A confusão espiritual de C. S. Lewis autor de as Crônicas de Nárnia


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Clive Staples Lewis, conhecido como C. S. Lewis, (1898 – 1963) foi um autor e escritor irlandês que se salientou pelo seu trabalho acadêmico sobre literatura medieval e pela apologética cristã que desenvolveu através de várias obras e palestras. É igualmente conhecido por ser o autor da famosa série de livros infantis “As Crônicas de Nárnia”. Foi chamado até de “Elvis Presley evangélico” devido à sua popularidade. É bastante conhecida sua influência sobre personalidades ilustres, dentre elas Margaret Thatcher, ex-primeira ministra inglesa. Seus livros foram lidos pelos seis últimos presidentes americanos e muitos de seus pensamentos citados em seus discursos. Foram vendidas mais de 200 milhões de cópias dos 38 livros escritos por Lewis, os quais foram traduzidos para mais de 30 línguas, incluindo a série completa de Nárnia para a língua Russa. Entre 1996 e 1998, quando foi celebrado o seu centenário, foram escritos cerca de 50 novos livros sobre sua vida e seus trabalhos, completando mais de 150 livros desde o primeiro, escrito em 1949 por Chad Walsh: “C. S. Lewis: O Apóstolo dos Céticos”. Lewis é respeitado até pelos que não concordam com a sua abordagem.

“Li todos os livros de C. S. Lewis, incluindo seus ensaios, suas coleções de cartas, sua ficção científica e As Crônicas de Nárnia. Li a maioria desses livros mais de uma vez, e li As Crônicas de Nárnia várias vezes. Li também todos os livros de Charles Williams porque ele era um amigo íntimo de Lewis, e Lewis elogiava muito os livros dele. Também li todos os livros de George MacDonald, porque Lewis o admirava e elogiava seus livros. A Viagem do Peregrino da Alvorada é o terceiro livro na série Nárnia. Ele promove diretamente os encantamentos e a magia. Uma parte da viagem é sobre uma ilha habitada por criaturas invisíveis chamadas Dufflepods. O personagem Lúcia usa um encantamento para tornar os Dufflepods visíveis. Ela examina um livro de encantamentos, que é bonito e fascinante. Ela então encontra o encantamento certo, profere as palavras e segue as instruções. Os Dufflepods (e Aslan) então tornam-se visíveis. O encantamento torna Aslan visível e ele fica satisfeito com o que Lúcia fez.

Muitos cristãos estão tratando os livros de Nárnia como se fossem uma alegoria, em que Aslan representa Jesus Cristo e as crianças representam os cristãos. Se você fizer isso com A Viagem do Peregrino da Alvorada, então estará retratando que Jesus Cristo fica satisfeito quando os cristãos recorrem à magia e aos encantamentos. E você estará apoiando a idéia que existe a magia e o encantamento do bem. Entretanto, a Bíblia proíbe claramente qualquer forma de feitiçaria:

“Quando entrares na terra que o SENHOR teu Deus te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daquelas nações. Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR teu Deus os lança fora de diante de ti. Perfeito serás, como o SENHOR teu Deus.” [Deuteronômio 18:9-13]

No livro, os Dufflepods são governados por um mago. Ele usa a magia para reinar sobre os Dufflepods porque eles ainda não são maduros o suficiente para serem governados diretamente por Aslan. Assim, existe uma magia boa e um mago bom. Esse mago prepara as pessoas para terem um relacionamento com Aslan. Novamente, se Aslan for considerado um símbolo para Jesus Cristo, então a magia prepara as pessoas para serem cristãs. Na nossa cultura moderna, isso significaria que a Wicca é um modo para alguém vir a conhecer Jesus Cristo e se tornar um discípulo de Cristo.

Lewis ensinou muitas coisas boas, mas misturadas com elas estão ensinos que lançam a base para a apostasia(abandono da fé). Lewis disse também que “o cristianismo cumpriu o paganismo” e “o paganismo prefigurava o cristianismo” C. S. Lewis [Roger Lancelyn Green, C. S. Lewis: A Biography, Harcourt Inc., 1974, pg 274 e 30.] Em sua autobiografia (Surprised by Joy), Lewis conta como, aos 13 anos, ele abandonou sua fé anglicana devido à influência de uma supervisora na escola que estava envolvida com ‘teosofia, rosa-cruz, espiritismo, e toda a tradição ocultista anglo-americana”. E Lewis desenvolveu um “desejo forte” pelo ocultismo que permaneceu com ele mesmo após retornar para o anglicanismo. Ele disse:

“E isso iniciou em mim algo com o que, desde então, de tempos em tempos, tenho tido muita dificuldade – o desejo pelo sobrenatural, ou simplesmente, a paixão pelo ocultismo. Nem todos têm essa doença; aqueles que a têm saberão o que quero dizer. Eu uma vez tentei descrevê-la em um livro. É uma lascívia espiritual; e, como a lascívia carnal, tem o poder de tornar tudo o mais no mundo parecer desinteressante enquanto ela dura.” C. S. Lewis do livro [Surprised by Joy, Harcourt Brace, 1955, pg 58-60]

Lewis disse que descreveu essa lascívia pelo oculto em um livro. Ela aparece no terceiro livro de sua trilogia de ficção científica. Um personagem citado está no processo de ser iniciado em um círculo mais interno de cientistas que são ocultistas. Eles adoram os demônios, a quem chamam de “macróbios” (imensas e poderosas coisas invisíveis, ao contrário dos micróbios, que são coisas invisíveis e minúsculas).

“Aqui, certamente afinal (assim seu desejo sussurrou para ele) estava o verdadeiro círculo mais interno de todos, o círculo cujo centro estava fora do gênero humano – o segredo máximo, o supremo poder, a última iniciação. O fato que ele era quase completamente horrível não diminuía nem um pouquinho sua atração.” [C. S. Lewis, That Hideous Strength: A Modern Fairy Tale For Grown Ups, Collier Books, Macmillan Publishing Company, 1946, pg 259-260]

“Estas criaturas [demônios] … arfavam a morte sobre o gênero humano e sobre toda a alegria. Não a despeito disso, mas por causa disso, a terrível gravitação o sugava, arrastava e fascinava em relação a eles. Nunca antes tinha ele conhecido a força frutífera dos movimentos opostos na natureza, que agora o tinha em seu poder; o impulso de reverter todas as relutâncias e desenhar todos os círculos no sentido anti-horário.” [C. S. Lewis , That Hideous Strength, pg 269]

Observe que Lewis dizia que tinha problemas com aquele forte desejo pelo ocultismo desde que conheceu a supervisora na escola. Ele escreveu essa afirmação em 1955. Naquele tempo, ele já tinha escrito todos seus livros, exceto três (The Four Loves, Reflections on the Psalms, e A Grief Observed).

Lewis dedicou sua autobiografia a Bede Griffiths, um ex-aluno que se tornou um velho amigo. Griffiths fundou um “ashram cristão” na Índia( Ashram: é um eremitério hindu, uma espécie de convento onde os gurus e seus discípulos vivem em meditação). Ele dizia que os templos hindus são um “sacramento”. E ele dizia: “Ninguém pode dizer no senso correto que os hindus, os budistas ou os muçulmanos são ‘incrédulos’. Eu diria que temos de reconhecê-los como nossos irmãos em Cristo.” [Randy England, The Unicorn in the Sanctuary: The Impact of the New Age on The Catholic Church, TAN Books and Publishers, 1991, pg 70-72]. O que Bede Griffiths fez e disse é a conclusão lógica de uma frase que C. S. Lewis escreveu em Cristianismo Puro e Simples: “Existem pessoas em outras religiões que estão sendo levados pela influência secreta de Deus para se concentrar naquelas partes de sua religião que estão em concordância com o cristianismo e que, portanto, pertencem a Cristo sem saber. Por exemplo, um budista de boa vontade poderá ser levado a se concentrar mais e mais no ensino budista sobre a misericórdia e a deixar em segundo plano (embora ele ainda possa dizer que acredita) no ensino budista sobre outros pontos. Muitos dos bons pagãos muito antes do nascimento de Cristo podem ter estado nessa situação.” [Existem muitas edições do livro, e a numeração das páginas varia. Essa citação é do Livro IV, Cap. 10, quarto parágrafo.] Essa conclusão ecumênica esotérica comprova que Lewis não compreendeu os fundamentos da fé cristã.[Nota Roberto Aguiar]

Lewis dizia que foi fortemente influenciado por George MacDonald, que era um universalista(universalismo:opinião segundo a qual Deus vai salvar todos os homens e não só os eleitos)[ Obviamente não existirá julgamento]. O livro de MacDonald, Lilith, está baseado no ensino ocultista que Adão esteve casado com um demônio feminino chamado Lilith antes de se casar com Eva. No fim do livro de MacDonald, Lilith é redimida, e Adão diz que até mesmo o Diabo será eventualmente redimido. O universalismo aparece em alguns dos livros de ficção de Lewis. Em O Grande Divórcio, Lewis está no céu. Ele fala com George MacDonald e pergunta sobre o universalismo, e MacDonald responde que Lewis não pode compreender isso agora. No último livro de As Crônicas de Nárnia (A Última Batalha), um pagão chega ao céu. (o “País de Aslan”) por causa de suas boas obras e de seus bons motivos, a despeito do fato que ele não cria em Aslan e adorava o inimigo de Aslan, um falso deus chamado Tash. Lilith aparece em O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa. O Castor diz às crianças que a Feiticeira Branca é uma descendente de Lilith, que foi a “primeira mulher” de Adão. Isso pode causar confusão, especialmente na mente das crianças. Embora o Castor seja um personagem fictício, ele está falando com autoridade sobre o mundo real – os reais Adão e Eva da Bíblia.

Lewis elogiava Charles Williams e seus livros, de modo que li todos eles. São livros que misturam as trevas e o ocultismo com algumas compreensões sobre o cristianismo. Em The Greater Trumps, o herói é uma mulher santa que passa o tempo fazendo magias com as cartas do tarô. Williams era tão confuso quanto são seus livros. Ele começou como um sério ocultista. Ele acreditava na teosofia( Teosofia: Conjunto de doutrinas filosóficas que conciliam a razão e a fé, de tal maneira que se estabelece perfeita harmonia entre todas as religiões, seitas e escolas filosóficas)[ Teosofia era a religião de Hitler e da cúpula do nazismo] e em outros ensinos ocultistas, e ingressou na Alvorada Dourada, um grupo que pratica a “magia sexual”, que é sexo ritual realizado com o propósito de obter poder ocultista. (O notório satanista Aleister Crowley( o mais famoso guru do rock, mestre spiritual dos Beatles, Led Zepelin, Roulin Stones e muitos outros) foi membro da Alvorada Dourada.) Williams abandonou a Alvorada Dourada e ingressou na Igreja Anglicana, mas manteve algumas de suas crenças teosóficas.

Lewis também tinha um amigo íntimo chamado Owen Barfield. Lewis dedicou os livros de Nárnia a ele e deu o nome de Lúcia a um dos personagens para homenagear a filha de seu amigo. Barfield era um filósofo que se iniciou na teosofia e que criou sua própria versão da teosofia. De acordo com a teosofia, o Deus da Bíblia é um tirano, e Lúcifer (o Diabo) veio para resgatar a humanidade. Até mesmo essa visão tenebrosa de Deus aparece nos escritos de C. S. Lewis.

Após a morte de Joy , sua esposa, Lewis escreveu A Grief Observed, um livro que descreve seus pensamentos e lutas emocionais em decorrência da morte de sua mulher. A obscura visão teosófica acerca de Deus aparece nesse livro, como mostrado nas seguintes citações:

“Supor que a verdade seja ‘Deus sempre faz vivisseção’?( Vivisseção :dissecação ou operação cirúrgica em animais vivos, para estudo de alguns fenômenos anatômicos e fisiológicos). [C. S. Lewis, A Grief Observed, Bantam Books, The Seabury Press, 1963, pg 33]

É racional crer em um Deus mau? Em um Deus tão mau assim? O Sadista Cósmico, o Imbecil Odioso? [C. S. Lewis, A Grief Observed, pg 35].

Lewis não ficou aí. Ele vacilou entre o desespero e a esperança. Mas em seus momentos de agonia e de desespero, a visão teosófica de Deus voltava para aterrorizá-lo. Há outro problema com C. S. Lewis. Li todos os livros dele e não me lembro de uma passagem em que ele trata as Escrituras como tendo autoridade. Pode ser que ele tenha feito isso, mas se fez, não foi com freqüência suficiente, ou de forma suficientemente clara e enfática para ficar registrado. A teologia de Lewis parece estar baseada principalmente no raciocínio humano (incluindo a Teoria da Evolução e a Psicologia Freudiana)[ Ambas inimigas mortais da bíblia]. Algumas pessoas o chamam de “humanista cristão” (Humanismo: uma filosofia contrária ao verdadeiro cristianismo que coloca o homem como o centro de tudo).

As incontáveis similaridades entre os temas olímpicos e os livros de C. S. Lewis nos fazem lembrar que a natureza humana não muda com o tempo. Apesar das mudanças culturais ao longo das épocas, a humanidade enfrenta a mesma tentação intemporal de trocar os absolutos bíblicos pela atração dos mitos criados pelo homem. O poder de atração dos Jogos Olímpicos – contos emocionantes, idéias espirituais, poder triunfante, sensualidade carnal, e a visão de paz e unidade – combinam com as histórias persuasivas de Lewis.

“Durante os antigos Jogos Olímpicos, na Grécia, uma chama sagrada queimava no altar de Zeus, em cuja honra os jogos eram realizados. A chama era acesa para sinalizar a abertura dos jogos, e era apagada para sinalizar o encerramento…”

“A chama é acesa durante uma cerimônia no sítio do antigo estádio olímpico em Olímpia… Mulheres vestidas em trajes similares aos usados pelas antigas gregas utilizam um espelho curvo para fazer a tocha acender naturalmente, com os raios do sol. A suma sacerdotisa então apresenta a tocha para o primeiro corredor da corrida em revezamento.”

