreende que nunca é destruída, mas também muda sua forma

- Você, como uma forma de energia indestrutível, possui uma alma que tem registrado dados de vidas passadas

- Todos os acontecimentos que você atualmente tem foram orinados em vidas passadas e ações passadas

- Para progredir é preciso registrar ações mais positivas do que as ações negativas

atos negativos devem ser compensadas por ações positivas

- Existem vários estratos (fora do mundo físico), onde seres de natureza superior e inferior residem

http://www.unarius.org/

http://home.pacifier.com/~dkossy/unarius.html

Krishna Venta


Nascido Francisco Herman Pencovic (1911 – 1958) na California,  Venta fundou a (Sabedoria, Conhecimento, Fé e Amor) Fonte WKFL do culto do Mundo em Simi Valley, Califórnia, no final de 1940. Tornou famoso na imprensa em 1940 e 1950 pelos trajes e o andar descalço. Requeria que seus membros masculinos deixasem crescer a barba e usarem cabelos compridos.  O grupo foi responsável por uma infinidade de aspectos positivos, incluindo a luta contra incêndios, oferecendo abrigo para os necessitados, os sem-abrigo e alimentação. Venta declarou, “Eu sou o Cristo, Eu sou o novo messias.” venta alegou também ter trazido um comboio de naves espaciais para a Terra, vinda de Neophrates, um planeta extinto. Ele faleceu 1958 assassinado  por dois antigos seguidores descontentes, que acusaram Venta de mau uso de fundos do culto e de ter tido relações  íntimas com suas esposas. O movimento diminuiu rapidamente após a morte de Venta, e o culto deixou de existir completamente em meados da década de 1970.

http://www.krishna-venta.com/

http://www.brotherasaiah.us/

http://krishnaventa.blogspot.com/

Yahweh ben Yahweh


Hulon Mitchell Jr. (1935 – 2007), um jovem pastor da terra pobre de Oklahoma, E.U.A, subiu ao status de divindade e fundou a igreja “Nação do Senhor” com 12.000 seguidores. Sua mensagem, “os negros são os verdadeiros judeus”, uma das 12 tribos de Israel que foram expulsas de sua terra natal nos tempos do Antigo Testamento. Deus era negro, assim como os apóstolos. Ele disse que era o messias negro, ben Senhor Javé, em hebraico “Deus filho de Deus”, e que iria levá-los de volta para a terra prometida de Jerusalém para estabelecer seu reino. Sua mensagem de emancipação dos negros e superioridade racial ressoou forte em muitos afro-americanos que eram confrontados diariamente pelo racismo. Entre aqueles que se juntaram ao culto do Senhor Javé Ben havia jovens da comunidade, assistentes do xerife, anciãos, e ex-presidiários recém-saídos da prisão. Eles permitiram que Ben controlasse cada aspecto de suas vidas, de sua dieta às suas finanças, e até seu comportamento sexual. A “Nação do Senhor” remodelou uma série de edifícios em Miami. Estes edifícios permitiriam o crescimento e desenvolvimento dos Yahwehs, nome dado aos seus seguidores. Ele se tornou o Messias da “Nação do Senhor”. Na época, suas atividades e esforços de caridade lhe renderam o respeito da comunidade. O prefeito de Miami, Flórida declarou o dia 7 de outubro de 1990, ” dia oficial de Ben Senhor Javé “, isto ocorreu um mês antes de seu indiciamento por crimes de assassinato.

http://www.yahwehbenyahweh.com/

Ariffin Mohamed


Ariffin Mohammed nascido em 1943, é o líder e fundador da Kerajaan Langit(Inglês: Sky Brasil), uma seita fundada por ele na Malásia. Foi expulso da Malásia pelo governo em 2005. Ariffin Mohammed é também conhecido como Ayah Pin (Ayah significa “pai”). Ele afirma ter contato direto com o céu e é considerado por seus seguidores como a reencarnação de Jesus, Buda, Shiva, e Muhammad, o rei do céu, o supremo objeto de devoção para todas as religiões.

Site – http://www.malaysiakini.com

Jung Myung Scok


É um sul-coreano nascido em 1945 anos que se auto-proclamou messias e líder de um grupo religioso chamado Providence. Ele também é conhecido pelos nomes de Josué Jung , Joshua Lee Jung, Joshua Lee, e JMS. Jung afirma que finalizou a missão incompleta de Jesus Cristo, ao afirmar que ele é o Messias e tem a responsabilidade de salvar toda a humanidade. Ele afirma que a doutrina cristã da ressurreição é falsa, mas que as pessoas podem ser salvas por meio dele. Em janeiro de 2008, o Supremo Tribunal da Coreia do Sul descobriu que Jung havia forçado duas de suas seguidoras a ter relações sexuais com ele como parte de um ritual de purificação religiosa. Em abril de 2009, o Supremo Tribunal da Coreia do Sul o condenou a 10 anos de prisão. Ele ensina que o pecado original de Eva foi ter relações sexuais com Satanás , e que o diabo pode ser derrotado por relações sexuais com o Salvador, no caso ele. A religião de Jung é vista como um problema sério na Coréia e no Japão por ser um dos mais notórios cultos da Ásia.

http://providencetrial.com/

Jose Luis De Jesus Miranda


É um porto-riquenio nascido em 1946 fundador e líder da igreja “Crescendo na Graça Ministério International Inc”. Este é um  movimento que ensina a “doutrina da Graça” baseado em Miami, Flórida . Ele afirma ser tanto Jesus Cristo que voltou como o anticristo, e exibe um ” 666 ” tatuado em seu antebraço. Ele se refere a si mesmo como “O Homem Cristo Jesus.” A sua igreja proclama-se o “Governo de Deus na Terra” e possui um símbolo similar ao dos Estados Unidos. Ao contrário do que se possa pensar, sua igreja é cada vez mais popular.

Em 2007, o jornal americano Dallas Morning News informou que “Jesús”, prega a seus seguidores em cerca de 35 nações, principalmente na América Latina, e tem 287 programas de rádio e uma hora de língua espanhola de TV. Seus seguidores celebram o Natal em 22 de abril, já que este é o dia que “Jesus” nasceu em Porto Rico. Eles afirmam que esse é o verdadeiro Natal.

http://www.cegenglish.com/

David Koresh


Vernon Howell americano (1959 – 1993), que mudou seu nome para David Koresh, foi o líder de uma seita chamada Ramo Davidiano. Koresh acreditava que ele próprio era o Cristo,  o “Filho de Deus”, o cordeiro que poderia abrir os “Sete Selos”. Sendo assim conseguiu arrebanhar cerca de 140 pessoas para uma fazenda denominada “Monte Carmelo”. Em 1993, sobe denúncias de pedofilia e bigamia por parte de Koresh, o FBI invadiu a fazenda, que depois de um cerco de 51dias que resultou no incêndio da sede dos seguidores do Ramo Davidiano. Koresh mais 54 adultos e 21 crianças morreram no incêndio. Nos dias de hoje alguns seguidores sobreviventes aguardam a ressurreição de seu messias.

http://www.rickross.com

http://www.the-branch.org/index.php

Sergei Torop


Sergey Anatolyevitch Torop é um russo nascido em 1961, conhecido por seus seguidores como Vissarion (místico). Fundou e dirige um movimento religioso conhecido como a “Ultima Igreja do Novo Testamento”. Ele tem cerca de 4.000 seguidores (chamados Vissarionites) em cerca de trinta aldeias nas imediações de sua base em Sun City e cerca de 10.000 seguidores em todo o mundo. Vissarion afirma ser a reencarnação de Jesus . Ele ensina a reencarnação, o veganismo(exclusão de qualquer produto animal), e o iminente fim do mundo, ou pelo menos da civilização como a conhecemos. Sua religião combina elementos da Igreja Ortodoxa Russa com o budismo , apocalípse, o coletivismo, e os valores ecológicos. O dinheiro é proibido e o objetivo do grupo é unir todas as religiões na Terra.

http://www.vissarion.eu/en/

Grigory Petrovich Grabovoy


É um matemático russo nascido em 1963 que afirma ter a capacidade de prever e evitar as catástrofes naturais provocadas pelo homem além de ressuscitar mortos. Ele também afirma ser Jesus Cristo em sua Segunda Vinda (possivelmente até mesmo a totalidade do Deus Uno e Trino). Suas opiniões são uma mistura complexa de Nova Era e Teosofia expressa em linguagem aparentemente científica.

www.grigori-grabovoi.ru/eng/index.htm
www.resurrectionnow.org
www.drugg.ru

Inri Cristo


Nome de batismo Álvaro Thais é um líder religioso brasileiro que proclama ser a reencarnação de Jesus Cristo. Inri fundou a organização “Suprema Ordem Universal da Santíssima Trindade (SOUST) em 1982. Ele afirma ter tido, aos 33 anos de idade, a “revelação” de sua verdadeira identidade, após ter feito jejum durante alguns dias em Santiago, no Chile. Antes disso, era conhecido como Iuri de Nostradamus, nome que adotou como vidente e conselheiro.

http://www.inricristo.org.br/

Hogen Fukunaga


Foi o fundador do movimento religioso “Ho No Hana Sanpogyo” É muitas vezes chamado de “culto deleitura em Pé”, porque seu fundador, Hogen Fukunaga, alegou que ele poderia fazer um diagnóstico através do exame dos pés das pessoas. Ele fundou o grupo em 1987 depois de uma suposta experiência espiritual onde ele afirmou ter percebido a informação de que ele era a reencarnação de Jesus Cristo e Buda . O grupo conseguiu 30.000 membros.