C. S. Lewis amava os Jogos Olímpicos. As raízes deles estão profundamente imersas nas antigas mitologias, que cativaram seu coração. Muito depois de decidir acreditar que a Bíblia era verdade (1931), ele continuou a justificar os mitos pagãos como precursores do evangelho. Em sua mente rica de imaginações, ele acreditava que “o cristianismo cumpria o paganismo” porque os dois eram simplesmente um fio contínuo da mesma história em evolução. A descrição de Lewis de sua viagem à Grécia em 1960 é coerente com essa persuasão:

“Tive certa dificuldade para evitar que Joy(sua esposa) e eu RECAÍSSEMOS NO PAGANISMO em Ática! Em Dafni, FOI DIFÍCIL DEIXAR DE ORAR A APOLO, o curador. Mas, de algum modo, a pessoa fica com a impressão que não seria uma coisa muito errada – teria sido apenas dirigir-se a Cristo, subespécie Apolônio. Testemunhamos uma bela cerimônia cristã em uma vila em Rodes e quase não vimos discrepância.”

Os mitos antigos nos dizem que os antigos Jogos Olímpicos foram fundados pelo poderoso Heracles (o Hércules dos romanos), filho de Zeus, o deus que reinava no Olimpo. Esse tema antigo continua a dirigir as Olimpíadas modernas e suas cerimônias de abertura. Uma parte reveladora é o hino olímpico, uma oração a Zeus, a deidade grega que reinava no Olimpo. Muitos justificariam esse ritual pagão de Lewis como pouco mais do que uma afirmação de um espírito benevolente que vem se adequar às exigências globais de uma espiritualidade universal. Mas Deus nos diz: “Não terás outros deuses diante de mim.” [Êxodo 20:3]

C. S. Lewis levou esse tema pagão adiante. Por exemplo, ele apresenta os deuses romanos Marte e Vênus como deidades angélicas visíveis no planeta Vênus em seu livro Perelandra, o segundo na sua Trilogia Espacial. Ransom, o herói principal, foi transportado para esse planeta por alguns elvilas amigos, mensageiros angelicais visíveis somente pela luz que emanam. Em Vênus, o nu Ransom faz amizade com uma Eva inocente e a protege de um tentador terreal, possesso por demônios. A batalha que ocorre esmaga o vilão, porém fere o calcanhar de Ransom, que continua a sangrar até o fim da história – como se fosse um cumprimento de Gênesis 3:15.

A história do terceiro livro na série, That Hideous Strength, ocorre na Inglaterra. Ransom agora precisa deter uma equipe de conspiradores malignos e totalitários que estão determinados a governar o mundo por meio das estratégias modernas de comportamento e poderes mágicos antigos. Forças mais fortes, porém, ficam ao lado de Ransom. Tenho viajado para Marte e para Vênus, ele tem contato contínuo com os amigáveis elvilas. Trabalhando com Ransom e Merlin (sim, o druida e mago dos antigos contos do Rei Artur que foi despertado de um sono de 1.500 anos), eles invocam os poderosos poderes do panteão planetário. O primeiro deus a aparecer é Mercúrio (chamado de Hermes pelos gregos), o deus “mensageiro” das obscuras magias herméticas. Lewis descreveu a cena de alteração da mente:

“A duplicação, divisão e recombinação dos pensamentos que agora estava acontecendo neles teria sido insuportável para a pessoa a quem aquela arte ainda não tinha sido ensinada no contraponto da mente, o domínio da visão duplicada e triplicada… Todos os fatos estavam partidos, espirrados em cataratas, pegos, virados de dentro para fora, amassados, mortos e renascidos como significado. Porque o próprio Senhor do Significado, o arauto… estava com eles… a quem os homens chamam de Mercúrio (ou Hermes).” [4, pg 322]

Momentos mais tarde, Vênus, a conhecida deusa do amor, chega. Marte vem logo depois. À medida que você lê o próximo excerto, lembre-se que nos jogos na antiga Grécia, os atletas – todos homens – competiam nus. A homossexualidade era considerada boa e normal. O fato que o amigo de longa data de Lewis, Arthur Greeves, era um homossexual, pode ajudar a explicar por que Lewis acrescentou esses detalhes antes de apresentar Zeus.

“Os três deuses que já tinham se encontrado… representavam aqueles dois dos Sete Gêneros, que têm certa analogia com os sexos biológicos e podem, portanto, ser em alguma medida compreendida pelos homens. Isso não seria assim com aqueles que estavam agora se preparando para descer. Esses também, sem dúvida, tinham seus gêneros, mas não temos pista alguma deles. Estas seriam energias mais poderosas: os antigos eldils… ” [4, pg 325]

“Subitamente um espírito maior veio… No andar de cima, seu poderoso feixe de luz tornou o Quarto Azul em uma chama de luzes… Reino, poder, pompa e cortesia festivas eram emitidos como as centelhas que saem de uma bigorna… Porquanto este era o grande Glund-Oyarsa, Reis dos Reis… conhecido entre os homens nos tempos antigos como Jove [também chamado Júpiter, pelo romanos, Zeus pelos gregos]… Então… Merlin recebeu o poder nele.” [4, pg 326-267].

C. S. Lewis via uma necessidade por uma ética global. Treze anos depois de chamar a si mesmo de cristão, ele escreveu A Abolição do Homem, que apresenta o Tao chinês, não a Bíblia, como o padrão ético e moral para toda a humanidade. Simbolizada pelo Yin Yang, esse Tao seria o guia supremo para os valores e para a ação – incluindo a atitude do homem com relação ao meio ambiente. Ele substituiria a Bíblia como a autoridade final e o guia para as nossas vidas – e para o bem comum. Considere estas afirmações em A Abolição do Homem, que Lewis – um fã de Charles Darwin(ateu criador da teoria da evolução) e da evolução – referencia em Cristianismo Puro e Simples. Observe que, na mensagem de Lewis, esse Tao precede até mesmo o Criador:

“Os chineses também falam de uma grande coisa (a maior de todas as coisas) chamada de Tao. Ela é a realidade que está por trás de todos os predicados, o abismo que existia antes do próprio Criador. É a natureza… É o caminho que o universo segue, o Caminho em que as coisas perpetuamente emergem… no espaço e no tempo. É também o Caminho que todo homem deveria seguir em imitação daquela progressão cósmica e supercósmica, conformando todas as atividades com esse grande exemplo… A essa concepção em todas suas formas, ao mesmo tempo platônica, aristotélica, estóica, cristã, e oriental, daqui para frente, por facilidade, referenciarei simplesmente como ‘o Tao’” [7, pg 30, 32]. C. S. Lewis [Isso é esoterismo puro!]

“Não olhamos para as árvores como Dríadas ou como belos objetos quando as cortamos em feixes para lenha: o primeiro homem que fez isso deve ter sentido o preço agudamente… As estrelas perderam sua divindade à medida que a astronomia se desenvolveu, e o Deus Moribundo não tem lugar na agricultura química.” [6, pg 78] [referindo-se aos mitos antigos em que o deus-sol morria durante o solstício de inverno] Desse ponto de vista, a conquista da natureza aparece em uma nova luz. Reduzimos as coisas à mera natureza de modo a que possamos ‘conquistá-las’.” [7, pg 79] C. S. Lewis

“Somente o Tao prova a lei humana comum de ação que pode estar por cima ao mesmo tempo dos governantes e dos governados… No próprio Tao, desde que permanecemos nele, encontramos a realidade concreta em que participar é ser verdadeiramente humano: a real vontade comum e a razão comum para a humanidade… Enquanto falamos de dentro do Tao, podemos falar do Homem ter poder sobre si mesmo em um sentido verdadeiramente análogo ao autocontrole individual. Mas no momento em que pisamos para fora e consideramos o Tao como um mero produto subjetivo, essa possibilidade desaparece.” [7, pg 81, 82] C. S. Lewis

Mas Deus diz: “Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o SENHOR. Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos.” [Isaías 55:8-9]

A cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno em Turim teve uma apresentação dramatizada do famoso quadro de Botticelli, “O Nascimento de Vênus”. No quadro real, Vênus está nua. No palco olímpico, a modelo estava coberta modestamente por um tecido branco. Botticelli pintou esse quadro para a poderosa família Médici (que teve dois papas). “Como eles, o artista aderia ao neoplatonismo: uma teoria esotérica, filosófica e literária que misturava o paganismo no cristianismo e professava uma união espiritual com Deus.”

C. S. Lewis, que não era um fã das galerias de arte, gostava de Botticelli. Diz ele, “Tomei a decisão desesperada de ir à Galeria Nacional, onde finalmente cheguei à conclusão que não tenho gosto pela pintura… A única coisa (além dos quadros) com a qual me preocupei muito foi o quadro de Botticelli, ‘Marte e Vênus com os sátiros’…” Botticelli retratou a Divina Comédia, de Dante, um longo e alegórico poema que descreve a jornada espiritual de Dante pelo Inferno, pelo Purgatório e pelo Paraíso antes de retornar a Terra. Cinco séculos mais tarde, Lewis apresentou um ensaio sobre esse poema diante da Sociedade Dante, em Oxford. Se você assistiu a cerimônia de abertura, viu um grupo de atores no palco se moverem na forma de um coração pulsante. Eles estavam retratando a paixão – a paixão dos corredores que levam a tocha olímpica, dos treinos, da competição, da busca pela unidade global… A apresentação mais apaixonada naquela noite deve ter sido a ária da ópera Turandot, de Puccini, interpretada por Luciano Pavarotti. Porém, a música magnífica da Puccini não teria movido o coração de C. S. Lewis de forma tão dramática quanto faziam as óperas de Richard Wagner(Alem de gênio da musica clássica, foi um esotérico cultuador do paganismo germânico. Ele foi ligado a uma sociedade mística chamada Thulle, a mesma de Hitler, e os especialistas em estudos wagnerianos mostram como suas obras eram manifestações do paganismo germânico. Wagner foi um difusor do misticismo gnóstico germanista do qual veio nascer o nazismo) especialmente O Anel dos Nibelungos. Lewis ficava extasiado com os temas místicos e com a música dessa ópera. Em seu livro Surprised by Joy, ele descreveu sua paixão:

“Durante este tempo, eu ainda não tinha ouvido uma nota sequer da música de Wagner, EMBORA A FORMA DAS LETRAS IMPRESSAS DO NOME DELE TINHAM SE TORNADO UM SÍMBOLO MÁGICO PARA MIM… Ouvi primeiro uma gravação de A Cavalgada das Valquírias… Para um menino já amalucado pelos mitos nórdicos e germânicos que estão subjacentes na obra de Wagner, a Cavalgada veio como um relâmpago e um trovão… FOI UM NOVO TIPO DE PRAZER, SE REALMENTE ‘PRAZER’ É A PALAVRA CORRETA, EM VEZ DE TRANSTORNO, ÊXTASE, ASSOMBRO, ‘UM CONFLITO DE SENSAÇÕES SEM NOME.” [pg 75] C. S. Lewis

“Aprendemos no Livro de Orações a ‘dar graças a Deus por Sua grande glória’… CHEGUEI MUITO MAIS PERTO DE SENTIR ISSO PELOS DEUSES NÓRDICOS EM QUEM EU NÃO CRIA, DO QUE EU JÁ TINHA ALGUMA VEZ SENTIDO PELO VERDADEIRO DEUS ENQUANTO EU CRIA. Algumas vezes, quase chego a pensar que fui enviado de volta aos falsos deuses ali para adquirir alguma capacidade para a adoração…” C. S. Lewis [pg 77]”

Enquanto Lewis delirava com a cultura e a falsa fé do mundo, veja como ele reagia diante de seu contato com a igreja fundada por Cristo. C. S. Lewis freqüentou a mesma igreja durante trinta anos. A experiência não tinha nada de extraordinário a cada semana. A maior parte daqueles anos Lewis não se importava muito com os sermões; ele até mesmo sentava-se atrás de um pilar da igreja para que o ministro não visse suas expressões faciais. Ele ia ao culto sem música porque não gostava dos hinos. E saía logo após a comunhão da Ceia provavelmente porque não gostava de se envolver nas conversas com os outros membros depois do culto. Uma vez perguntaram para Lewis: “É necessário freqüentar um culto ou ser membro de uma igreja cristã para se ter um modo cristão de vida?”

Sua resposta foi a seguinte:

“Esta é uma pergunta que eu não posso responder. Minha própria experiência é que logo que eu me tornei um cristão, cerca de quatorze anos atrás, eu pensava que poderia me virar sozinho, me retirando a meu quarto e lendo teologia, e não freqüentava igrejas ou estudos bíblicos; e então mais tarde eu descobri que era o único modo de você agitar sua bandeira; e, naturalmente, eu descobri que isso significava ser um alvo. É extraordinário o quão inconveniente para sua família é você ter que acordar cedo para ir à Igreja. Não importa tanto se você tem que acordar cedo para qualquer outra coisa, mas se você acorda cedo para ir à igreja é algo egoísta de sua parte e você irrita todos na casa. Se há qualquer coisa no ensinamento do Novo Testamento que é na natureza de mandamento, é que você é OBRIGADO a participar do Sacramento e você não pode fazer isso sem ir à igreja. EU NÃO GOSTAVA MUITO DOS SEUS HINOS, OS QUAIS EU CONSIDERAVA POEMAS DE QUINTA CATEGORIA COM MÚSICA DE SEXTA CATEGORIA. Mas à medida em que eu ia eu vi o grande mérito disso. Eu me vi diante de pessoas diferentes de aparência e educação diferentes, e meu conceito gradualmente começou a se desfazer. Eu percebi que os hinos (os quais eram apenas música de sexta categoria) eram, no entanto, cantados com tamanha devoção e entrega por um velho santo calçando botas de borracha no banco ao lado, e então você percebe que você não está apto sequer para limpar aquelas botas. Isso o liberta de seu conceito solitário.”