Maria Devi Christos


Marina Tsvigun é uma russa nascida 1961 e líder de uma organização religiosa chamada “Comunidade Nova de Iluminados da Humanidade”, também conhecido como “YUSMALOS” (acrónimo de Júpiter, Saturno, Marte, Lua, Orion e Sirius) ou “A Grande Fraternidade Branca”. Após o colapso da União Soviética foi um dos movimentos espirituais em evidência, as ex-repúblicas, compreendendo cerca de 80.000 membros em contagem oficial. Em 1990 ela participou de palestras milenarista de Yuri Krivonogov, fundador da “Fraternidade Branca”, que reconheceu a Marina como um novo messias e mais tarde se casou com ela, assumindo na organização o papel de “João Batista”. Ela mudou seu nome para Maria Devi Christos a “Grande Mãe El Moria”. Ela continua sua missão espiritual, organizado como “A Escola Mística de ISIS e seus seguidores. “

http://glavnoe.ua/articles/a1404



Michael Travesser


Wayne Bent conhecido como Michael Travesser é o fundador da organização religiosa “Igreja O Senhor Justiça Nossa”, às vezes chamado de “Cidade Forte” no estado do New Mexico, E.U.A. Em 2008, a comunidade era composta por cerca de cinqüenta pessoas. Bent que saiu da igreja adventista afirma que durante uma experiência espiritual em sua sala de estar, em Junho de 2000, Deus lhe disse: “Tu és o Messias “. Bent, desde então, afirmou: “Eu sou a encarnação de Deus. Eu sou a divindade e a humanidade em conjunto.” Bent está preso por abusar sexualmente de menores de sua igreja.

http://strongcity.org/

Reverendo Moon

Sun Myung Moon (1920), mais conhecido como reverendo Moon é um coreano fundador e líder da “Igreja mundial da Unificação”. Moon é bilionário, e um magnata da mídia. Ele tem títulos honoris-causa de mais de sete universidades e faculdades em todo o mundo. Moon é membro da Comissão de Honra do Ministério da Unificação da República da Coréia e fundador de muitas outras organizações e projetos. Entre a mais conhecidas, estão a “Notícias Mundiais das Comunicações”, um conglomerado de mídia internacional que publica o “The Washington Times” e outros jornais, e do Grupo Tongil , um grupo empresarial sul-coreano com interesses comerciais em todo o mundo. Moon é proprietário da maior rede de restaurantes sushi dos EUA e o segundo maior exportador de bens coreanos. Em algumas áreas dos Estados Unidos, ele é o maior empregador. É proprietário da maior empresa de helicópteros da Ásia, e também de uma fábrica de automóveis na Coréia do Norte (RPDC), chamada Pyeonghwa Motors. Três de sua ONGs, ou seja, a “Universal Peace Federation“, a “Federação das Mulheres para a Paz Mundial” e “Serviço de Paz” , estão trabalhando como consultores no Conselho Econômico e Social da ONU. Moon alegou, e é visto pelos membros da Igreja da Unificação, como o Messias, e a “Segunda Vinda de Cristo”, “ele está cumprindo a missão inacabada Jesus”. Os membros da Igreja são estimados em alguns milhões.

Marshall Applewhite

Marshall Applewhite (1931-1997), foi o fundador da “seita” Heaven’s Gate(Portões do Céu), que levou ao suícidio coletivo 39 membros (incluindo ele mesmo). Seu pai era um pastor presbiteriano e ele esperava seguir os passos de seu pai e se tornar um pregador também, por isso se formou em música e Teologia. Marshall conheceu Bonnie Nettle, com quem se casou, formando o casal Te e Do, e baseado em referências bíblicas, fundaram a seita em meados dos anos 70. Marshall se dizia Jesus Cristo e o motivo do suicídio foi o encontro com ETs, que estavam numa nave espacial que se escondia atrás do cometa Hale-Bopp, que passaria perto da órbita da terra naquele ano.

Matayoshi Mitsuo

 

Matayoshi Mitsuo (1945) é um ativista político japonês, conhecido como, Jesus Matayoshi,  e líder do Partido Comunidade Econômica Mundial. Matayoshi foi membro de igrejas evangélicas, recebendo treinamento para ser pregador.  Através de seus estudos religiosos desenvolveu um conceito particular de cristianismo fortemente influenciado pela escatologia . Em 1997 ele estabeleceu a” Comunidade Económica World Party”, um partido político com base em sua convicção de que ele é Deus. Seu conceito é ao mesmo tempo religioso e político. De acordo com a sua doutrina, ele fará o último Julgamento da humanidade como Cristo, mas dentro do sistema político atual. Seu primeiro passo deverá ser nomeado primeiro-ministro do Japão . Então ele reformará a sociedade japonesa e se oferecerá para o cargo de Secretário-Geral das Nações Unidas . Então Matayoshi reinará sobre o mundo inteiro com duas autoridades legítimas, não apenas religiosa, mas também política. O sistema econômico mundial será alterada para incentivar todas as nações a serem auto-suficientes, baseadas na agricultura. Depois de sua Ressurreição, Matayoshi irá lançar o corrupto no Fogo conforme o livro de Apocalipse.

Roberto Aguiar

Ultima atualização: 18/02/2012

Fonte: Wikipedia

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http://strongcity.org/

A Incontornável Vida de Renúncia

Posted in Vida Prática on 05/12/2010 by Roberto Aguiar

A vida de renúncia é o ato de devolver a Jesus a vida que Ele lhe concedeu. É abandonar o controle, os direitos, o poder, a direção, tudo o que você faz e diz. É entregar totalmente a vida em Suas mãos, para que Ele a conduza como quiser.

O próprio Jesus viveu uma vida de renúncia: “Eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, mas a vontade daquele que me enviou” (João 6:38). “Eu não procuro a minha própria glória” (8:50). Cristo nunca fez algo da própria vontade. Ele nunca deu um passo, nem disse uma palavra, sem ser instruído pelo Pai. “Eu nada faço por mim mesmo; mas falo como o Pai me ensinou…porque faço sempre o que lhe agrada” (8:28-29).

A submissão total de Jesus ao Pai é um exemplo de como todos nós deveríamos viver. Você pode dizer: “Jesus era Deus na forma humana. Sua vida estava entregue antes mesmo de vir à Terra”. Mas a vida de renúncia não é imposta a ninguém, incluindo Jesus.

Cristo pronunciou estas palavras sendo um homem de carne e osso. Afinal, Ele veio ao mundo não para viver como Deus, mas como ser humano. Ele viveu a vida do mesmo modo que nós. E, como nós, tinha vontade própria. Ele optou por entregar esta vontade totalmente ao Pai: “Por isso o Pai me ama, porque dou a minha vida para a reassumir. Ninguém a tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou. Tenho autoridade para a entregar, e também para reavê-la” (João 10:17-18).

Jesus estava nos dizendo: “Não se enganem. Este ato de auto-entrega está totalmente sob a Minha vontade. Estou optando por dar a Minha vida. E não estou fazendo isto porque alguém Me disse para fazê-lo. Ninguém está tomando a Minha vida de Mim. Meu Pai Me deu o direito e o privilégio de entregá-la. Ele também deu a opção de Eu passar de Mim este cálice e evitar a cruz. Mas escolho fazê-lo, por amor e completa submissão a Ele”.