Entre alguns grupos da igreja de Cristo C. S. Lewis é difundido como um defensor da fé cristã, e por ser bem sucedido como escritor secular, goza de livre passagem tanto no mundo como na igreja; o que enche alguns de orgulho. No entanto devemos olhar a questão com mais cuidado e notar que os questionamentos tanto quanto as conclusões de Lewis são extremamente esquisitas, e alheias a tudo o que se conhece em relação à bíblia e aos sentimentos de Jesus. A linha de raciocínio de C. S. Lewis está sim totalmente coerente com as conclusões das pessoas do mundo que nunca nasceram de novo e encontram um sentido de vida em coisas que Jesus ensina absolutamente não existir valor algum. Nós Cristãos temos que vigiar sempre nossos sentimentos para que eles, seduzidos pelo mundo, não nos levem para longe das escrituras, o que significa isolamento de Deus. Os crentes por serem sempre desconsiderados e humilhados pela sociedade em que vivem, tendem a receber com euforia e pressa qualquer celebridade que esboce algo que se pareça a uma conversão, na esperança de que essa celebridade limpe um pouco sua imagem tão desgastada perante o mundo, de forma que possam exibir essa celebridade como uma conquista de seu time. Isso é um erro, uma espera em vão por uma aprovação que nunca virá, não sem prejuízo ao evangelho. A bíblia se bem interpretada, coloca um abismo entre a igreja e a opinião da sociedade organizada, a cultura do homem. Querer construir uma ponte sobre esse abismo é impossível sem prejuízo pessoal e eterno, no entanto ,há muitos que se lançaram nessa obra infrutífera esperando lograr algum êxito. Essa postura resulta da má compreensão da proposta de Cristo para a humanidade. Eu simpatizava bastante com C. S. Lewis até descobrir sua distorcida visão espiritual totalmente embasada na confusa cultura humana. Em uma certa altura de sua trajetória espiritual (infelizmente) este cristão se deixou enganar pela as artimanhas do maligno, fazendo uma miscelânea da cultura do mundo com o evangelho, descaracterizando-o. Na verdade sua obra juntamente com suas considerações revela que em toda a sua vida, Lewis nunca abandonou a sua paixão pela inútil cultura humana ao mesmo tempo em que demonstrou uma considerável apatia pela contracultura do sermão do monte.

Roberto Aguiar

Mas Deus nos adverte: “Tu amas mais o mal do que o bem, e a mentira mais do que o falar a retidão.” [Salmos 52:3]

“Filho do homem, estes homens levantaram os seus ídolos nos seus corações, e o tropeço da sua maldade puseram diante da sua face; devo eu de alguma maneira ser interrogado por eles?” [Ezequiel 14:3]

“Como, pois, recebestes o Senhor Jesus Cristo, assim também andai nele, arraigados e sobreedificados nele, e confirmados na fé, assim como fostes ensinados, nela abundando em ação de graças. Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo; porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade.” [Colossenses 2:6-9]”

Fonte:

Adaptação dos textos, “O Lado Ocultista de C S Lewis”, “Os Deuses do Olimpo e C S Lewis” e “Problemas com Nárnia O Lado Ocultista de C. S. Lewis”.

Mary Ann Collins (artigo extraído de Kjos Ministries, em http://www.crossroad.to/articles2/006/narnia-trouble.htm) e http://www.cuttingedge.org

Protocolo da Cerimônia de Abertura em http://history1900s.about.com/library/weekly/aa081000a.htm

Roger Lancelyn Green, C. S. Lewis: A Biography, Revised Edition (Orlando, FL: Harcourt Inc., 1974), pg 30, 274. (A primeira referência aponta para a página 62 em Surprised by Joy (http://www.crossroad.to/Excerpts/books/lewis/surprised.htm).

http://www.crossroad.to/Excerpts/books/lewis/inklings-williams.htm

C. S. Lewis, That Hideous Strength, http://www.crossroad.to/Excerpts/books/lewis/hideous-strength.htm (MacMillan Publishing Company, 1946).

Alan Jacobs, The Narnian: The Life and Imagination of C. S. Lewis (HarperCollins, 2005), pg 52: http://www.torino2006.org/ENG/OlympicGames/bin/page/C_3_page_eng_58_paragraphs_paragrafo_2_attachments_allegato_0_object.pdf

C. S. Lewis, A Abolição do Homem, http://www.crossroad.to/Excerpts/books/lewis-abolition.htm, Rockefeller Center, NY: Touchstone, 1996 (publicado originalmente em 1944). Publicado em português pela Editora Martins Fontes, em http://www.martinsfontes.com.br.

Alessandro Botticelli, Italiamia, em http://www.italiamia.com/art_botticelli.html

Kathryn Lindskoog, Spring in Purgatory: Dante, Botticelli, C. S. Lewis, and a Lost Masterpiece, em http://www.lindentree.org/prima.html

Para mais informações, veja http://larryavisbrown.homestead.com/files/Ring/Ring0_intro.htm e http://larryavisbrown.homestead.com/files/Ring/Ring2_Valkyrie.htm:

C. S. Lewis, A Abolição do Homem; leia um excerto em http://www.crossroad.to/Excerpts/books/lewis-abolition.htm.

http://www.crossroad.to

www.espada.eti.br/db063.asp

http://pt.wikipedia.org/wiki/Clive_Staples_Lewis

89 Respostas para “A confusão espiritual de C. S. Lewis autor de as Crônicas de Nárnia”

  1. Vitor Hugo Diz:

    Parabéns pelo texto.
    Vou ler com outros olhos os livros do C.S. Lewis.

  2. Jairo Mielnik Diz:

    Excelente artigo, mas por favor, corrija confulsão, esse L está feio demais para a palavra confusão.

  3. Daniel Diz:

    Não acho que tenhas competência para Julgar um gigante como C. S. Lewis.

    Não acho não, tenho CERTEZA.

  4. Roberto Aguiar Diz:

    Corrupção – do latim Corruptio; corrupção é o nome que se dá ao emprego de dois pesos e duas medidas diferentes no julgamento de atos pessoais idênticos. Também chamado de parcialidade, que significa: Preferência injusta; Partido; bando, facção. Isso é um tipo de corrupção moral, uma depravação progressiva da ética e dos bons costumes, pela qual um indivíduo, incapaz de se manter imparcial diante dos fatos, acaba por considerar sua visão pessoal de vida norma válida, ignorando a definição de verdade confirmada pela maioria. Deus por diversas vezes manifestou o que pensa sobre esse comportamento:

    “Balança enganosa é abominação para o SENHOR, mas o peso justo é o seu prazer”. Provérbios 11:1

    “Seria eu limpo com balanças falsas, e com uma bolsa de pesos enganosos?” Miquéias 6:11

    Quando se convive bem com a ética e a verdade bíblica não descartamos os fatos independente de onde venham ou a quem atinjam; os recebemos com total imparcialidade. Mas quando o homem se corrompe, filtra os fatos adulterando a verdade, ficando apenas com os que lhe convém. Esse é a intenção Daniel que você tentou esconder por traz da palavra competência.

    Roberto Aguiar

  5. Lilian Fernandes Diz:

    Deus usou uma mula para falar, imagino que a sua maneira, Deus fala através das obras de Lewis, eu achei o filme Cronicas de Nárnia muito interessante, a magia é uma adaptação para o sobrenatural e o guarda- roupas é algo que todos temos acesso, as nossas vestes limpas são guardadas no armário. Para acreditar no mundo sobrenatural de Nárnia é preciso ter a inocência de uma criança. O inimigo é traiçoeiro e vai se aproveitar de toda e qualquer oportunidade de nos roubar de Deus, fazendo com que não venhamos a conhecer a verdade que cura liberta e dá direito a vida eterna. A batalha é eminente, todos devemos travar a nossa batalha com nosso eu, nosso desejos, para que nossa vida seja preenchida com os sonhos de Deus, só assim conquistarmos a coroa da salvação. E cumpriremos nosso propósito que é adorar, glorificar, exaltar o nome do Senhor, para que todos possam vem e crer.

  6. Bruno Monteiro Diz:

    Nossa!
    Vou confessar que nao li o artigo todo,pois axei muito chato.Rebatia todas as obras de C.S Lewis com versiculos do antigo testamento(SÓ DO ANTIGO TESTAMENTO!).Não gostei do modo como você fala de outras religioes,outras crenças.Pois na terra não importa se é Buda ,Alá ,Ganesha ,Gaia outros, importa é fazer o bem. Jesus ensina(sim, JESUS do NOVO TESTAMENTO!) para que guardar o sábado pro senhor, fazendo o bem, não discançando,pois o mal nunca discança.Entao oque basta é fazer o bem.

  7. Isanone Diz:

    É incrível como um total ignorante que faz um texto sem ler qualquer obra do autor tem facilidade em postar na internet.
    Vão estudar e fazer coisas mais construtivas, e por favor, se não tem intenção de se aprofundar naquilo que faz não faça, ninguém merece ficar lendo um conjunto tão grande de bobagens sem fundamentos.

  8. Roberto Aguiar Diz:

    Isanone você foi insalubre no seu comentário. Minha matéria sobre Lewis está ligada apenas quanto à bíblia, livro que vc se mostra completamente leigo. É incrível como despertamos a ira de fanáticos culturais, quando tocamos em seus ídolos. Nessa hora o “fundamentalismo” aflora desfazendo toda a mascara de equilíbrio, confeccionada com tanto esmero. Sinto muito mas vou ser obrigado a declinar do seu conselho sobre me aprofundar no “estudo”, nesse caso, de Lewis. Para mim, a produção literária de Lewis é pobre e de gosto duvidoso. Diferente de você, escravo dos paradigmas culturais, não digo “amem” para toda celebridade “abençoada” pelos gurus do conhecimento, nem rastejo de admiração, lendo um autor mesmo sem gostar, só para espalhar uma falsa idéia de erudição e crescer no conceito dos outros. Será que isso acontece? Não, jamais, com você não… ? ! Mas entendo que para xiitas como você, é até “pecado” não gostar de um “mito” como Lewis. Mas eu, estou livre disso. Jesus me libertou. No entanto, concordo com você quando diz que ninguém merece ler isso, é o que pratico com Lewis. Sendo assim, faça um grande favor a si mesmo, fazendo por onde não merecer ler isso, não lendo.

  9. Roberto Aguiar Diz:

    Liliam, quando Deus usou a boca de uma mula, nos mostrou que não exige perfeição dos meios que usa, e isso é muito confortante para nós que somos uma constelação de defeitos. No entanto esses meios defeituosos em suas pessoalidades, não podem permitir que seus defeitos alterem a palavra de Deus. Outro detalhe causa-nos extrema confusão quando queremos chamar nossos desejos de vontade de Deus. Eu, você, Lewis ou qualquer outra pessoa, tem a liberdade de envolver-se com o que quiser, mas não tem o direito de arrastar Deus para junto de caprichos pessoais. O caminho que vc quis dizer que Lewis escolheu para nos passar uma mensagem cristã, jamais foi usado por outro seguidor de Cristo em 2000 anos de história cristã. Ou Lewis descobriu a segunda roda ou estava totalmente equivocado. Seria mais seguro se posicionar ao lado das multidões de testemunhas que apenas copiavam os métodos de Cristo.

  10. Graciele Diz:

    As crôniccas de nárnia é um dos livros( fora a bíblia) no qual Deus mais falou comigo!!!
    Olha, ele não me afastou da escritura!!Muito pelo contrário!!! Acada parte da história percebia incutidos textos bíblicos e situações muito reais com as quais me identifiquei… De Nárnia emana o o amor de Cristo… Sua soberania!!! Não é por que a história é uma ficção (conto de fadas com direito a todo tipo de seres) q ela deixa de ser uma benção!!!
    Tem q saber ler!!! Sinto muito q vc seja tão cego!!!
    Se você leu pra criticar e notar o q vc acha de acordo coma Lei q vc aprendeu, me desculpem como diria o escritor da “A Cabana”, estes livros não são pra VOCÊ!!!

  11. Roberto Aguiar Diz:

    Nobre Graciele, saudações.

    Gostaria de lhe dizer que não leio sobre Lewis no intuito de criticar. Se Lewis jamais tivesse professado ser cristão, as chances de vc encontrar uma linha sobre ele neste blog seriam iguais a zero.

    Quem sou eu para desacreditar da profunda experiência espiritual que vc revelou desfrutar quando viajava pelas paginas de Nárnia. Também nada contra sobre o fato de ser uma ficção. O questionamento mais apropriado que se deve fazer nesse caso seria: Qual Deus falou com vc? Sim qual Deus, porque existe hoje em dia uma diversidade tão grande de credos evangélicos que todas essas crendices não podem vir de um mesmo Deus.

    É estranho vc dizer que conseguiu enxergar a bíblia em Nárnia, quando as escrituras condenam claramente as fontes de inspiração de Lewis.

    “Porém ambas estas coisas virão sobre ti num momento, no mesmo dia, perda de filhos e viuvez; em toda a sua plenitude virão sobre ti, por causa da multidão das tuas feitiçarias, e da grande abundância dos teus muitos encantamentos”. Isaías 47:9

    “E as obras da carne são: Idolatria, feitiçaria, heresias”. Gálatas 5:20

    O que Lewis em sua ignorância sobre a espiritualidade chama de mito ou cultura, nada mais é do que a fé concreta, real, dos povos em outros Deuses, que a bíblia claramente dá o nome de demônios.

    “Então tornaram os filhos de Israel a fazer o que era mau aos olhos do SENHOR, e serviram aos baalins, e a Astarote, e aos deuses da Síria, e aos deuses de Sidom, e aos deuses de Moabe, e aos deuses dos filhos de Amom, e aos deuses dos filisteus; e deixaram ao SENHOR, e não o serviram”. Juízes 10:6

    Se Lewis realmente fosse uma pessoa influenciada pela bíblia, jamais interpretaria as religiões pagãs como fábulas ou mitos, mas como cadeias que arrastaram milhares de vidas para a perdição eterna. O que existe de interessante nisso? Onde está a graça excitante que Lewis via na idolatria e na escravização dos povos inclusive com rituais de sacrifício humano? É mais do que obvio que ele não via as coisas por esse ponto de vista. Nesse caso surge outra pergunta, por que não? Porque não levava a sério a palavra de Deus, mas apenas parte dela.