Nosso Pai celeste deu a todos nós este mesmo direito: o privilégio de escolhermos uma vida de renúncia. Ninguém é forçado a abrir mão de sua vida para Deus. Nosso Senhor não nos faz sacrificar nossa vontade, devolvendo-Lhe nossas vidas. Ele nos oferece livremente uma terra prometida, cheia de leite, mel e frutas. Mas podemos optar por não entrar neste lugar de plenitude.

A VERDADE É QUE PODEMOS TER TANTO DE CRISTO QUANTO QUISERMOS

Podemos nos aprofundar nEle o quanto optarmos, vivendo plenamente segundo Sua palavra e direção. O apóstolo Paulo sabia disso. E escolheu seguir o exemplo de Jesus – o de uma vida de submissão total.

Paulo tinha sido no passado uma pessoa que odiava Jesus, um perseguidor de cristãos convencido da própria justiça. Ele mesmo afirmou que literalmente respirava ódio contra os seguidores de Cristo. Também era um homem muito obstinado e ambicioso. Paulo era bem instruído, tendo sido ensinado pelos melhores mestres da época. E era fariseu, entre os mais zelosos líderes religiosos judeus.

Desde o princípio Paulo estava em ascensão, a caminho do sucesso. Ele tinha a aceitação da ordem religiosa da época. E tinha uma clara missão, com recomendações de seus superiores. Na verdade, ele tinha sua vida toda planejada, sabendo exatamente aonde estava indo. Paulo estava confiante de estar fazendo a vontade de Deus.

Mas o Senhor tomou este homem que venceu por si próprio, obstinado, independente – e o transformou num ardente exemplo da vida de renúncia. Paulo tornou-se uma das pessoas mais dependentes, plenas e conduzidas por Deus de toda a história. Em verdade, Paulo declara que a sua vida é um modelo para todos que quiserem viver inteiramente entregues a Cristo: “Mas, por esta mesma razão, me foi concedida misericórdia, para que, em mim, o principal, evidenciasse Jesus Cristo a sua completa longanimidade, e servisse eu de modelo a quantos hão de crer nele para a vida eterna” (1 Timóteo 1:16).

O apóstolo estava dizendo: “Se você quer saber quanto custa viver uma vida de renúncia, veja a minha. Você determinou em seu coração ir mais a fundo com Jesus? Aqui está o que você poderá ter que suportar”. Paulo sabia que poucos estariam dispostos a seguir seu exemplo. Mas a sua vida é um modelo para todos que escolherem a vida de renúncia integral.

1. O Caminho da Renúncia Começa com Deus nos Levando à Uma Sensação de Total Fragilidade.

Deus inicia o processo nos fazendo cair do alto do cavalo. Para Paulo isto aconteceu literalmente. Ele estava indo seguro de si em direção a Damasco, quando uma luz ofuscante veio do céu. Paulo foi derrubado ao chão, trêmulo. Então uma voz falou do céu, dizendo: “Saulo, Saulo, por que me persegues?” (Atos 9:4)

As palavras levaram Paulo de volta a um evento de meses atrás. De repente este justo fariseu compreendeu porque sua consciência estava irrequieta. Paulo tinha suportado longas noites de agitação, atormentado por inquietação e confusão – pois tinha visto algo que o abalara até o âmago.

Paulo tinha acompanhado o apedrejamento do apóstolo Estevão. Creio que Paulo lembrou do olhar na face de Estevão diante da morte. Estevão tinha uma expressão celestial, uma presença santa em torno de si. E suas palavras tinham tanto poder. Eram penetrantes e cheias de poder de convencimento. Este homem humilde não se importava nem um pouco com a aprovação do mundo; ele não estava impressionado com as autoridades religiosas. E não tinha medo da morte.

Tudo isto expunha o vazio da vida de Paulo. Este fariseu dos mais devotos percebeu que Estevão tinha algo que ele não possuía. Paulo tinha tido contato face à face com um homem totalmente submisso a Deus, e isto o tornou infeliz. Provavelmente ele pensou: “Eu me preparei durante anos lendo as escrituras. Mas este homem sem estudos proclama a palavra de Deus com autoridade. Eu tive sede de Deus toda a minha vida. Mas Estevão tem o próprio poder do céu, mesmo ao morrer. Ele claramente conhece Deus, como jamais encontrei outra pessoa. Todavia todo esse tempo, estive perseguindo a ele e aos seus companheiros”.

Paulo sabia que estava faltando algo em sua vida. Ele tinha conhecimento de Deus, mas nenhuma revelação própria, como Estevão. Agora, de joelhos e tremendo, ele ouve estas palavras do céu: “Eu sou Jesus, a quem tu persegues” (Atos 9:5). Foi uma revelação sobrenatural. E as palavras viraram o mundo de Paulo de cabeça para baixo. Creio que à estas alturas, ele deve ter ficado durante horas sobre sua face, chorando, como que dizendo:

“Eu estava totalmente enganado. Gastei todos estes anos com educação e estudo, praticando boas obras. Mas o tempo todo, eu estava no caminho errado. Jesus é o Messias. Ele veio, mas eu não O conheci. Todas aquelas passagens em Isaías fazem sentido agora. Eram a respeito de Jesus. Agora entendo o que Estevão possuía. Ele tinha um conhecimento íntimo de Cristo”.

A escritura diz: “Trêmulo e assustado (Paulo) disse: Senhor, que queres que eu faça?” (Atos 9:6). A conversão de Paulo foi uma obra dramática do Espírito Santo. E que convertido incomum foi este homem. Ele era o perseguidor do povo de Deus. Seu testemunho seria uma evidência poderosa e irrefutável para o evangelho de Jesus Cristo. Certamente Deus iria usar Paulo de maneiras incríveis. “Levanta-te e entra na cidade, onde te dirão o que te convém fazer” (9:6).

Tente imaginar Paulo então. Este fariseu com alto grau de escolaridade estava agora emudecido e cego. Ele teve de ser conduzido à cidade pelos amigos. Parecia que tudo na sua vida tinha desmoronado. Mas a realidade é a seguinte: Paulo estava sendo conduzido pelo Espírito Santo à uma vida de renúncia. Quando ele pergunta: “Senhor, que queres que eu faça?”, seu coração estava clamando: “Jesus, como posso servir-Te? Como posso Te conhecer e agradar? Nada mais importa. Tudo que tenho realizado na minha carne é estrume. Tu és tudo para mim agora”.

Paulo passou os tres dias seguintes jejuando e orando. Todavia nenhuma palavra veio do céu. Ele tinha ensinado e pregado a outros, mas nenhum dos seus conhecimentos podia ajudá-lo agora. Ele estava totalmente fragilizado. Ele deve ter orado: “Ó Deus, Tu me destes um desejo tão grande em conhecer-Te. Por favor, mostra-me o que fazer. Estou tão cego e confuso, nada faz sentido”.

Digo a todo seguidor consagrado a Jesus: preste atenção à esta cena. Aqui está o modelo para a vida de renúncia. Quando você decidir a se aprofundar em Cristo, Deus colocará um Estevão no seu caminho. Ele o confrontará com alguém cujo semblante tem o brilho de Jesus. Esta pessoa não está interessada nas coisas do mundo; não se preocupa com os aplausos dos homens. Ela se preocupa apenas em agradar ao Senhor. E a vida dela vai expor a complacência e as concessões que você tem feito, condenando-o seriamente.

Assim como Paulo, você sentirá repentinamente a sua falência. Perceberá que independente de quantas boas obras tenha procurado realizar, você não encontrou Jesus. E terminará num beco sem saída: confuso, desorientado, incapaz de dar um sentido à toda a revelação anterior. Mas será tudo um agir de Deus. Ele o levará a este estado de total desamparo.

2. O caminho da Renúncia Leva a Muito Sofrimento.

“Este é para mim um instrumento escolhido, para levar o meu nome perante os gentios, os reis e os filhos de Israel; pois eu lhe mostrarei quanto lhe importa sofrer pelo meu nome” (Atos 9:15-16). Paulo recebeu a promessa de um ministério frutífero. Mas teria que suportar grandes sofrimentos para realizá-lo.

Sofrimento é um assunto amplo, incluindo muitos tipos diferentes de dor: agonia física, angústia mental, aflição emocional, dor espiritual. De acordo com as escrituras, Paulo experimentou cada uma delas. Ele sofreu um espinho na carne, naufrágios, apedrejamentos, açoites, roubos; enfrentou rejeição, zombaria, mexericos maliciosos; suportou perseguições de todos os tipos. E às vezes sentiu-se perdido, confuso, incapaz de ouvir algo de Deus.

Este modelo de sofrimento da vida de Paulo não será experimentado por todos que buscam a vida de renúncia. Mas de alguma maneira, todo crente consagrado irá se defrontar com a dor. E há um propósito atrás de tudo isso. Veja, sofrimento é uma área da vida sobre a qual não temos controle. É a área na qual aprendemos a nos render à vontade de Deus.

Eu chamo este sofrimento de escola da renúncia. É um local de treinamento onde, como Paulo, caímos sobre nossas faces e terminamos clamando: “Senhor, não dá para agüentar issso”. Ele responde: “Bom. Deixe comigo. Entregue tudo a Mim, corpo, alma, mente, coração, tudo. Confie plenamente em Mim”.

Se você tomar o caminho da renúncia, da submissão completa, sofrerá muito mais do que o cristão mediano, complacente. Se um crente que faz concessões sofre, é apenas para o seu benefício. O Senhor pode estar usando a dor para desabituá-lo de algum pecado particular. E ninguém mais vai aprender com as suas lições. Mas se você deseja a vida de renúncia, o seu sofrimento eventualmente se tornará um grande conforto para outros. Paulo afirma:

“Bendito seja o Deus…o Pai de misericórdias e Deus de toda consolação. É ele que nos conforta em toda a nossa tribulação, para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus. Porque, assim como os sofrimentos de Cristo se manifestam em grande medida a nosso favor, assim também a nossa consolação transborda por meio de Cristo. Mas, se somos atribulados, é para o vosso conforto e salvação; se somos confortados, é também para o vosso conforto, o qual se torna eficaz, suportando vós com paciência os mesmos sofrimentos que nós também padecemos” (2 Coríntios 1:3-6).

Paulo está falando aqui de sofrimentos que são permitidos por Cristo. Nosso Senhor permite estas dores nas nossas vidas, para nos tornar testemunhas da Sua fidelidade, diante dos outros. Ele quer confirmar que é o “Deus de toda consolação” (1:3). O objetivo do nosso sofrimento não é apenas nos levar à uma completa entrega à Sua vontade. Também é para “vossa (dos outros) consolação e salvação” (1:6). Resumindo, os maiores ministérios de consolação são fruto dos nossos maiores sofrimentos.

3. O Caminho da Renúcia Leva à Uma Única Ambição.

Paulo não tinha outra ambição, outra força que o impulsionava na vida, do que esta: “Que possa ganhar a Cristo” (Filipenses 3:8).

Conheço um jovem pregador, homem de Deus, que tem amizade com muitos outros pregadores jovens pelo país inteiro. Perguntei-lhe qual ele considerava ser o maior problema entre seus companheiros. Ele disse: “A pressão para ser bem sucedido”. Sua resposta me espantou. Eu sabia que a busca do sucesso é comum na sociedade secular. Então também é uma praga na igreja? Ele explicou: “Ministros jovens acham que precisam produzir grandes números na sua igreja imediatamente. Eles sentem uma forte pressão para apresentar crescimento da noite para o dia”.

Isto também é um problema para ministros mais antigos. Eles vêm trabalhando árduamente durante anos, esperando ver sua igreja crescer. Quando então uma nova igreja, de um pastor jovem, começa a crescer, os mais velhos se sentem pressionados a conseguir o mesmo. Eles correm para conferências sobre crescimento de igrejas, procurando técnicas para aumentar seus números.

Já perdi a conta de quantas cartas tenho recebido, que dizem basicamente o seguinte: “Nosso pastor acaba de retornar de uma conferência, animado com uma ‘nova fórmula de sucesso’. Diz que nossos cultos precisam ser mais amigáveis com pecadores. Então ele alterou completamente o louvor, bem como os sermões. É um lugar diferente agora. Alguns meses atrás o Espírito Santo se movia poderosamente aqui. Mas agora as pessoas estão saindo, porque o Espírito foi embora”.

Um pastor ficou perplexo diante do conselho de um especialista em crescimento de igrejas. Este lhe disse: “Sua igreja não pode crescer se Jesus é tudo o que você oferece”. Este “especialista” omitiu Cristo! A resposta a qualquer problema da igreja está prontamente disponível, mas este homem não a conheceu. Como? Ele se afastou justamente da ambição que Paulo diz ser necessária: ganhar a Cristo.

Pelos padrões atuais de sucesso, Paulo foi um fracasso total. Ele não construiu nenhum prédio. Ele não tinha uma organização. E os métodos que ele usava eram desprezados por outros líderes. Na verdade, a mensagem que Paulo pregava ofendia muitos de seus ouvintes. Às vezes foi até apedrejado por isso. Seu assunto? A cruz.

Jovens ministros tem dito: “Irmão David, você é um sucesso. Você tem um ministério pelo mundo todo. Você pastoreia uma mega-igreja. Até escreveu um best-seller. A sua reputação é para a vida toda. Bem, e eu? Por que não posso ir pelo mesmo caminho?”.

Às vezes tenho me sentido tentado a responder: “Mas eu paguei um preço. Você não conhece os sofrimentos que passei nesta caminhada”. Não, esta não é a resposta. O fato é que conheço homens bem mais piedosos que eu, que sofreram bem mais do que poderia sequer imaginar. Foram fiéis e consagrados, suportando terríveis sofrimentos, alguns até à morte. Todavia os nomes destes homens não são conhecidos pelo mundo afora.

Esta não é absolutamente a questão. Quando todos estivermos diante de Deus no julgamento, não seremos julgados segundo nossos ministérios, nossas realizações ou o número de convertidos. Haverá apenas uma medida para o sucesso neste dia: nossos corações estavam totalmente entregues a Deus? Pusemos de lado as nossas próprias vontades e prioridades, para aceitar as dEle? Sucumbimos à pressão dos outros e seguimos a multidão, ou buscamos apenas a Ele para nos guiar? Corremos de um curso para outro procurando um objetivo na vida, ou encontramos a nossa realização nEle?

Eu tive o chamado para pregar a palavra de Deus desde os oito anos de idade. E posso dizer honestamente que, durante toda a vida, a minha maior alegria tem sido ouvir o Senhor. Eu sei que quando estou diante das pessoas para pregar, estou divulgando uma mensagem que Deus me deu. E esta mensagem precisa trabalhar na minha própria alma, antes de me atrever a pregá-la a outros. Deleito-me em esperar no Senhor, para ouvir: “Este é o caminho, ande por ele”.

Agora, aos setenta anos, tenho apenas uma ambição: aprender mais e mais a dizer apenas as coisas que o Pai me dá. Nada que digo ou faço de mim mesmo vale alguma coisa. Quero poder afirmar: “Sei que meu Pai está comigo, pois faço apenas a Sua vontade”.

4. O Caminho da Renúncia Traz Contentamento Onde Quer que Você Esteja, e Com o quê For que Possua

Muitos cristãos vivem descontentes continuamente. Nunca estão satisfeitos com o que têm. Estão sempre olhando para o futuro, pensando: “Se conseguir pelo menos fazer isto, ou ter aquilo, estarei feliz.” Mas sua realização nunca chega.

Contentamento foi um enorme teste na vida de Paulo. Afinal, Deus disse que o usaria poderosamente: “Este é para mim um vaso escolhido, para levar o meu nome perante os gentios, os reis e os filhos de Israel” (Atos 9:15). Quando Paulo inicialmente recebeu esta comissão, “logo, nas sinagogas, pregava que Jesus era o Filho de Deus” (9:20). O apóstolo ficava mais ousado a cada sermão: “Saulo, porém, se fortalecia cada vez mais e confundia os judeus que habitavam em Damasco, provando que Jesus era o Cristo” (9:22).

O que aconteceu em seguida? “Os judeus deliberaram entre si matá-lo” (9:23). Seria o fim – ao chamamento a Paulo para pregar aos filhos de Israel. Eles não só rejeitaram sua mensagem, mas tramaram sua morte. Que início desastroso para um ministério que Deus disse seria poderoso.

Paulo então decidiu ir a Jerusalém, para se encontrar com os discípulos remanescentes de Jesus. “Mas todos o temiam, não acreditando que fosse discípulo” (9:26). Agora Paulo enfrentava uma rejeição ainda pior. Seus próprios irmãos em Cristo o rejeitavam.