    O que Lewis fez foi uma configuração pessoal de Deus usando a bíblia apenas como fonte para fazer uma adaptação de um Deus personalizado aos seus desejos. Lewis amava sim o misticismo, as religiões dos povos chamados pagãos, seus ritos, e nunca escondeu isso. Já com os irmãos da igreja se sentia desajeitado. Seus melhores amigos eram pessoas de outros credos. Que coisa esquisita? Não encontramos um comportamento parecido com o de Lewis por toda a bíblia.

    “Sacrifícios ofereceram aos demônios, não a Deus; aos deuses que não conheceram, novos deuses que vieram há pouco, aos quais não temeram vossos pais”. Deuteronômio 32:17

    Você diz que viu a bíblia em Nánia… Acho difícil, pois uma coisa que Lewis deixou bem claro que ele era fã de muitas coisas, mas a palavra de Deus não estava entre elas, vejamos:

    Ele (1) promoveu o ecumenismo (União de todas as religiões). (No seu livro “Mere Christianity”, ele disse que o Cristianismo é uma grande casa com salas muito diferentes e aceitáveis, tais como Catolicismo, Protestantismo, etc.)

    (2) Ele negou a reparação vicária de Cristo;

    (3) Ele acreditava numa evolução teísta (Evolução Teísta acredita num Deus, mas diz que ele não estava diretamente envolvido no processo de origem da vida)

    (4) Ele rejeitava a Bíblia como a infalível Palavra de Deus;

    (5) Ele negava a doutrina do eterno inferno;

    (6) Ele acreditava na oração pelos mortos e confessava seus pecados a um padre;

    (7) Ele afirmava que os seguidores de religiões pagãs podem ser salvos sem a fé em Jesus Cristo: “Existem pessoas em outras religiões que estão sendo dirigidas pela secreta influência de Deus… Muitos dos bons pagãos, muito antes do nascimento de Cristo, podem ter estado nesta posição”.

    Fonte: (C. S. Lewis, Mere Christianity, edição Harper San Francisco, 2001, pp. 64, 208, 209).

    É uma pena que você parece resgatar o mesmo erro de Lewis, misturando imaginação, capricho e fé, ao mesmo tempo em que despreza a experiência dos coerentes autores da bíblia.

  12. Eduardo Soares Diz:

    Este texto é uma bobagem com maquiagem de apologia séria. Quem escreveu não leu C.S.Lewis direito e não comprendeu a riqueza poética de seu discernimento sobre o cristianismo.

  13. Roberto Aguiar Diz:

    Caro Eduardo, que crítica mixuruca! Essa sua insípida defesa de Lewis foi feita nos mesmos termos dos pobres fanáticos da igreja universal, que juram de pé junto que o bispo Macedo é honesto, e que tudo não passa de “despeito”. Onde está essa “compreensão profunda” que você se arroga possuir? … Insinuar que o autor não leu as obras de Lewis…? Apelação pura, adicionado a sérios problemas de interpretação de texto, que é igual a desespero de causa. Na bíblia o nome é estultícia! Bem, sobre a bíblia, há que se manter o silêncio, porque se foi frustrada a sua tentativa de compreender esta matéria, quiçá o livro sagrado…

  14. Marcos Diz:

    Ele (1) promoveu o ecumenismo (União de todas as religiões). (No seu livro “Mere Christianity”, ele disse que o Cristianismo é uma grande casa com salas muito diferentes e aceitáveis, tais como Catolicismo, Protestantismo, etc.)

    (2) Ele negou a reparação vicária de Cristo;

    (3) Ele acreditava numa evolução teísta (Evolução Teísta acredita num Deus, mas diz que ele não estava diretamente envolvido no processo de origem da vida)

    (4) Ele rejeitava a Bíblia como a infalível Palavra de Deus;

    (5) Ele negava a doutrina do eterno inferno;

    (6) Ele acreditava na oração pelos mortos e confessava seus pecados a um padre;

    (7) Ele afirmava que os seguidores de religiões pagãs podem ser salvos sem a fé em Jesus Cristo: “Existem pessoas em outras religiões que estão sendo dirigidas pela secreta influência de Deus… Muitos dos bons pagãos, muito antes do nascimento de Cristo, podem ter estado nesta posição”.

    Roberto, poderia citar as paginas do livro “Mere Cristianity”(Cristianismo puro e simples) com cada um dos pontos apresentados? li o livro umas 4 vezes e nunca vi estas afirmações nele.

  15. Roberto Aguiar Diz:

    Caro Marcos não sei por que razão você me pediu o numero das paginas se exatamente onde você leu, constava não só o numero exato das páginas, bem como a edição. Há propósito, alguns fãs brasileiros de Lewis se orgulham de terem um conhecimento “profundo” das obras de Lewis, entretanto há que ser lembrado que dos 38 livros escritos por Lewis, somente a minoria foi traduzida para o português, o que se torna, querendo ou não, uma barreira. Por outro lado, os autores dessa matéria afirmam que não só leram todas as obras do escritor, como também as obras dos amigos mais chegados de Lewis, para poderem ter uma melhor visão dos pontos de vista de Lewis. Não digo que não possa encontrar, mas ainda não apareceu um fã de Lewis evangélico, brasileiro, aqui nesse blog, que tenha comprovado um conhecimento à altura dos verdadeiros autores dessa matéria. Mas em todos os tempos sempre foi uma obra infrutífera tentar provar algo contra um mito, porque as pessoas não têm simpatia pela verdade, mas sim pela ilusão a que se entregam.

  16. Marcos Diz:

    Obrigado, pela resposta rapida Roberto.

    As paginas fornecidas sao da edição inglesa, interessante seria se tivesse as da edicao brasileira, que é o que eu de fato gostaria para poder pesquisar.

    Li todas os livros editados no brasil do C.S.Lewis, um livro dele de portugal e mais uns 5 livros dele em ingles.

    De fato o terceiro livro dele de ficção-cientifica “Aquela força Medonha” é o mais controverso pela figura da driades, merlim e outros. Mas o livro nao tem a intencao de coloca-los como seres existente, apenas os coloca para dar a historia o ambiente sobrenatural que ele pretende expor. A exemplo da fabula das arvores falantes que temos em Juizes 9:7-15, aonde a semelhança de Lewis, Jotão conta uma estoria de arvores que falam para compreenderem um principio, apesar de as driades da mitologia serem arvores falarntes tambem.

    Vou analisar com mais tempo as questoes apresentadas do livro ‘mere cristianity” e vou postando aqui, pois de todos é o livro que mais li.

  17. Roberto Aguiar Diz:

    Nobre Marcos, o texto citado é de uma edição inglesa, portanto é nela que você tem que se deter. Sou responsável apenas pelo o que cito. Outro detalhe, você se equivoca totalmente em sua análise comparativa dos escritos de Lewis com o texto do livro de juízes da bíblia, e vou mostrar por que.

    Você diz: “De fato o terceiro livro dele de ficção-cientifica “Aquela força Medonha” é o mais controverso pela figura da driades, merlim e outros. Mas o livro nao tem a intencao de coloca-los como seres existente, apenas os coloca para dar a historia o ambiente sobrenatural que ele pretende expor”.

    Nobre marcos, esse é um erro comum cometido pelos fãs evangélicos de Lewis. Você ou quem quer que seja não tem o direito de classificar a religião alheia como estória, “conto” ou folclore.

    “A dríade ou dríada, era uma ninfa associada aos carvalhos. De acordo com a narrativa, cada dríade nascia junto com uma determinada árvore, da qual ela exalava. A dríade vivia na árvore ou próxima a ela. Quando a sua árvore era cortada ou morta, a DIVINDADE também morria. Os deuses freqüentemente puniam quem destruía uma árvore”.

    Essa narrativa faz parte da religião daqueles povos, assim como a religião dos povos indígenas. Interpretar esses textos com visão particular é distorcer a história, que para a antropologia, a ciência que estuda a cultura do homem, é uma agressão e um desrespeito aos povos. Isso tanto é verdade que Lewis deixou registrado um episódio que revelou sua concepção sobre a “mitologia grega”. Numa viagem a Grécia Lewis relata,

    “Tive certa dificuldade para evitar que Joy(sua esposa) e eu RECAÍSSEMOS NO PAGANISMO em Ática! Em Dafni, FOI DIFÍCIL DEIXAR DE ORAR A APOLO, o curador. Mas, de algum modo, a pessoa fica com a impressão que não seria uma coisa muito errada – teria sido apenas dirigir-se a Cristo, subespécie Apolônio. Testemunhamos uma bela cerimônia cristã em uma vila em Rodes e quase não vimos discrepância.”

    Fica claro neste episódio assim como quando ele faz uma defesa do I Ching, que para Lewis, todos os deuses da humanidade eram apenas manifestações diferentes do mesmo Deus dos cristãos.

    Realmente você conseguiu me impressionar com a sua comparação do texto de Lewis com o texto da bíblia. O texto de Lewis é uma criação artística literária em cima de textos religiosos, tidos por você e pela maioria como uma espécie de conto de fadas. O texto de juízes não é uma fábula e sim uma metáfora sobre a vida real, acontecimentos verídicos no mesmo nível das parábolas de Jesus. Os sentidos dos textos em questão são completamente diferentes. As arvores falantes no texto de Lewis eram seres divinos com identidade própria, já as arvores da fala de Jotão, no livro de Juízes, significavam a atitude das pessoas em questão, pessoas reais.
    Um bom exemplo dessa linguagem é bem entendido no trecho onde Jesus chama os fariseus de raça de víboras. Será que alguém entendeu que os fariseus eram cobras de verdade? Já no caso de esse texto ser interpretado no mesmo sentido usado por Lewis, os fariseus seriam cobras reais e homens ao mesmo tempo.

    Dessa forma meu caro Marcos, só posso dizer que seu questionamento foi um grande equívoco, religioso, histórico e acima de tudo, gramatical. No entanto, a sua confiança em Lewis ficou mais do que provada que é consistente, e que sua disposição para defendê-lo parece desconhecer limites. Já a sua noção do livro sagrado…

  18. Caroline Diz:

    Ótimo texto, base bíblica.

  19. Você está gastando seu tempo com o C.S.Lewis (de maneira, esta sim, claramente confusa) enquanto que há coisas muito, muito piores nas igrejas por aí – inclusive na sua, tenho certeza. Você devia dar ouvidos às palavras do Jesus que você diz seguir – está vendo apenas o cisco nos olhos de Lewis, ao passo que há uma trave nos seus, bem diante do seu nariz.

  20. Roberto Aguiar Diz:

    Nobre Jacob, sinceramente, não tome as pessoas em geral tendo você como medida ultima. Isso não é legal… Embora reconheça que matérias embasadas totalmente nos fatos como essa, sejam um simples exercício de evacuação de tempo para pessoas como você, o resto dos mortais, que não pertencem a sua tribo e ao seu credo cultural, conseguem tirar algum proveito de fatos comprováveis. Sua fala revela tanto o fanatismo míope de fã, como o esboço frustrado de quem finge possuir algum conhecimento bíblico que não dispõe. Numa coisa pelo menos eu concordo com você. Nas igrejas evangélicas cristãs existem varias bandas podres. O que você ainda não sabe é que Lewis como um evangélico professo, deixou sua contribuição nesse processo de deteriorização da fé genuína.

  21. Não sou eu quem está tomando alguma coisa por outra. É você. Suas palavras – por sinal, mal colocadas – denunciam seus conceitos, ou melhor, sua maneira de achar que compreende as coisas em sua totalidade a partir de supostos fatos. Você fez isso com os escritos de Lewis (e com o próprio), e agora novamente, comigo.
    Como sabe a que ‘tribo’ e a que ‘credo cultural(?)’ eu pertenço? Como sabe se realmente sou um fanático pelos escritos de Lewis? Sua bola de cristal (e imaginei que este tipo de coisa fosse proibida aos cristãos) está falhando; considere substitui-la.
    Quanto ao trecho final de sua infeliz postagem, o que é que você entende por ‘fé genuína’? Não precisa responder de fato – estou certo de que se trata da ‘fé’ da igreja que você frequenta, dos dogmas e conceitos teológicos aos quais se submete, os quais se dizem os mesmos dos primeiros grupos ‘cristãos’. Bem, quanto a isso, estude, meu caro, e verá que você mesmo está longe, muito longe, do modo de vida do seu Jesus, da ‘fé genuína’ pregada por ele e por seus seguidores.

  22. Leandro Rodrigues Diz:

    Tenho que admitir que o autor deste compendio tomou o devido cuidado para que tudo o que dicesse fosse devidamente referênciado e exposto de tal forma que refutar cada argumento seria sobremodo exastivo. Qualquer pessoa que queira refutar seus argumentos pensa duas vezes só de olhar para a extenção do texto. Refutar todos os seus argumetos daria origem a uma tese de pós-doutorado para ser examinada por uma banca de oxford. Da preguiça só de pensar.
    Bem, devo dar os parabens ao Roberto Aguiar pelo seu esforço. Mas não estou defendendo ele.
    Acredito que todos nós devemos ler o que ele tem a dizer, mas também e o que os defençores de Lewis tem a argumentar. Pois ouvir só o Roberto e tomar os seus argumentos por absolutos sem ler e compreender de fato a bíblia e o que os defençores de Lewis tem a falar seria no mínimo alienação.

  23. Leandro Rodrigues Diz:

    Não pude deixar de notar uma certa jactância nos argumentos de Roberto contra os seus arquétipos. Me responda Roberto, qualquer pessoa que ouse contrariar os seus argumentos sobre Lewis ou qualquer outro assunto está errado? Gostaria de conhecer você pessoalmente para saber se a espiritualidade intriseca aos seus contra argumentos faz juz ao seu modo de vida.