Finalmente, Paulo raciocinou assim: “Ao menos posso alcançar os gentios”. Todavia, quando um proeminente gentio, Cornélio, procurou um pregador para compartilhar o evangelho, ele não pediu a Paulo. Em vez disso, se dirigiu a Pedro. Sem dúvida, Paulo ouviu as notícias gloriosas vindas da casa de Cornélio: “O Espírito Santo desceu sobre os gentios. O Senhor revelou Cristo a eles!”.

Posteriormente, na conferência de Jerusalém, Paulo teve de ouvir Pedro declarando: “Irmãos, bem sabeis que já há muito tempo Deus me elegeu dentre vós, para que os gentios ouvissem da minha boca a palavra do evangelho e cressem” (Atos 15:7). Aparentemente, Deus tinha determinado que o avivamento entre os gentios viria através de outra pessoa. Pelo que Paulo percebia, ele estaria de fora, observando as coisas acontecerem.

O que você acha que passou pela cabeça de Paulo ao vivenciar estas coisas? A verdade é que através de tudo isso – o desapontamento, a dor, as ameaças à sua vida – Deus estava ensinando ao seu servo uma coisa crucial: Paulo estava aprendendo a ter contentamento, gradualmente, passo a passo.

Mais tarde, quando Paulo pregou na Antioquia, sua mensagem foi contestada pelos líderes judeus. Então Paulo declarou: “Eis que nos voltamos para os gentios” (Atos 13:46). Paulo pregou lá aos não judeus, e muitos se converteram; “e divulgava-se a palavra do Senhor por toda aquela região” (13:49). Mas antes que pudesse saborear a vitória, “os judeus incitaram as mulheres devotas de alta posição…e levantaram uma perseguição contra Paulo e Barnabé, e os lançaram fora da sua região” (13:50).

Em seguida Paulo voltou sua atenção para Icônio. Ao pregar lá, mais uma vez “creu uma grande multidão, tanto de judeus como de gregos” (14:1). Um avivamento caiu sobre a cidade. Mas, novamente “houve um motim tanto dos gentios como dos judeus, juntamente com as suas autoridades, para os ultrajarem e apedrejarem” (14:5).

Você pode imaginar a confusão e o desencorajamento de Paulo? A cada movimento, o seu chamado parecia frustrado. Deus lhe tinha prometido um ministério de evangelização com muitos frutos. Mas cada vez que pregava, ele era amaldiçoado, rejeitado, agredido, apedrejado. Como ele respondia? “Aprendi a viver contente em toda e qualquer situação” (Filipenses 4:11).

Paulo não questionava, nem reclamava. Ele não buscava saber quando chegaria a pregar a reis e governadores. Ele dizia, basicamente: “Posso não estar vendo agora o que o Senhor me prometeu. Mas estou avançando pela fé, pois estou contente em ter Jesus. Por causa dEle, posso viver cada dia – ao máximo”.

O Contentamento de Paulo em Qualquer Circunstância Era o Resultado de uma Vida Submissa.

Paulo não tinha pressa de ver tudo cumprido na sua vida. Ele sabia que tinha uma pétrea promessa de Deus, e se apegou à ela. No momento ele estava contente em poder ministrar em qualquer lugar que estivesse: testemunhando a um carcereiro, a um marinheiro, a algumas mulheres na beira do rio. Este homem tinha uma missão de âmbito mundial, no entanto era fiel no testemunhar de um em um.

Paulo também não tinha ciúmes de pessoas mais jovens que pareciam deixá-lo para trás. Enquanto eles viajavam o mundo, ganhando judeus e gentios para Cristo, Paulo estava na prisão. Era obrigado a ouvir notícias a respeito de grandes multidões sendo convertidas por homens – com os quais ele tinha discutido sobre o evangelho da graça. Mas Paulo não os invejava. Ele sabia que uma pessoa entregue a Cristo pode viver tanto na escassez quanto na abundância: “Grande fonte de lucro é a piedade com o contentamento… tendo, porém, alimento e com que nos vestir, estejamos contentes” (1 Timóteo 6:6-8).

O mundo hoje poderia dizer a Paulo: “Você está no fim da vida agora. Todavia não tem economias, nem investimentos. Tudo que tem é uma muda de roupa”. Eu sei qual seria a resposta de Paulo: “Ah, mas eu ganhei a Cristo. De fato tenho a verdadeira vida”.

“Mas o diabo está te importunando continuamente, Paulo. Você vive em dor constante. Na verdade, você sofre mais que qualquer outro que conheço. Como pode ser isto?”

Paulo responderia: “Eu me glorio nas minhas aflições. Quando estou fraco, aí é que na verdade estou mais forte. Não meço minha força pelos padrões do mundo, mas pelos do Senhor.”

“E quanto a seu rival, Apolo? Ele tem a atenção das massas. Mas você ministra apenas a pequenos grupos, ou mesmo uma pessoa. Apolo é um orador eloqüente, mas a sua fala é desprezível, Paulo.”

Paulo diria: “Nada disso me incomoda. Eu não busco a glória nesta vida. Tenho uma revelação da glória que me aguarda”.

“E quanto a promessa que Deus lhe deu? Ele disse que você testemunharia diante de reis. A única vez que o fez, estava acorrentado. Você teve de pregar enquanto estava preso. Onde está o cumprimento da promessa de Deus em sua vida?”

Paulo diria: “Meu Senhor manteve Sua palavra a mim. Não foi do modo que eu esperava, mas do jeito dEle. Indiferente às minhas correntes, preguei Cristo em plenitude. E olha, aqueles dirigentes foram tocados. Quando terminei a pregação eles tremiam. O Senhor me foi favorável, da Sua maneira”.

“Paulo, você acabou sendo um tolo. Todos na Ásia se voltaram contra você. Quanto mais você ama outros, menos é amado. Você trabalhou todo esse tempo para construir a igreja de Deus, mesmo fazendo tarefas humildes. Mas ninguém valoriza isso. Mesmo os pastores que você instruiu, agora zombam de si. Alguns até lhe baniram dos seus púlpitos. Por que você continua neste ministério? Você não tem sido sucesso em nenhum sentido da palavra.”

E Paulo: “Eu já deixei este mundo, com todas as suas ambições e bajulações. Não necessito dos louvores dos homens. Veja, eu fui arrebatado ao paraíso. Ouvi palavras inefáveis, palavras que não são lícitas ao homem proferir. Portanto você pode ter toda a competição deste mundo, com todas as suas rivalidades. Eu decidi nada saber entre vós, senão a Cristo, e Este crucificado.

Posso lhe dizer, eu sou vencedor. Eu achei a pérola de grande valor. Jesus me concedeu o poder de entregar tudo, e de tomar novamente. Bem, eu entreguei tudo, e agora uma coroa me aguarda. Tenho apenas um objetivo nesta vida: ver meu Jesus face a face. Todos os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a alegria que me aguarda”.

Que os nossos corações possam ser como o de Paulo, enquanto buscamos a vida de renúncia.

David Wilkerson

Fonte: Título original, “A Vida de Renúncia” http://www.tscpulpitseries.org/portuguese/ts020123.htm

Os Inventores de Doenças

Posted in Pobre Cultura Humana on 04/12/2010 by Roberto Aguiar

Será que nos tornarmos doentes é o nosso Destino? “Os Inventores de Doenças” é um livro interessante que expõe os interesses ocultos da indústria farmacêutica e passou mais de um ano na lista dos livros mais vendidos na Alemanha.

Entrevista com o autor.

- Quem são os inventores da doença?

“Geralmente são empresas farmacêuticas e os grupos médicos que exageram ou mesmo inventam doenças. Seu negócio é a venda de doenças. Para cada pílula que inventam eles criam um mal”.

- Quais as doenças que foram inventadas?

“Em geral, os inventores de doenças transformam os processos naturais ou fases da vida normais, em algo que deva ser investigado, induzindo a pensarmos que se trata de distúrbios e não de um processo normal  da vida. Por exemplo, mulheres que estão entrando na menopausa hoje são declaradas “doentes”. Outro exemplo mais recente da doença inventada é a menopausa masculina. Os fabricantes de (gel de testosterona) hormonal agora afirmam que vinte por cento de homens mais velhos (mais de sessenta anos) sofrem de algo chamado “menopausa masculina”, ou andropausa “.

-O livro relata que esse é um negócio de milhões de dólares, e que as empresas farmacêuticas contratam empresas especializadas para a realização de ensaios, uma espécie de “degustação” do novo remédio, em que milhares de médicos são recrutados e ganham bônus em troca de suas receitas. Isso acontece em todos os países? É conhecido que o poder das empresas está acima de qualquer governo?

“E realmente, os valores de densidade óssea e da pressão arterial tem sido reduzida nos últimos anos. O valor aceito para o nível de colesterol no sangue também mudou. Um grupo de professores de medicina privada, com ligações a empresas farmacêuticas simplesmente reformularam um novo valor. Isso implica que do dia para a noite, milhões de pessoas no mundo ocidental, 68% dos homens e 56% das mulheres entre 30 e 39 anos, passaram a ter supostamente seu nível de colesterol extremamente elevado. Partindo dessa nova reformulação dos valores da pressão, pessoas entre 50 e 59 ficaram ainda mais preocupadas: 84% dos homens e 93% das mulheres. Não há qualquer justificação médica para estes novos valores, e alguns médicos criticam”.

“Muitas vezes, as conseqüências são enormes porque a partir desses novos números, a maior parte da população adulta na Espanha e de outros países ocidentais foi transformada em “pacientes de risco.”

“Acredito que esta prática acontece na maioria dos países ocidentais”.

“Muitas vezes não há nenhuma razão para condenar as mudanças nos conceitos médicos quando estes são comprovados por novos testes que seguiram os procedimentos corretos da ciência. O problema é que algumas pesquisas clínicas estão focadas apenas em obter licença para que os médicos introduzam novas pílulas em seus pacientes”.

- Como se pode entender a contradição de que, por um lado estão dizendo que as doenças estão aumentando mais e mais, e muitos delas são novas. Mas paralelamente somos informados que a expectativa  de vida  da sociedade avança cada vez mais?

“Isso só mostra que estamos mais saudáveis do que pensamos. As empresas farmacêuticas afirmam que as doenças estão aumentando, mas o fato é que as pessoas estão vivendo cada vez mais. Curiosamente, o grande progresso na expectativa de vida está sendo  causada principalmente pela qualidade de vida melhor, uma melhor higiene, mas não por causa da  medicina moderna”.

- Como podemos nos defender deste golpe e evitar que nos tornem “doentes”?

“Devemos ter em mente que as doenças estão se tornando algo que, muitas vezes, são desenvolvidas por médicos e empresas. Devemos ser mais críticos quando ouvimos sobre um “novo mal” na mídia. A chamada “síndrome de Sisi”, supostamente uma nova variedade de depressão, diagnosticada na ex-Imperatriz da Áustria, foi divulgada em centenas de artigos nos jornais alemães. No entanto, tudo não passou de um “produto” de um médico que trabalhava para uma empresa farmacêutica da Baviera em Munique, na Alemanha”.

- O que o levou a escrever este livro? Isso não tem sido em certo sentido, uma luta de Davi contra Golias?

“Praticamente toda semana há relatórios das empresas e sociedades médicas sobre a descoberta de novas doenças. Se você agrupar esses fatos em conjunto, cada pessoa no mundo ocidental deve ter muitas, muitas doenças ao mesmo tempo. Isso chamou a minha atenção. Comecei a pesquisar e descobri que muitas doenças foram exageradas ou foram simplesmente inventadas”.

“Eu me sinto como Davi. Muitos médicos escreveram no prefacio do meu livro e o recomendaram  aos seus pacientes”.

-Finalmente, você já recebeu ameaças?

“Não, não, recebo convites para dar palestras em público”.

Autor: Jörg Blech é um cientista e jornalista.
Fonte: http://disiciencia.blogspot.com

O livro foi escrito em alemão e desconheço tradução para o português.

O tema desse livro enfatiza bem como a ciência não pode ser considerada “sagrada” nem detentora da verdade. Por que? Porque simplesmente é manipulada pelo homem, e o homem é comprovadamente mau por colocar a si mesmo acima de qualquer outro interesse. E a bíblia, esse livro considerado pela sociedade como “história em quadrinhos”, é a única base de conhecimento que declara isso há 4000 anos.

Roberto Aguiar

O Mundo Comprova o que a Bíblia diz: “Todo Homem é Um Mentiroso Inveterado”

Posted in Pobre Cultura Humana on 28/11/2010 by Roberto Aguiar

Quem diz que nunca mente é mentiroso. A mentira faz parte do cotidiano de forma intensa. Prova disso é que algumas pesquisas apontam que uma pessoa normal mente, em média, três vezes a cada dez minutos. Não dizer a verdade pode ter conseqüências graves, mas nem sempre a mentira é maléfica. Na sociedade atual, ela geralmente é utilizada como um recurso de sobrevivência.

“Existem diversas razões para que a mentira aconteça. Porém, na sociedade, as pessoas mentem por necessidade de preservação. Elas precisam da mentira para ajudar e serem ajudadas, mas estão começando a extrapolar”, comenta o perito em crimes digitais Wanderson Castilho, que ministra cursos sobre técnicas de detecção de mentiras utilizadas pelo FBI e pela CIA. “É por isso que existem tantos recursos para detecção de mentiras. No Brasil, por exemplo, existem duas câmeras registrando coisas para cada cidadão. As pessoas precisam de provas, pois ninguém acredita mais no outro”, continua.

Wanderson afirma que, quanto maior a diferença de poder entre as pessoas, maior o nível de mentira envolvida na relação. Muitas vezes, a mentira é contada para evitar situações embaraçosas ou constrangedoras, para não magoar alguém, proteger, ajudar a superar alguma dificuldade ou resolver problemas. São as chamadas “mentiras brancas” ou “mentiras sociais”, que costumam ser aceitas pela sociedade e geralmente não causam danos.

“A mentira é um comportamento natural do ser humano. Para viver em sociedade, as pessoas precisam de alguns artifícios e um deles é a mentira”, conta o psicólogo e professor de Neurociência da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Naim Akel Filho. “Existem mentiras que geram menos problemas do que a verdade. É aceito, por exemplo, quando uma pessoa, por algum motivo, não pode atender o telefone e pede para outra dizer que ela não está. Ou quando alguém pergunta se está tudo bem e a pessoa responde que sim, quando na verdade está tudo mal. A simples omissão de alguma coisa é uma mentira”, diz.

Graves

Não dizer a verdade se torna algo prejudicial quando isso é usado como arma contra os outros. Mentiras graves são aquelas que prejudicam familiares, amigos, colegas de trabalho, vizinhos ou mesmo um grupo de pessoas. Geralmente são contadas com o intuito de seduzir, tirar proveito e obter poder. Em um casamento, por exemplo, a mentira pode se tornar uma coisa negativa quando infringe as regras ou o que é combinado dentro da relação do casal.

“No casamento, a mentira sempre vem acompanhada de outros problemas. Ela acontece quando a pessoa quer fugir de uma responsabilidade ou facilitar a própria vida, sendo que mudar é considerado difícil. A principal consequência da mentira na relação de um casal é a quebra da confiança”, declara a psicóloga relacional sistêmica Rafaela Senff Ribeiro, que realiza terapia com casais.

Quando a mentira se torna algo compulsivo e a pessoa que mente passa a construir sua vida em torno das inverdades que conta, ela se torna uma doença, chamada mitomania. “Quando a pessoa é doente, a mentira é algo patológico. A pessoa mente compulsivamente e necessita de tratamento. Este geralmente se dá através de psicoterapia e medicação”, informa Naim.

Pais podem incentivar ato nas crianças

Mentir não é prioridade dos adultos. As crianças também contam mentiras, mas elas ocorrem de forma diferenciada em cada fase da infância. Segundo o neuropsicólogo e professor de Medicina da PUCPR, Egídio José Romanelli, entre crianças de até 4 anos de idade existe o animismo infantil.

“O animismo é dar vida a tudo o que se imagina. Acontece, por exemplo, quando a criança diz que tem um bicho embaixo da cama. Aquilo não é uma mentira, pois embora o bicho não exista, na cabeça da criança é verdade”, afirma. “Nesta fase, os pais não devem falar que a criança está errada, mas sim entrar no jogo, dizendo que mataram o bicho ou que ele já foi embora.”

Após os 4 nos, a criança entra na fase do faz-de-conta, que se manifesta através de brincadeiras. Ela oferece aos pais alguma comidinha que não existe, fala de fadas, príncipe encantado e outros personagens. “Nesta fase, a criança sabe que determinada coisa não existe, mas faz de conta que ela existe”, diz Romanelli.