  24. Nai Teixeira Diz:

    Lewis não deixou de ser uma benção porque teve recaída.
    Alguém comentou que Nárnia foi benção.. pra mim também foi.
    Se você disser que você nunca caiu ou me garantir que jamais vai cair ou duvidar da sua fé em Cristo… parabéns você deve ser O cara.
    Só acho Roberto, que pegar frases soltas e colocar tudo num pacote e ignorar as outras frases que até hoje são usadas pra evangelizar é muita ignorância.

  25. Luciana Borges Diz:

    Gostei do cancelamento das filmagens do terceiro filme de Nárnia, iria dividir opiniões na igreja e isso Deus não permitiu. Li o livro de Nárnia e as viagens do Peregrino fala diretamente de bruxaria. Vejam só o que achei na Wikipédia sobre personagens de Nárnia
    Incubo , demônio que adota uma forma masculina, geralmente humana, a fim de ter relações sexuais com uma mulher e a cuja influência se atribuíam os pesadelos. (O demônio feminino era chamado sucubo).
    Gostei muito da análise de Nárnia, há cristãos com visão espiritual.

  26. felipe Diz:

    (5) Ele negava a doutrina do eterno inferno;

    de onde vc tirou isso?

    cara, vc jé leu o livro o problema do sofrimento? onde existe um capitulo extenso falando em como o inferno é real e uma doutrina basica do cristianismo…

    desculpe amigo, estava realmente lendo seu artigo, mas infelizmente nisso vc esta errado…

    quanto ao que li anteriormente, é uma pena vc ver as coisas dessa forma.
    vou continuar lendo seus comentarios mas essa foi uma bola muito, muito fora.

  27. felipe Diz:

    caro roberto

    uma nova pergunta.
    esse seu artigo é a mistura de alguns artigos feitos por outras pessoas?

    vc realmente leu as obras de Lewis?

    se vc leu, poderia por favor indicar as paginas na versão em portugues das ditas heresias de Lewis?

    não sou fã-boy(fã-boy são pessoas que gostão de uma coisa e ñ aceitam nada que é dito ao contrario) de Lewis, mas sou fã de seus escritos sim.

    vim ler esse artigo realmente com a cabeça aberta e pronto a mudar de opnião, já tive que fazer isso ao constatar varios erros de autores que eu citava facilmente… e com Lewis não seria diferente, mas seu texto é realmente muito parcial. feito não com o intuito de mostrar a verdade, mas de provar a ideia “Lewis é Satanista”.

    Quando escrevemos algo nesse intuio poucos conseguem sobreviver,
    até um Pastor Sério que conheço, verdadeiro adorador de Cristo, eu posso pegar frases dele e pinta-lo como satanista incubado.
    uma vez ele disse: “A Bíblia é a mãe das heresias”. pronto, ta ai, o cara é satanista, ele nega a infabilidade da bíblia e bla bla bla…
    mas se temos todo o seu discurso, veremos que com essa frase ele na verdade ele estava a ensinar que muitas pessoas usam trechos Biblicos para criarem mentiras.
    Lewis é dificil de ler, muitas vezes temos que reler suas paginas para entender do que ele fala. mas até o momento, dos livros que li dele, não0 tenho nada que leve a crer que o mesmo não era cristão, e o seu texto, infelismente, é sim pobre, e usa de artificios que a super interesante e a revista epoca usam para tentar diminuir a veracidade da Bíblia.
    sou leitor, e quando vejo esses elementos em algo que leio já é motivo de levantar defesas, pois na verdade existem somente duas possibilidades quando alguem distorce o texto ou discurso de alguem
    1 – falta de conhecimento pleno de casa, sobre o que discursa
    ou
    2 – má-fé, maudade, desejo puro e simples de distorcer os fatos.

    qualquer uma das duas é preocupante e infelizmente diminue a confia do leitor nos dados mostrados.

    te dou a sugestão de que lance um segundo texto, baseado somente em suas leituras do mesmo.

  28. felipe Diz:

    Continuando…

    eu quando paro para refutar heresias. como textos das testemunhas de jeova por exemplo, leio sim varios artigos contestando-os, mas tbm leio os livros deles, e comparo-os com o pouco que entendo da Bíblia, e com isso eu preparo meu texto refutando tais doutrinas, e quando me falta capacidade argumentativa, cito sim, tais artigos que li

    é um caminho mais dificil, mas tbm te da mais segurança…

    abraços
    feliz ano novo
    Deus nos abençõe

  29. Luciana Borges Diz:

    Tenho acompanhado esta coluna e parado para refletir sobre opiniões. È importante você analisar com clareza e maturidade como as pessoas abordam a literatura de Lewis como algo interessante… mais do que isso, digamos ,edificante em diversos pontos do Cristianismo. Vou ler o livro escrito por ele ” Cristianismo puro e simples”, mas minha opinião de que ele introduziu a mitologia pagã em Cronicas de Nárnia misturando com mensagens cristãs foi desastroso.É um excelente escritor mas apenas isso… Foi um intelectual e batalhou para isso . Eu sempre fui apaixonada por literatura, mas não gosto da literatura de fantasia, porque os autores mexem com o sobrenatural sem se importarem com a verdade de Deus.
    Gostei dos comentários de Roberto Aguiar, tem fundamentos bíblicos . Isso ninguém poderá discodar. Aliás, será que alguém poderá ter uma opinião dirigida por DEus sem louvores a nenhum homem, é claro ! ? Lewis podia ser perfeito como escrito, mas era humano passível de erro. Esta é minha opinião.

  30. o CS lewis escreveu muita coisa boa, ele consegue fazer as pessoas imaginar o que ele esta querendo dizer, mas concordo como Cristao que ja encontrei algumas coisas que ele disse que sao no minimo suspeitas, como por ex achar que sacramentos da igreja anglicana e ate catolica,,de alguma forma possam ser beneficos, o que chega a ser uma sandice, mas ainda acho que tem muita coisa que ele disse que e aproveitavel, mas nao se esquecem que a palavra final e verdadeira e a Biblia, se ele disse algo que vai contra isso evidentemente esta errado, vamos reter o que e bom e descartar o que e ruim, seja do Lewis ou qualquer outro homem

  31. Shu Hikari Diz:

    Amigo, sinceramente, muita coisa que você disse é especulação.

    Primeiramente, C.S. Lewis nunca disse que Aslan representa Jesus, mas sim que Aslan foi criado, assim como Nárnia, para um “novo mundo de fábulas”, e seria apenas uma idéia de “como seria Jesus, se ele existisse neste mundo”

    Coisas que o próprio C.S. Lewis disse.

    Outra coisa, sobre magia, isso não faz sentido.

    O mundo de Nárnia foi criado sob o princípio da Magia Profunda, e do Imperador [pai de Aslan], se entender bem as alegorias, verá que Magia Profunda é algo como “as escrituras” e, o Imperador, é o governante daquele mundo.

    Poxa, vamos ser realistas, o cristianismo de hoje costuma “fissurar” em cima de tudo o que é “popular”, sempre procurando algo, coisas do demônio, coisas e coisas e pecado….

    Gostei do seu blog, sinceramente, há muita informação interessante, coisas bem importantes de se saber, mas não creio que C.S. Lewis se enquadre nisto.

    Grande abraço

    Kamisama to issho ni

  32. Waldyr Diz:

    Literatura. Já ouviu falar(int)

    Se pararmos de procurar o capeta em tudo ficaremos mais perto de Deus.

  33. Luciana Borges Diz:

    ” E estes sinais acompanharão aos que crerem: em meu nome expulsarão demônios; falarão novas linguas”. Marcos 16:17

  34. Deivid Diz:

    Meu irmão, pelo que eu li, receio que vc realmente tenha lido as obras de C.S Lewis, a forma como vc argumentou contra o “caráter” cristão (se assim podemos dizer) foi muito infantil e demonstra de fato a superficialidade de seu estudo, baseado em pontos um pouco que distantes e sem nexo algum. Até entendo alguns de seus questionamentos e admito que também os tenho, mas principalmente em relaçao às cronicas de Narnia, vale dizer que Lewis não os fez com intenção de ser uma literatura cristã, mas um conto de fadas para crianças.
    A literatura de Lewis é um pouco pesada, e exige estudo para ler, fiquei um pouco surpreso com algumas afirmações que você tentou fazer, mas tenho que dizer que de modo geral discordo com quase tudo que você alegou, não porque é contra C.S Lewis, mas simplismente porque não faz sentido.

    Graça e Paz;

  35. iranpontes Diz:

    Essa e sua opiniao mas não é a verdade absoluta. Eu gosto,leio e assisto os filmes do autor porque vejo menos mal como esta tao claro no harry potter e vejo mensagens cristas. Sou evangelico e acredito que sim, a traves da vida de CS LEWIS a mensagem de Jesus foi passada.

    Abraço

  36. Thiago Diz:

    Sinceramente, a forma que o Roberto critica os defensores de Lewis é tão ofensiva quanto alguns que aqui criticaram sem argumentos. C.S Lewis é modismo? Sinceramente, sua obra ainda é desconhecida dentro de vários meios cristãos tendo inclusive, em minha opinião, mas popularidade em meios seculares que cristãos e quando tratada nesse meio, geralmente são obras de difícil leitura, não as juvenis, como Milagres e Cristianismo Puro e simples.

    As citações que tem destaque em caixa alta, uma inclusive ele falando do passado pagão que teve antes mais facilidade de lidar com esses deuses do que inicialmente com Cristo ou sua opinão sobre os hinos antes de ver seus valores, não passam de acusação ao que nos comentários dele, são tempos passados. É como pegar o testemunho de um ex-alcoolatra que diz que se embebedava todo dia e o acusar de ainda o fazer.

    “Mas à medida em que eu ia eu vi o grande mérito disso. Eu me vi diante de pessoas diferentes de aparência e educação diferentes, e meu conceito gradualmente começou a se desfazer.”

    Quando ele fala dos falsos nordicos que não cria, ele dizia estar falhando em ter uma grande admiração por deuses que ele NÃO CRIA SEREM REAIS, mas que o levou a reflexão “se tenho tanta afeição a esses deuses porque não ter um adquirir alguma capacidade para a adoração?” Ele estava crescendo, como crescemos constantemente, quantas vezes não tiramos Cristo do alvo e o sinal vermelho piscou? Isso que ele mostra ter acontecido.

    Outra, Narnia, é uma ficção e alguns pontos são alegóricos, se todos os pontos são alegóricos, como o Leão representar a nosso lindo Cristo e seu sacrifício representar a Cruz, e a bruxa o demônio, o que te leva a crer que a magia está em sentido literal? Não tem sentido.

  37. Thiago Diz:

    (1) promoveu o ecumenismo (União de todas as religiões). (No seu livro “Mere Christianity”, ele disse que o Cristianismo é uma grande casa com salas muito diferentes e aceitáveis, tais como Catolicismo, Protestantismo, etc.)

    Lembrando que a religião é o Cristianismo e Catolicismo, Protestantismo, Anglicanismo são denominações.

    (2) Ele negou a reparação vicária de Cristo;

    Você poderia fazer uam citação a respeito?

    (3) Ele acreditava numa evolução teísta (Evolução Teísta acredita num Deus, mas diz que ele não estava diretamente envolvido no processo de origem da vida)

    Até onde sei, boa parte dos apologistas já adotaram a Evolução Teista ou Criacionismo Evolucionista é uma forma de pensamento, William Lane Craig, maior apologista atual, por exemplo toma como base essa teoria. Eu não me recordo de ter visto nada sobre Lewis nesse aspecto, mas é uma questão que discute COMO Deus fez a terra, se eram 7 dias literais ou se devem ser interpretados como diversas passagens do Apocalipse tem sido.

    (4) Ele rejeitava a Bíblia como a infalível Palavra de Deus;

    Você poderia fazer uma citação a respeito?

    (5) Ele negava a doutrina do eterno inferno;

    Um amigo acima já falou sobre esta, Já leu o Problema do Sofrimento?O.o

    (6) Ele acreditava na oração pelos mortos e confessava seus pecados a um padre;

    Ele era anglicano¬¬’. Calvino defendeu a Inquisição, Lutero era Mariano, Agostinho, deu grande base ao Catolicismo, mas mesmo assim é aindahoje base para Teologos Cristãos de todas as denominações, inclusive prostestantes.

    (7) Ele afirmava que os seguidores de religiões pagãs podem ser salvos sem a fé em Jesus Cristo: “Existem pessoas em outras religiões que estão sendo dirigidas pela secreta influência de Deus… Muitos dos bons pagãos, muito antes do nascimento de Cristo, podem ter estado nesta posição”

    Você talvez tenha ouvido falar da Teoria Melquesedeque, que Deus utiliza das religiões do mundo como preparação ao evangelho, é uma teoria claro, mas por exemplo, existem testemunhos diversos de Muçulmanos, por exemplo, que encontraram Cristo dentro das bases de sua religião e começaram a ter sede dEle, ao inves de mante-lo dentro das bases da religião já citada.

    Lendo Milagres, do mesmo autor, você perceberá por exemplo, que ele não acredita em politeismo, porque deuses diversos fazem parte da Natureza dentro de seus conceitos, enquanto nosso Deus é Sobrenatural e não é parte de sua criação ;)

    Como, nosso amigo Sábiaexortação disse, retamos o que é bom, e se ora Lewis falou algo errado, bem, descartemos. Mas ele não e pagão demoniaco que alguns tem pintado.

  38. Concordo plenamente Thiago,

    Da mesma maneira, ótimos pastores falam coisas erradas, umas ou outras em suas pregações, mas isso não invalida a veracidade ou unção de sua pregação.

    É o mesmo que dizer: Nossa os ensinamentos dele são bem santificados, [daí o cara fala algo que alguns interpretam errado] então ele é demoníaco O.o

    “Julgai todas as coisas e retêm o que é bom…”

    Grande abraço

  39. Giuliana Azevedo Diz:

    Boa tarde!