Apenas a partir dos seis ou sete anos, meninos e meninas começam realmente a mentir, tendo consciência de que não estão falando a verdade e que aquilo pode livrá-las de algum problema. Egídio diz que, na maioria das vezes, o ato de mentir é incentivado pelos próprios pais. Isto acontece quando são impostas punições à criança quando a verdade é colocada à tona.

“As crianças descobrem rapidamente que quando dizem a verdade são punidas. Para evitar que os filhos mintam, os pais devem valorizar a verdade. Quando descobrem que a criança fez alguma coisa errada, devem explicar que aquilo não deve ser feito. Porém, também devem parabenizar a criança por ter dito a verdade, dizendo que ela não será castigada porque não mentiu”, conclui o especialista.

Detectar mentiras nem sempre requer aparelhos

Diferente do que acontece na história infantil do boneco Pinóquio, o nariz das pessoas não costuma crescer quando elas contam uma mentira. Porém, o corpo humano dá diversos sinais de que uma mentira está sendo contada, seja ela grande ou pequena, maléfica ou não.

A mentira pode transparecer através de uma expressão facial, gestual, voz, fala e mesmo de alguma reação do organismo pela qual não se tem controle, como transpiração, dilatação da pupila e vermelhidão da face.

“O ser humano sabe mentir muito bem, mas não sabe guardar a mentira. Nosso cérebro sempre fala a verdade. Por isso, quando mentimos, estamos manipulando o cérebro, onde acontece uma descarga de adrenalina que faz com que sinais da mentira transpareçam”, diz Wanderson Castilho.

Quando uma pessoa começa a mentir, ela invariavelmente muda seu comportamento, pois entra em estado de alerta. O mentiroso tende, por exemplo, a dizer palavras difíceis, que normalmente não costuma utilizar, ou a usar palavras brandas, que minimizem o ato que cometeu.

“Outra forma de detectar mentira é através da quantidade de vezes que uma pessoa pisca os olhos. Em situações normais, as pessoas piscam de dez a quinze vezes por minuto. Em momentos de estresse, essa quantidade duplica ou mesmo triplica”, explica.

Embora existam algumas diferenças na forma em que cada pessoa age quando mente, as técnicas de detecção costumam ser as mesmas em qualquer lugar do mundo. Comprovadamente, as expressões faciais são universais e vêm de nossos instintos primários. Entretanto, profissionalmente, a mentira é sempre identificada pela combinação de diversos fatores e nunca por uma única atitude.

“Nos Estados Unidos, técnicas de identificação de mentiras já são utilizadas há 30 anos na solução de crimes. No Brasil, ainda são inéditas. Embora não possam ser utilizadas como prova material, são muito simples e baratas de serem ensinadas a juízes, delegados e policiais. Basicamente, é possível identificar que uma pessoa está mentindo quando o que ela fala não bate com a forma como ela reage”, afirma Castilho


Cintia Végas


Título original: “Nem sempre contar mentiras é maléfico”

Fonte: http://www.parana-online.com.br

A bíblia diz…

“Certamente que os homens de classe baixa são vaidade, e os homens de ordem elevada são mentira; pesados em balanças, eles juntos são mais leves do que a vaidade”. Salmos 62:9

“Cada um fala com falsidade ao seu próximo; falam com lábios lisonjeiros e coração dobrado”. Salmos 12:2

“Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades como um vento nos arrebatam”. Isaías 64:6

“Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do SENHOR!” Jeremias 17:5

Um dos motivos pelo qual as pessoas se atraem por Deus é pelo fato Dele ser o único que não mente, e com isso se torna a única opção lógica de confiança.

Como é bom encontrar alguém que fala 100% verdade!

Roberto Aguiar

Temos que Parar de Adorar a Jesus

Posted in Livros que Subtraem on 27/11/2010 by Roberto Aguiar

O livro “Salvando Jesus da igreja: Como parar de Adorá-lo e Começar a Segui-lo” do pastor  Robin Meyers.

É isso mesmo, você não leu errado não, é isso que um pastor da igreja emergente está pregando. O reverendo Robin Meyers anseia por um retorno ao cristianismo primitivo e prevê um reavivamento da fé cristã nos próximos anos. Essa conversa é bem batida no circulo cristão, e todo pastor diz que seu ministério é baseado nas escrituras e num retorno às raízes cristãs. Outros até falam num reavivamento espiritual. Mas é aí que a semelhança entre as idéias de Meyers e seus colegas de ministério se encerra. A congregação Mayflower, em Oklahoma City, http://www.mayflowerucc.org/, através de seu pastor Meyers, será a primeira Igreja Congregacional  a oferecer palestras gratuitas como um dos serviços semanais da igreja.

A palestra é intitulada “Jesus: Galileu Sábio ou Salvador Sobrenatural?” É  justamente o “ou”, em vez de um “e”, que traz algumas complicações. A maioria dos cristãos acredita que Jesus era humano e divino ao mesmo tempo. Mas Meyers diz:

“Temos que rebaixar Jesus, retirar dele as camadas do sobrenatural colocadas pela igreja e que culminaram nos dogmas da fé.”

Meyers, 58 anos, é professor de filosofia na Universidade de Oklahoma City, e autor de seis livros, mais recentemente, “Salvando Jesus da Igreja: como parar de adorar a Cristo e começar a segui-lo”. Ele é tido em grande estima pelos ministros na Igreja Unida de Cristo, ao qual Meyers foi ordenado sacerdote em 1979. “Robin Meyers está entre os melhores eruditos, pastores e pregadores que a tradição cristã liberal tem a oferecer”, escreveu o Rev. Benjamin Broadbent da Primeira Congregação no boletim semanal de sua congregação.

Desde o século 19, os estudiosos descobriram que na palestina do primeiro século existiam outros livros escritos que eram tidos por alguns como sagrados, além dos canonizados Mateus, Marcos, Lucas e João. Meyers diz que essa era uma época onde os grupos religiosos concorrentes formavam alianças em torno de seu evangelho favorito. Mas Meyers vai além da maioria dos estudiosos e diz que há muitas semelhanças entre aquela época e agora. “O período da Igreja primitiva era tão fragmentada e controverso como hoje” diz Meyers. “Nossos debates teológicos não trouxeram o reino de Deus para mais perto de nós.” Mas para Meyers há uma fresta de esperança. Os primeiros cristãos venceram suas divisões ao abraçar o que tinham em comum, coisas como o amor de Jesus e a ajuda aos pobres.  “Eles não comungavam nas crenças, mas tinham comunhão de espírito. Isso é o que o cristianismo deveria se tornar”,  e finaliza, “O cristianismo se dirige para uma grande reforma”.

Fonte:  http://www.understandthetimes.org/inthenews/288_uc.shtml

Aos poucos a igreja emergente revela um pouco mais do seu credo e comprova cada vez mais que é um movimento herético como qualquer outro dos que invadiram a igreja ao longo dos séculos.

Roberto Aguiar


Igreja Emergente Compara Jesus a Um Gangster

Posted in Inteirações on 27/11/2010 by Roberto Aguiar

Ao longo da história da Igreja evangélica tem havido muitas maneiras pelas quais os cristãos se referem a Jesus, tais como, Rei dos Reis, Senhor dos Senhores, Alfa e o Ômega, Filho de Davi, Filho de Deus, Filho do Homem, Deus Encarnado, Emanuel, a lista segue. Nesses últimos dias a linha de raciocínio parece ter sido alterada. Uma evidencia a mais dessa mudança de visão é o pessoal emergente da igreja “Center Point” http://centerpointchurch.cc/da cidade de Annapolis no estado de Maryland , E.U.A. Eles descobriram uma nova forma blasfema de se referir a Jesus .

A primeira coisa que observamos aqui, é que os “irmãos” emergentes não se acanham em usar a imaginação nas coisas santas. Os católicos ao longo de quase 2000 anos foram mestres em criar uma porção de ritos e credos folclóricos com o objetivo de reter a imaginação do povo, e pelo visto, deu certo. Mas isso durou apenas até a chegada dos evangélicos pós-modernos, que usando de uma criatividade que faz inveja a figuras como  George Lucas e Steven Spielberg, dois monstros “sagrados” do cinema americano, desbancaram o catolicismo e hoje são capazes de corar de assombro até o papa.

A idéia “genial” por trás dessa “peça publicitária” da igreja Center Point é vender ao jovem um Jesus avesso a regras e sistemas pré-estabelecidos. Um modelo revolucionário humano, uma espécie de “tchê” da vida, e que por esse motivo Cristo teria “chutado o pau da barraca” contra o sistema tradicional religiosos da época no episódio da derrubada das bancas de venda no templo. Então, por essa atitude, Cristo teria sido comparado pelos religiosos da época como um tipo de gangster. A mensagem subliminar é plantar no jovem que carrega em si uma abertura para a rebeldia, junto com o fascínio pela novidade, a idéia de um Jesus com o mesmo sentimento dele jovem. Um sujeito avesso a moldes ou regras e principalmente ao que é velho, que nesse contesto sempre se traduz por ultrapassado. Isso tudo é nada menos do que uma alusão ao cristianismo tradicional que perdurou por quase 2000 e que agora a igreja emergente está tentando desconstruir usando o jovem como pião na sua falsa “nova” reforma da igreja. Eles querem convencer a “não tão pensante” juventude evangélica que os cristãos tradicionais são os fariseus modernos. Afinal de contas os cristãos tradicionais são os únicos que estão em seu caminho.

Você que é jovem, abra bem o olho, e não se deixe usar como massa de manobra desses modernos pirateiros do evangelho!

Que só Deus nos influencie!

Roberto Aguiar

Fonte: http://www.alittleleaven.com/

Quando a Tolerância é Pecado

Posted in Vida Prática on 25/11/2010 by Roberto Aguiar

Bandeira branca o símbolo mundial da paz e da tolerância

A tolerância pode ser uma virtude, mas também pode nos trair na forma de uma fraqueza de caráter imperdoável. Nós admiramos a pessoa que tolera diferenças quando nenhum grande problema está em jogo. [A tolerância quando é saudável permite a manifestação de uma variedade de preferências, métodos e pontos de vista conflitantes por ter consciência que tudo isso junto não alterará os pontos de superior importância.]

Mas há outro gênero de tolerância que é desprezível. Esta é a vontade de permanecer em silêncio quando o nome de Deus é blasfemado ou quando Cristo é desonrado. É a traição de silenciar quando a verdade está no cadafalso. É a falta de vontade de falar contra o mal. Tolerância que tolera a falsidade e a injustiça é pecado.

Aqueles que pensam que Jesus sempre foi tolerante devem ler Mateus 23, uma declarada manifestação contra a hipocrisia. Esta passagem prova que o nosso Senhor sempre foi capaz de manifestar um sentimento de indignação mordaz contra o fingimento dos líderes religiosos. Os profetas da tolerância deveriam ler Apocalipse 2:20 , onde Cristo condenou a igreja de Tiatira por tolerar uma mulher chamada Jezabel como líder.

Paulo também era intolerante com esta manifestação do mal, falsamente travestido de piedade. Ele até mencionou nomes, algo que é considerado inaceitável nos círculos evangélicos hoje. Ele entregou Himeneu e Alexandre a Satanás, para que eles aprendessem a não blasfemar (1 Timóteo 1:20). Ele não hesitou em apontar Himeneu e Fileto como falsos mestres (2 Timóteo 2:17) e denunciou Alexandre o latoeiro pelo comportamento desqualificado (2 Timóteo 4:14).

O apóstolo João também teve a coragem de citar explicitamente o nome de Diótrefes como alguém que gostava de ter a preeminência, ou seja, um manipulador orgulhosamente descarado (3 João 9).

Parece que hoje a igreja perdeu sua capacidade de intolerância piedosa. Como Robert GLee disse:

“Nós vivemos atualmente em um mundo evangélico onde a teologia é invertebrada, uma moralidade de água-viva, uma religião gangorra, uma filosofia cambalhota que nos diz o que já sabemos em palavras, mas que não entendemos de fato”.

Os escritos de William Barclay(foi um famoso escritor dos anos 60, apresentador de rádio e televisão, pastor da Igreja da Escócia e professor de divindade e crítica bíblica na Universidade de Glasgow. Era um universalista, e não acreditava em milagres) é outro caso em questão. Barclay nega a divindade de Cristo, a inspiração das Escrituras, os milagres de Jesus e Sua expiação substitutiva. Ele crê na salvação final de toda a humanidade. No entanto, seus livros são vendidos na maioria das livrarias evangélicas. Ele é amplamente citado por proeminentes líderes evangélicos, e multidões de cristãos, estudam seus livros sobre o pretexto especioso de que “eles contêm informações valiosas, coisas mais profundas”. O fato de que ele é um herege, um blasfemador e um enganador não é importante, nem aparentemente, porque afinal de contas é a honra do nosso Senhor Jesus Cristo que está em jogo, não a nossa. [ Casos parecidos com esse em nossos dias são os de Brian Mclaren e Philip Yancey]

Um missionário para a Índia foi bem no alvo quando ele escreveu:

“A tolerância dos evangélicos tornou-se tão tolerante que o mal está incluído no que é tolerável. Nós estamos em perigo de nos tornar-mós  “vacas morais” em nossa obesa comodidade”.

Essa é uma tolerância ímpia, que permitiu que tantos púlpitos nos Estados Unidos fossem preenchidos com tantos “falsos apóstolos e obreiros fraudulentos, transformando-se em apóstolos de Cristo”. Essa situação atual tem muita semelhança com as condições dos dias do profeta Elias.  J. Sidlow Baxter escreve:

“Essas são as pessoas que hoje, com uma “bondade” doentia, estão tolerando professores de erros em nossos púlpitos, porque simplesmente elas são extremamente educadas e desesperadamente “amáveis”. Elas preferem permitir que o erro seja pregado e almas sejam enganadas do que ferir os sentimentos desse tipo de pregador. Como nos dias de Elias, Baal deve ser  adorado para que não haja uma seca! É melhor o câncer matar a sua vítima do que o cirurgião cruel usar o seu bisturi para extirpá-lo !”

Esse tipo de coisa é uma tolerância pecaminosa que se recusa a castigar um sistema corrompido de igreja, que leva milhões de almas para a destruição eterna, tudo por causa do seu evangelho pervertido.  Será que esse tipo de tolerância honra alguém como um grande evangelista, ao mesmo tempo em que ele está condenando as ovelhas aos lobos. Por que usamos o rótulo de “Profeta da Divisão”, quando alguém se levanta para denunciar a idolatria em suas infinitas variantes, a mariolatria e outros tipos de heresias?

O que aconteceu com a Igreja dos mártires?

O grande problema é que somos dominados por um desejo enorme de popularidade. Esta é a matéria prima dos falsos profetas. Nós temos um desejo de evitar aborrecimentos a todo custo. Um desejo como este é que nos impede de enfrentar, de intervir quando deveríamos.

Temos um desgosto por ser diferente. Nós achamos mais fácil mover-nos junto com a multidão, à deriva com a maré. É muito fácil ficar em silêncio quando estamos em uma situação teologicamente adversa. Nós somos “escravos” que não nos atrevemos a não estar bem com duas ou três pessoas.

Perdemos a capacidade da indignação moral. Infelizmente não somos facilmente perturbados pela verdade. Estamos em um estado lastimável de não ter capacidade alguma de reação. Somos especialistas em adiar a responsabilidade simplesmente porque não queremos agir.

Às vezes estamos demasiadamente cegos por questões de amizade, e ai ficamos imobilizados ante o mal. Quando certo cristão se manifestou contra o livro de Carnell EJ,  “O argumento para a Ortodoxia”, (Carnell  foi um famoso teólogo  presidente do herege Seminário Teológico Fuller, um dos precursores do movimento emergente da igreja), pois o autor argumentou contra a inspiração das Escrituras, um amigo do autor disse: “Bem, você não o conhece pessoalmente como eu. Ele é um cavalheiro e um homem de Deus “.

Jay Adams estava certo quando afirmou:

“Em alguns círculos evangélicos, o medo da controvérsia é tão grande que os pregadores e as congregações se contentam com a paz a qualquer custo, até mesmo ao custo da verdade de Deus. A idéia é que a ausência de conflito  é o ideal maior. A paz é um ideal bíblico … mas é a pureza?  A paz da igreja nunca poderá ser comprada ao preço da pureza da igreja. Esse preço é alto demais “.

Pragmatismo, ecumenismo e catolicidade são grandes chavões hoje em dia. “Vamos todos juntos…” Não faça ou diga algo que possa balançar o barco… Doutrina divide, dizem eles. O que precisamos é de unidade…

O que realmente precisamos é batalhar pela fé num dia em que ela esteja sendo atacada, diluída ou negada. Devemos ser tolerantes em matéria de diferenças, mas absolutamente intolerantes para com o afastamento da verdade de Deus.

William MacDonald

Fonte: plymouthbrethren.org

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