    Roberto Aguiar, se possível, gostaria de saber se você tem alguma formação teológica. É que estou procurando para a minha monografia fontes que me falem sobre a polêmica em torno das obras de c.s.lewis, além das novas formas de comunicação religiosa.

    Abraço

  40. Roberto Aguiar Diz:

    Cara Giuliana, eu bem que tentei terminar minha graduação superior teológica, mas por discordar radicalmente dos meus mentores por suas incongruências cristãs, eu me alto exclui.

    Aqui no Brasil onde as informações chegam de quinta-mão, e por isso Lewis goza de status “inconteste”, acho difícil você encontrar material questionativo sobre ele. Sendo Lewis um ícone cultural…tá difícil…Se eu fosse você procuraria em inglês.

    Um abraço!

  41. E eu pensando que o Roberto nem lia mais estes comentários O.o

    Prezado,

    Gostaria de saber que tipo de incongruências o fizeram largar a graduação Teológica.

  42. Giuliana Azevedo Diz:

    Obrigada!

  43. Giuliana Azevedo Diz:

    Mas você é pastor, tem alguma base teológica que seja?

  44. Olá, não poderia deixar de comentar. [nem gosto de fazer isso]
    Mas diante de um texto tão rico [de palavras e de informação] não poderia deixar a minha passagem por aqui em branco.
    Mas o que quero comentar é o seguinte:

    Lewis teve experiÊncias extraordinárias com Deus. MAS ELE ERA UM HOMEM, COMO EU, COMO TODOS VOCÊS QUE ESTÃO LENDO [não sou ufologista hehe']. E PECOU, DENOVO COMO EU E VCS FAZEMOS. NOSSA NATUREZA ADORA ISSO *O*, MAS O GRANDE ERRO DE TODOS OS HOMEMS É HIPERVALORIZAR HOMENS (EU NEM ADORAR). QUANDO SE ADMIRA UMA PESSOA PELA SUAS ATITUDES, PELOS SEUS TRAJES, SUAS IDEALOGIAS E CONCEITOS, É MUITO FÁCIL SE EMPOLGAR … E QUANDO VOCÊ SE EMPOLGA… JÁ ERA… VOCÊ PÕE TUDO A PERDER…

    Lewis se empolgava com ocultismo, eu me empogava lendo Lewis, o cara que fez a resenha também se empolgava lendo Lewis… Enfim… Deus quer toda nossa empolgação. Podemos ser felizes, viver, amar e sorrir. O que não podemos ser é idiotas ao ponto de ajuntar tesouros em outro lugar que não seja o céu.

    Abçs \o

  45. Roberto Aguiar Diz:

    Nobre Shu Hikari,

    eu sempre leio todos os comentários. Não respondo a todos porque alguns são repetitivos e já possuem resposta, outros ainda nem comentar valem. Alguns comentários são embasados apenas no conhecimento específico de Lewis, o que não me interessa. Lewis só mereceu um a matéria porque se auto afirmava cristão, sendo essa ótica a única que nos importa abordar. Sobre os absurdos religiosos que presenciei em duas organizações evangélicas em que estudei, não quero entrar em detalhes, no entanto minhas impressões estão sintetizadas em muitos das citações e comentários espalhados pelo blog.

    Um abraço!

  46. Roberto Aguiar Diz:

    Nobre Marta você conseguiu unir em seu comentário franqueza, objetividade e fé; e tudo isso despido de linguagem religiosa, o que é raro.

    Um abraço!

  47. Shu Hikari Diz:

    Nuss este tópico rendeu viu, já faz um ano e alguns dias.

    Concordo com o post falando de “todos sermos humanos” e errarmos, nem por isso deixamos de ser cristãos, nem por isso deixamos de ser filhos de Deus.

    Acredito que Lewis era tão falho quanto qualquer outro, assim como também podemos ver inúmeros pastores no meio cristão, falarem heresias evidentes dentro de igrejas, cabe a nós termos o discernimento cristão [ao merchandising rsrs] para saber o que devemos aproveitar das informações que nos são passadas.

    Lewis escreveu coisas incríveis, conselhos bem legais e proveitosos, assim como Dalai Lama fala coisas que fazem bastante sentido, assim como o “camarada lá da esquina” também fala coisas que são edificantes, sendo eles cristãos ou não.

    O que devemos fazer é não nos guiarmos pela pessoa, muito menos a “adorar” como se ela fosse um canal de bênçãos, pois Deus usou até uma mula pra falar com um de seus servos, por que não usaria uma pessoa que não faz parte do meio cristão? [não é que ela vale muitas vezes mais que a mula?]

    Bom, fica meu recado aí, acho que já está na hora de fechar este post rsrs

    Fazendo aniversário já e perdurando tão polemicamente.

    “Provai todas as coisas e retem o que é bom”, pois quem somos nós para julgarmos a integridade do pastor Silas Malafaia, Paul Washer, entre outros que também pecam, por serem humanos, e, no entanto, transmitem palavras edificantes [ou não né ? rsrs].

    Grande abraço a todos os leitores e ao idealizador do blog

  48. Marcelo Stutz Diz:

    A Santa Paz de Jesus Cristo seja com todos.

    Com todo o amor que posso me expressar, mantendo sempre o respeito e sinceridade, fiquei muitíssimo preocupado com alguns comentários aqui. Ví muita erudição, por assim dizer, porém, muita “brincadeira” e “risinhos” em um assunto que na verdade é muito sério e não tem, ou não deveria ter, motivos ou espaço para risos e brincadeira.

    C. S. Lewis (Clive Staples Lewis), em um modo até bem simples e lógico do ponto de vista cristão é um homem sim, como eu, pecador sim, como eu, porém, cheio de ensinamentos hereges que se encontram facilmente em qualquer seita destas espalhadas pelo mundo, no satanismo inclusive.

    Bom, eu prefiro manter-me no conceito bíblico e ao invés de “dar ouvidos” a fábulas de velhas caducas escritas por pessoas notoriamente inspiradas pelo espírito do engano ( quer saibam, quer não. ), ouvir pessoas inspiradas pelo Espírito da Verdade, ou seja, o Espírito Santo de Deus.

    Me espanto a constatar que alguém possa realmente admirar uma pessoa cujo jargão, melhor, um de seus muitos jargões seja: “O cristianismo cumpriu o paganismo.” Este seria, do meu ponto de vista, o mais brando em suas fúteis tentativas de desmoralisar o cristianismo.
    “Acredito que Lewis era tão falho quanto qualquer outro…” Eu também, porém levando-se em conta o quanto ele era acadêmico em letras, ele era também falho contumaz sabendo muito bem em que e onde estava errando.

    Prefiram dar ouvidos aos pastores, e ler a Bíblia em oração do que perder tempo com fábulas diversas.

  49. Shu Hikari Diz:

    Hmm o que você falou é bem interessante.

    Mas não posso deixar de discordar, uma vez que não creio que somos nós quem podemos julgar e definir as pessoas, associando-as às seitas [mesmo porque dentro do próprio cristianismo, existem brigas por causa de seitas emergentes (ou supostas seitas)]

    Pelo que conheço de Lewis, ele desmoralizava um cristianismo fútil, que é o que mais podemos ver hoje em dia, um cristianismo carnal [vide Paul Washer] que muitos se acostumam com o pecado e simplesmente o cometem sem problemas.

    Não defendo a Lewis, mas acho errado julgá-lo como “ciente de seus erros”, pois nem mesmo vivemos na mesma cultura que ele, quanto mais saberíamos do seu nível de entendimento da bíblia.

    Como diria Paulo [novamente] : “Provai todas as coisas e retêm o que é bom.”

    Dei muito ouvidos à pastores e hoje percebo o quão falho eu fui.

    O que torna uma pessoa comum em um pastor?
    Deus? Excelência em sabedoria e cumprimento do Caminho? A capacidade do dom supremo?

    Prefiro dar ouvidos à Deus, ao que Ele diz através da bíblia e através de muitas pessoas [os "loucos" deste mundo], pois Ele usa a quem quer e quando quer.

    Pode ter usado a Lewis, pode ter usado a você, ou a mim, cabe ao Espírito Santo confirmar em cada pessoa, o que ela deve receber.

    Prefiro não denominar à ninguém dizendo, “Ès santo” ou “És servo de Deus” ou ainda “És cristão” , pois no meio de nossas igrejas [minha maior indignação] os lobos estão muito bem disfarçados, inclusive ocupando púlpitos, pregando heresias evidentes, “criando” mandamentos enviados por “deus”, e o engraçado é que Lewis nem mesmo era pastor O.o

    [Ora, não é maior a responsabilidade dos que são líderes, pois deles será cobrado o sangue dos inocentes que neles acreditam?]

    Também sou líder e temo por esta palavra, pois hoje em dia, somente sabem que estão no caminho correto, aqueles que não se prendem à denominações, mas os que se guiam pelo Espírito Santo de Deus.

    Gostei de suas palavras Marcelo, se quiser manter contato, gostaria de conversar mais contigo shu.hikari (at) gmail (dot) com

    Abraços

    Que a Graça e a Paz de Deus seja com todos nós

  50. Marcelo Stutz Diz:

    A Santa Paz de Jesus Cristo seja com todos.

    Amado Shu Hikari, tenho que tentar desfazer algumas erratas.

    Eu também, como não poderia deixar de ser, creio que não somos nós quem poderia julgar alguém salvo ou não salvo, posto que só há um Juiz e um só advogado junto ao Pai, Jesus Cristo. Nisto estamos de completo e pleno acordo porém, se Deus deu-me a graça de conhecer a verdade eu de maneira nenhuma posso rejeitar este “talento”, biblicamente falando, e escondê-lo “debaixo da terra”. Longe de mim toda presunção mas tenho que fazer algumas citações bíblicas.

    Em Mateus 12:30 está escrito: “Quem não é comigo é contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha.” A mesma coisa está também em Lucas 11:23.

    Já não é o bastante a quantidade enorme de pessoas perseguindo a Igreja, como se já não bastasse o inferno todo, para nós deixarmos algumas pessoas deste tipo entrarem com seus ensinamentos de iniciação ao ocultismo, feitiçaria, satanismo, etc… Isto é uma temerosidade para aos que acabaram de se converter. Lembremos, cuidai dos “pequeninos”, esta é uma direta ordenança de Jesus a nós. Que temos nós então a fazer quanto a isto? ( retórica )

    Sei que existem muitas pessoas se “auto intitulando” líderes de igrejas cometendo erros absurdos no púlpito e até mesmo ensinando coisas vãs, isto, infelizmente, é notório hoje em dia. Dou graças à Deus por você ser uma das muitas pessoas que enxergam isto, isto vem de Deus para você e, como pressuponho, sua responsabilidade aumentou, posto que disse-me que também é um líder. “A quem muito é dado muito também é cobrado.”
    Enfim, creio eu, junto com meus pensamentos, que somente este assunto já seria algo para uma longa e boa conversa pois existem vários desdobramentos, me detendo somente ao que me escreveu em resposta ao meu comentário aqui neste abençoado blog, se me enveredasse a escrever-te tantas coisas, não terminaria, por esta razão vou para a próxima.

    Não quero de forma alguma me expressar mal, tenho tido muitíssimo cuidado com as palavras ao escrever-te, porém, creio que há uma discrepância em seus argumentos, você diz que não pode julgar alguém mas escreve que existe um tal de “cristianismo fútil”. Pois bem amado Shu Hikari, quantas pessoas estão envolvidas neste tipo de cristianismo? Dezenas, milhares, ou milhões? Eu me detenho a tentar combater uma pessoa que notoriamente ataca a igreja e, principalmente, aos ensinos de Jesus, o evangelho. De quantas igrejas e/ou denominações você está falando e , quantas pessoas ensinam nelas e, quantas pessoas estão nelas? De quantas pessoas discordou somente aqui neste tópico, incluindo a mim mesmo? Meu irmão em Cristo, vê agora que não é tão simples o pensamento, nem tão complicado que não o possa ver? Claro que vê, és filho de Deus, co-herdeiro com Jesus nosso Senhor, salvo e remido por Seu sangue.

    Creio que foram perguntas diretas as seguintes: “O que torna uma pessoa comum em um pastor?
    Deus? Excelência em sabedoria e cumprimento do Caminho? A capacidade do dom supremo?”
    Em Efésios 4:11-16 está escrito: “E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores, Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo; Até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, à medida da estatura completa de Cristo, para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente. Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, do qual todo o corpo, bem ajustado, e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, faz o aumento do corpo, para sua edificação em amor.”
    Enfim, o próprio Deus levanta homens para pastores e para todo o mais dentro da igreja.
    Aí entra o ensino bíblico: “Mas o que a não soube, e fez coisas dignas de açoites, com poucos açoites será castigado. E, a qualquer que muito for dado, muito se lhe pedirá, e ao que muito se lhe confiou, muito mais se lhe pedirá.” – Lucas 12:48

    Sinceramente falando, me senti muito bem em conversar aqui, posto o respeito e mansidão com as quais a maioria aqui escreve, creio de todo o meu coração que realmente é, de alguma forma, edificante.
    Sei que deveria escrever mais, porém, não quero ser deveras espaçoso por aqui, afinal, acabei de chegar.

    Shu Hikari, anotei seu e-mail, também gostei de suas palavras, que nosso Deus continue te abençoando e te enchendo de Sua divina Graça por nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. ( Amém )

    Fiquem com Deus abençoados!

  51. Bem, é a primeira vez, em muito tempo, que me deparo com uma resposta bem formulada, sem chacotas, sem infantilidades e, mais importante, sem falácias.

    Concordo quando dizes que a igreja é perseguida por multidões, incluindo alguns “membros” dela mesma.

    E, quando disse sobre cristianismo fútil, não foi me assentando como juiz de alguma coisa, mas da mesma forma que você se posicionou contra Lewis, posso afirmar que me posiciono contra um cristianismo carnal, que é predominante [restringindo a generalidade] em 90% das igrejas que já frequentei. Os 10% estão destinados às pessoas em quem eu pude ver uma ânsia para buscar a Deus de qualquer maneira, mesmo caminhando pela sombra de líderes insensatos, alguns até hereges, mas, se está por “dentro” da mídia evangélica, com certeza perceberá de quem estou falando.

    Preocupo-me mais com os de dentro das igrejas, chamados líderes [como eu também] do que com os que se dizem cristãos apenas, mesmo que influentes, não estão em posição de líderes, ou seja, menos lhes será cobrado.

    Unidade da fé, com certeza, creio nisto e busco que isto aconteça, mas jamais conseguiremos “encontrar” [nos tornar] esta igreja, se não quebrarmos as nossas barreiras denominacionais. Jà vi imensas brigas entre igrejas que diziam trilhar O Caminho, mas porque “um tomava como pecado, aquilo que o outro fazia no cotidiano” pude perceber que, hoje, muitas vezes reinam as vontades dos líderes como “vontades de Deus”, o que confunde à muitos.

    Em um debate com um ateu, a quem eu tentava ensinar sobre O Caminho Perfeito [Jesus], me questionou o seguinte: “Como vou saber o que é pecado? Se nem entre vocês mesmos [cristãos] se decidem o que é lícito ou não? Como posso dizer que estou certo, sendo que outras igrejas [denominações] dizem que estou errado, e olha que dizem pregar sobre o mesmo Deus…”

    Sinto-me envergonhado do que o cristianismo se tornou atualmente, e, assim como Paul Washer, meu coração chora na tentativa de mudar o rumo das inúmeras inserções de um “pecado santo”, onde as coisas praticadas pelos ímpios são introduzidas nas igrejas com nomes “santificados”, mas possuem a mesma essência mundana.

    Gostaria de continuarmos nossa conversa por e-mail, a menos que acredite ser de valia para mais pessoas, este nosso assunto exposto neste blog, haja vista que este blog é bem visitado, este assunto pode ser edificante para muitos que o acessam. [também com o consentimento do Roberto, pois é autor deste post. Podemos? rsrs]

    Retornando à Lewis, para finalizar meu ‘comentário’:

    O quanto conhece de Lewis? [só uma dúvida comum]
    Pois possuo alguns de seus livros e tenho o seguinte pensamento sobre ele:
    Lewis não era um cristão exemplar, mas sem dúvida, eu gostaria de conhecê-lo. Suas idéias em “As Crônicas de Nárnia” são bem interessantes, era apenas uma tentativa de demonstrar como ele enxergava à Cristo, e, ao mesmo tempo, passar este ponto de vista em forma de fábulas [Tendo em vista que muitas de nossas crianças[entenda como liderados] lêem obras como Alice no País das Maravilhas, Crepúsculo, O Código da Vinci, Anjos e Demônios, Harry Potter, O Senhor dos Anéis, entre outros, que são imensamente mais pesados que os escritos de Lewis, principalmente no tocante à feitiçaria.

    Creio que as Crônicas de Nárnia são mais saudáveis que os livros supracitados, e percebo isto depois de ter visto um de meus primos de 10anos, ao terminar de assistir ao filme do livro “Principe Cáspian”, exclamar com a frase: “É assim a mão de Deus sobre os poderosos do mal.” , no momento em que Aslan destrói um exército inteiro com seu rugido manipulando as águas.

    Acho que facilitaria nossa conversa se entendermos claramente os posicionamentos sobre Lewis. [no caso, eu entender os seus, bem como seus motivos, e vice-versa]

    E agora, que “abrimos” duas vertentes de assuntos, um sobre Lewis e outro sobre o cristianismo, creio que será melhor se falarmos de Lewis por aqui e, por e-mail podemos falar sobre o segundo assunto.

    Agradeço pelas sábias palavras e não discordo de ti completamente.

    Que Deus nos direcione ao discernimento santo, e possamos nos esclarecer mutuamente na Graça dEle.

    Abraços

    Que Deus abençoe aos leitores.

  52. Esqueci de falar sobre os pastores.

    Você citou passagens bíblicas que definem exatamente como Deus escolhe os seus, e , de fato, não discordo disso.

    Mas o meu questionamento não é sobre a liderança divinamente imposta, mas sobre como o povo de Deus consegue seguir à um falso profeta, da mesma maneira com a que segue um profeta abençoado divinamente.

    Com a imensa quantidade de heresias, o povo se perde, mas, mesmo seguindo à hereges, existem inúmeras pessoas que tentam encontrar a Deus em espírito e em verdade.

    Citei sobre os pastores porque inúmeras pessoas costumam me falar : ” Ah a pregação de fulano é uma bênção…” “Ah a de ciclano é uma maravilha…” Ora, não são pregações vindas do Santo dos Santos para instruir aos seus? A glória não pertence apenas à Ele? Quando dizem uma heresia, quando é convincente, o povo logo consegue se sensibilizar com aquilo [posso citar ocorrẽncias deste fato] e subitamente tomam aquele pastor como abençoado.

    Infelizmente [ou felizmente] devo dizer que creio que as ovelhas de Cristo não precisam seguir a nenhum pastor. Mesmo sob a liderança de “lobos” eles ouvem a voz de Deus e conseguem se diferenciar, mesmo estando no meio à mentirosos do “reino de Deus”, eles entendem que não estão caminhando após aqueles líderes, mas estão apenas seguindo os dizeres de Cristo: “… não deixem de congregar, como é costume de alguns…”
    E isto faz toda a diferença, pois não seguimos “… Paulo ou Apolo…” mas um só Senhor e Salvador.

    Novamente, abraços e que Deus seja conosco

  53. Elton SDL Diz:

    Roberto, a impressão que tive ao ler seu artigo foi a de que você é o tipo de pessoa que acredita que, para ter “opinião formada” tem que ser do contra. Até virou moda, hodiamente. Para simular alguma opinião própria tem que discordar! Ah! Faça-me o favor!
    Seu artigo, para começar, é inserido apenas de TRECHOS dos livros de Lewis. O que você fez foi bastante simples: Distorceu os fatos, sem utilizar os TRECHOS no seu contexto. Por exemplo: na bíblia encontramos a palavra MORTE. Ela, isoladamente ,dá uma gama de significados diferentes, incluindo os negativos. Mas, se olharmos para o contexto em que as palavras estão inseridas, a coisa pode mudar e muito.
    Outro ponto: Você diz ter lido toda a obra de Nárnia, todavia, usou de apenas UM TRECHO DE UM ÚNICO LIVRO – A Viagem do Peregrino da Alvorada – para criticar toda a obra. Se você tivesse prestado atenção na Última Batalha, perceberia claramente a apologia cristão inserida, principalmente, no que diz respeito à batalha entre os narnianos e Tash (representação do demônio). Assim como no primeiro livro da série, onde a feiticeira branca possue a mesma função.
    Foi, de fato, uma idiotice você ter repreendido a atitude de Lewis, de estabelecer uma amizade com Owen Barfield, apesar da SUPOSTA ligação dele com o ocultismo. Lembre-se que Jesus Cristo veio PARA TODOS. Em nenhum momento ele excluiu seguidores de seitas e não-cristãos em geral. Pelo contrário, mantinha um contato com eles em prol de suas conversões. Lewis tentava fazer o mesmo. Em fez de repudiar os atéus ele tentava convertê-los através de sua obra e de seu contato. Mas, ao que parece, isso não tem muita importância para você, tendo em vista que você só cita o ANTIGO TESTAMENTO.
    Por fim, se realmente Lewis manifestasse interesse por ocultismo, não significa que ele PRATICAVA ocultismo. Uma coisa é ser curioso – pesquisar a respeito e etc. Muitos mebros religioso fazem isso, são verdadeiros peritos no assunto. Uma coisa é saber a respeito e outra é praticar. Não é correto conhecer nossos “inimigos” para melhor combatê-los?
    Termine sua faculdade, deixe esse orgulho de lado, sua visão estreita e sua presunção. E escreva correto.

  54. Elton SDL Diz:

    Ah! Além disso, deve ser levado em conta, o contexto histórico-social. Você, como é instruído e tudo mais, deve saber, com certeza, que Lewis escreveu a obra em 1949. Uma época pós guerra mundial; uma época em que os valores humanos (morais) estavam se esvaindo. Lewis percebeu e se preocupou com isso, em especial com relação às crianças. Ele queria inserir o moralismo perdido – ou ainda evitar que ele se perdesse, através das crianças. Um moralismo social e cristão. E que maneira melhor para falar com as crianças do que a linguagem que elas entendem? Acredito que, se Lewis tivesse falado com elas na linguagem em que Marx escreveu O CAPITAL, elas não entenderiam nada. Aliás, se Marx, Freud, Platão tivessem repassado suas ideias para as crianças através dos contos de fadas, elas os entenderiam. Crianças gostam de histórias fantasiosas e não de novelas da Globo (embora existam exceções).

  55. Salem Diz:

    Nunca vi tanta asneira em tão poucas linhas… li só até o terceiro parágrafo e não prossegui.

    Você escreveu isso aqui: “em que Aslan representa Jesus Cristo e as crianças representam os cristãos. Se você fizer isso com A Viagem do Peregrino da Alvorada, então estará retratando que Jesus Cristo fica satisfeito quando os cristãos recorrem à magia e aos encantamentos.”

    Você toma Aslam e as crianças em sentido figurado, mas a magia você a tomou com sentido literal e ai é que se dá o equivoco.

    O “feitiço” que a Lúcia faz é de deixar as coisas visíveis, isso é uma metáfora. Lúcia nunca perde a fé em Aslam e ela é sempre a que leva a palavra dele, ela é a que faz Aslam ser visivel para as outras pessoas. Entendeu? Ela é como um apóstolo de Jesus, aquele que faz as pessoas “verem” Deus.

    Quando se está analisando uma obra de analogias se deve tomar toda a obra como analogias, metáforas e não apenas as partes que convém.

  56. Leonardo Silva Diz:

    Eu acho esse texto uma tremenda baboseira…

    O que o autor usou textos isolados, sem contexto…
    A mesma coisa que os testemunhos de Jeova utilizam para “repassar” a sua doutrina…

    Eu concordo com o\a Salem no comentario de cima…
    Se Lewis utilizou tantas metaforas, porque a magia nao poderia ser tambem??Alias, a magia É tambem uma metafora…

    Na verdade, As Cronicas de Narnia nada mais é do que uma grande metafora…

    discordo de cada palavra do seu “artigo”…
    A unica parte verdadeira deve ser o seu nome…
    ……………..Ou nem isso…

  57. olha, eu acho que realmente não existe um cristão perfeito…mas devemos levar em conta que cs. lewis era humano, e que , também tinha seus defeitos…eu concordo plenamente com o que o salém disse… não há como definir uma história pelo o que ela realmente é, mas pelo o que ela representa. eu sou cristã, e , realmente não sou do tipo q sinto orgulho por algum, escritor assim como cs lewis , etc., pq não tenho certeza de qm realmente ele era, só qm sabe a verdadeira história de lewis, qr dizer, o que ele realmente queria passar para as pessoas qnado escreveu esse livros é Deus!!!então, sendo assim, não podemos julgar os livros com certas citações da biblia, pq não são coesas e certas… não podemos fazer uma certa conclusão sobre algo que não conhecemos muito bem, como se a fé de lewis era ou não verdadeira…pois, no mundo em q vivemos hoje, existem tantas possibilidades( de mudar a postura de uma hora para outra) q às vezes ficamos confusos com tudo isso(não q VC seja confuso, claro q não) , confesso q até eu às vezes já duvidei da minha própria fé…se eu estava mesmo no caminho da verdade, se era tudo mesmo real, ou se era tudo mais uma maneira de manipulação mental…eu as vezes fico muito injuriada com tudo isso, como nós(me refiro a todos os seres humanos) nascemos e crescemos com certas crenças, mitos, e códigos de postura , como por exemplo, que devemos estudar, pq se não estudarmos não teremos futuro e etc… isso tira totalmente o sentido do livre arbítrio… mas recorro rapidamente à biblia, pq ela não mente, é ela qm discerne o bem do mal , ela é q nos traz a verdadeira luz, a verdade, Jesus Cristo.q Deus abençoe a todos e eu sugiro que a pessoa que escreveu sobre cs lewis aqui, leia o livro de Glauco Magalhães Filho ” O IMAGINÁRIO EM AS CRONICAS DE NARNIA”, é muito bom!

  58. Diana Lunna Diz:

    Antes Lewis do Harry Potter.
    vejo mensagens claras de boa conduta, boa educação, humildade entre outros… Coisa que nossas crianças precisam. Não vejo mal algum em ler seus livros, conheço a Bíblia e nada lá( nos livros) me afeta pelo contrario posso dizer que fui muito edificada…

    Sei bem analisar e até onde posso ir sem ter o risco de me perder…
    quem tenta com tanta veemência provar o contrário é por que provavelmente, não está certo do que acredita.

    Na santa Paz.

  59. TIAGO FROES NETO Diz:

    Caro Roberto Aguiar

    FALTA DICERNIMENTO CRISTÃO. Lewis foi e sera um dos Maiores denfesores do Cristianismo Puro e Simples se vc como disse ter lido duas vezes suas Obras. FALTA DICERNIMENTO CRISTÃO. Holy Espirit. \\\\\\\\C.S.lewis é um gigante denfensor do Cristianismo e suas obras são de uma profundezas da alma humana e de toda sua Filosofia e Mitos e devemos ter cuidado. Pois sera necessario estudos em cima deste legado deixado por este Cristão Autentico na sua Visão do Eterno e do Nosso Salvador Jesus Cristo.
    FALTA DICERNIMENTO CRISTÃO

  60. Roberto Aguiar Diz:

    Nobre Tiago, seu insuficiente conteúdo bíblico é o que lhe permite enxergar em Lewis um genuíno cristão. Embora isso lhe pareça duro, não é essa a minha intenção, mas apenas constatar um fato. Se após toda essa narrativa detalhada da vida do autor, com muitas citações do próprio, o que revela meu compromisso apenas com fatos comprováveis, e ainda assim você não enxergou nada que o comprometesse quanto ao evangelho, nesse caso então, o que lhe impede a visão é a ausência do livro sagrado, unica base pela qual Lewis foi analisado.

    Há propósito, eu não sou o autor, mas apenas o adaptador de 4 matérias sobre Lewis.

  61. Ana Maria Diz:

    Não há uma só vez que eu não tenha visto o 1º filme das Crônicas de Nárnia e que eu não tenha chorado litros na cena da ressurreição de Ashlan. Eu realmente gosto do filme. Raramente vejo filmes da Disney. Mas vi esse qdo me disseram do que se tratava e me apaixonei. Mas confesso que essa questão dos faunos e magias e feiticeira e etc sempre me incomodou muito. Mas como eu sempre ouvi dizer que Lewis foi um dos maiores escritores cristãos do séc XX, dei um crédito. Achei que esse foi o meio que ele achou para encontrar o coração das crianças, pq antigamente não se tinha o entendimento que temos sobre essas coisas como temos hoje. Nunca me preocupei em estudar sobre o autor. MAs isso continuou me incomodando muito. Mas como todos sempre defenderam e disseram que ele era genial, e eu gosto do filme, a gente faz “vista grossa” :( Além disso, nunca achei ninguém para debater de fato sobre o assunto.
    Mas achei muito esclarecedor tudo que li, pois vi que não foi tirado “de trás da orelha”.
    Nem tudo que tem cara de santo e é febre nas livrarias evangélicas deve ser aceito de cara. Os de Bereia eram mais nobres por conferirem sempre tudo nas escrituras. Uma prova disso é o lixo da CAbana, que tem sido lido avidamente por milhares de crentes e recomendado por muitos pastores e é outra heresia sem tamanho que tb divulga o universalismo descaradamente e prega uma baboseira que está longe de ser algo de Deus. E tem muito crente dizendo: ai, que lindo!!! Eu mesmo publiquei no site da minha igreja um estudo sobre esse livro e fui duramente criticada por muitos. Aliás, Roberto, fica aí a sugestão pra uma próxima pauta, se é que vc ainda não o fez! ;)

  62. Roberto Aguiar Diz:

    Ana Maria me admira sua capacidade de ser honesta e franca diante de uma opinião crítica a algo que você gosta. A sua imparcialidade é incomum diante da maioria das pessoas. A maioria das pessoas são incapazes de aceitar critica sobre seu gosto pessoal, por isso torcem os fatos, mesmo que estes sejam comprováveis, para justificar e dar ares de legalidade as suas simpatias.

    Sempre defendi nesse blog que mudaria de opinião a qualquer momento, sobre qualquer post, quando alguém comprovasse através de fatos documentados, que determinada postagem estava equivocada. E para isso me baseava num fato simples: Quem procura a verdade se abre a esta, independente de onde venha, pois o fato em si deve calar a todos nós. Entretanto, na maioria das vezes é justamente o contrario o que vemos. Multidões de pessoas se levantam contra fatos comprováveis, tolamente, munidas unicamente de suas simpatias pessoais; o que é ridículo e vergonhoso em minha opinião.

    Por isso venho louvar a sua integridade de fé e discernimento cristão por se manter junta da verdade, mesmo quando essa ameaça o seu prazer pessoal. Saiba que você faz parte de uma pequena minoria.

    Deus continue te iluminando!

    Há propósito, já postei uma matéria sobre a cabana.

  63. Gabriel Pressato Diz:

    Acho que tem gente que inventa demônio em tudo. Ter um trabalho de escrever isso tudo lhe foi quase inútil. Parabéns.

  64. Roberto Aguiar Diz:

    Nobre Gabriel, por favor, não tente manipular a opinião alheia, fale apenas por você. A matéria é inútil com certeza, mas apenas para você. E ainda assim essa mesma inutilidade apontada por você é baseada em coisa alguma, muito diferente das conclusões da matéria.

  65. Junior Diz:

    vc q escreveu esse artigo é um idiota que nao teve sucesso na vida e fica inventando coisa
    dasquelas pessoas que tiveram
    isso se chama invenja

  66. “Invenja” @.@

    Discordo de muitas de suas afirmações, meu caro Roberto, e já é de seu conhecimento, porém, resolveu não levar adiante o debate, por algum motivo que desconheço.

    Porém, a chuva de falácias aí está fora de série rsrs

    É cada uma que me aparece

    @_@

  67. Roberto Aguiar Diz:

    Meu nobre samurai de nome engraçado, Você certamente está me tomando por outra pessoa. Jamais eu diria um tal absurdo como o que você insinuou, que eu teria dito que alguém sentia inveja de mim. E por um simples fato, eu não possuo nada que vala a pena ser invejado. Certamente você não irá encontrar essa idéia na minha fala. Reveja e reenvie ao destinatário correto.

    Quanto a sua concordância, ou a de qualquer outro para comigo, me é de pouca serventia pois faz tempo que desisti de buscar a aprovação de minha tribo como condição para que eu esteja bem comigo mesmo.

    Não levei avante seu comentário, porque sinceramente nem o notei. Não porque não vala a pena, mas porque na verdade são tantos, e na maioria repetitivos, que fica sem sentido formular a mesma resposta para 50 pessoas diferentes. Apenas isso!

    Quanto a chuva de falácias, desafio você que tem vocação meteorológica a elucidar!

  68. Well, me parece bem típico de “crente”… e lhe faço uma pergunta: Leu meu post por completo, ou me confundiu com alguém acima??

    Bom, pra esclarecer, sua falta de conhecimento e sua pompa de rei lhe induziram à uma interpretação errônea e infantil sobre meu nome, se quiser, posso lhe explicar com detalhes as origens que o formaram.

    Brincadeiras à parte, me decepcionei com seu último comentário, afinal, já é a segunda vez que tento iniciar uma conversa decente contigo e sou recebido mal interpretado, subjulgado e, novamente, à mercê de uma possível humilhação. [vindo de uma pessoa que se posiciona como cristão... bom podemos dizer que se conhece uma árvore pelos seus frutos, e não vou me estender neste aspecto, pois não é meu dever te julgar]

    Esclarecendo [novamente]: As falácias que me referi, nada mais eram do que os comentários acima de pessoas mal instruídas, que, possivelmente, nem deveriam ter postado um comentário por aqui e, em nenhum momento, eu afirmei que tu tiveste inveja de Lewis, mesmo porque não faz parte da minha essência, tentar ridicularizar alguém ou usar chacotas para atacar os interlocutores.

    Então, meu caro irmão, se quiser retirar o que disse acima, ficarei feliz em ignorar este incidente, pois não vejo necessidade alguma de brincarmos de “gato e rato”, como muitos “irmãos” fazem dentro das igrejas, tentando ver quem consegue humilhar mais o outro. Mas podemos retomar o debate o qual, posso lhe assegurar, que não estará buscando aprovação alguma de sua tribo, mas apenas cooperando para uma unificação de pensamentos e compartilhando informações e opiniões.

    Não afirmo mentiras, meu caro Roberto, não digo que seu post foi uma falácia porque, de fato, não o foi, mas posso detectar certos aspectos bastante incoerentes com a vida de Lewis. Não estou aqui para defendê-lo, mesmo porque não defendo homens falhos, como todos nós somos, mas defendo algumas das idéias de Lewis no tocante ao cristianismo, afinal, Paulo não nos disse pra “julgar todas as coisas e reter o que é bom” à toa…

    Fraternalmente em Cristo

    Kamisama to issho ni

  69. Só completando… eu recebi uma atualização por e-mail que está diferente do seu comentário postado aqui…

    Roberto Aguiar disse:
    “Meu nobre samurai, de nome obviamente esquisito, talvez mudando um pouco a ordem das palavras…uma mistura da iguaria espanhola Churros com o ato insano da cultura japonesa, o harakiri. Ficaria então, Shurros Harakiri San(Senhor em japonês)…”

    O resto está a mesma coisa, mas só pra esclarecer o motivo dos meus dois primeiros parágrafos, porque, realmente, se tu não tivesse dito isto, eles com certeza seriam desnecessários também…

  70. Roberto Aguiar Diz:

    Bem nobre samurai, você tem razão sobre o primeiro post. Eu o redigi, postei, e imediatamente conclui que fui desnecessariamente ácido. Retornei ao post, reeditei, retirando o desnecessário. Não foi por pobreza de conhecimento nem arrogância de Rei que não dei o significado correto do seu nome, pois jamais procurei fazê-lo. O que fiz foi um trocadilho com as palavras, ironizando-o. Um distempero para ser esquecido e perdoado, se for possível…

    Quanto a julgar, discordo de você. Essa conversa de que não se deve julgar nada mais é do que hipocrisia “in natura” de uma humanidade que pratica isso 24 horas por dia, “366” dias por ano. O julgamento é parte essencial da lógica, sendo assim, jamais alcançaríamos o conhecimento que possuímos se não julgássemos. O problema não está no julgar, mas no julgar mau. E você me julgou errado e isso ficou evidente no termo “crente”, num sentido pejorativo. Você me conferiu um rótulo inadequado. Eu passei do limite com você, e você me devolveu a “gentileza”. E mais, se a idéia dos frutos me cabe, tendo que usarmos pesos e medidas iguais, o seus frutos ficaram em evidência também, e também não combinam com a postura sensível e meiga que você vende sobre si mesmo eu seu blog. Acho que estamos quites!

    Sinceramente, o que parece ter havido foi um mau entendido. Veja bem, o que você deveria interpretar quando alguém endereça essas palavras a você?

    “Invenja” @.@
    Discordo de muitas de suas afirmações, meu caro Roberto, e já é de seu conhecimento, porém, resolveu não levar adiante o debate, por algum motivo que desconheço.
    Porém, a chuva de falácias aí está fora de série rsrs
    É cada uma que me aparece”

    Considerando essa mensagem, de quem meu caro Shu, eu deveria interpretar que seria a inveja? De quem eu deveria interpretar, seria a chuva de mentiras? Será que caberia a mais alguém alem de mim? É obvio que não!
    O texto acima é irônico e zombador, muito distante de um questionamento sério. E assim foi interpretado e respondido.

    Mas concordo com você. Vamos deletar o que passou e recomeçar. A parte infeliz do meu post foi retirada antes da sua solicitação para que eu o fizesse, provando minha discordância com minha própria atitude. Gostaria que você nos revelasse os “pontos incoerentes” com a vida de Lewis postados aqui. Gostaria de saber também qual a igreja que pertence se pertence.

  71. Pesos iguais, medidas iguas! Compreendo perfeitamente que não sou perfeito ^_^
    Devolvi a “gentileza” e acredito que nossos “erros” deram um jeito de tratar o “olho por olho” que aliás, gerou um terceiro erro coletivo de nossa parte rsrs.

    Bom, deixando de lado o que passou, já que me indagou sobre meu post, realmente eu estava sem tempo pra comentar, mas não resisti à quantidade de falácias comentadas [sim comentários e não post], não preciso citar nomes, mas alguns dos ‘comentaristas de plantão’ me fizeram o “favor” de acabar com a fama dos defensores de Lewis. E ainda, escrevendo erroneamente [invenja, no caso] e reescrevendo o comentário, sem fundamento, sem motivo, simplesmente liberando uma falácia perfeita em número e grau.

    Perdoe minha falta de detalhes no comentário ao qual você se referiu, mas em primeiro momento, critiquei a palavra “invenja”, logo em seguida, comentei um fato ocorrido há tempos, e depois, novamente retornei ao comentário sobre o “texto da invenja”.

    Foi algo que não faz a mínima diferença em um diálogo contigo, a idéia era mesmo ver se quem o escreveu, voltaria para acompanhar os comentários. [com certeza ele me atacaria logo de primeira]

    Voltando ao nosso assunto, bem vou continuar o post assim que chegar em casa, mais tarde, pois argumentos carecem de citações e pontos objetivos que possam ser identificados pelos interlocutores.

    Sobre a igreja, eu me afastei dos templos por um longo tempo, tentando entender os motivos das desavenças entre as diversas doutrinas, que se dizem cristãs.

    Mas logo estarei retornando, recebi as respostas que estava procurando, agora é meu dever “colocar-me na brecha do muro de Jerusalém”.

    Não me entenda mal, não defenderei Lewis, mesmo porque não posso defender um ser humano tão falho quanto eu. Falar em defender Lewis me faz lembrar de Benny Hinn e muitos outros “consagrados” cristãos exemplares. [que todos possuíam suas falhas duvidosas]

    Mas guardarei os devidos argumentos para mais tarde, o horário por aqui terminou.

    Nos veremos novamente em breve, meu caro.

    Fraternalmente em Cristo
    Kamisama to issho ni

  72. Nilson Diz:

    Tem tanta gente lendo coisa que não presta por aí e vc vem criticar o escritor de narnia(um dos melhores livros que já li), vai procurar estudar mais a biblia…
    Todo mundo tem defeitos…

  73. Roberto Aguiar Diz:

    Nilson, pela sua educação precária, por sua incapacidade de se comunicar, e por você dizer que Nárnia foi os dos melhores livros que você leu, eu é que não vou cair na tolice de te trazer um tema tão nobre e superior como a bíblia. Limite-se a Nánia, ela relativiza melhor com seu nível intelectual e cultural.

  74. Boa tarde!
    Rapá, vcs acreditam que eu lí esta página até o fim? Pois é, nem eu mesmo acreditei! Ufa acabou e agora dá pra colocar a minha opinião! rs
    Amados, nos últimos tempos tem acontecido tantos problemas envolvendo o corpo de Cristo(Igreja), que me leva a reflexão do quão está próximo a Sua Vinda.
    Rogo aos amados que pratiquemos o verdadeiro Cristianismo, conforme Ele mesmo ensinou:
    “A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo.” Tiago 1:27
    Estamos vivendo os últimos dias, e nestes últimos dias muitos serão enganados por falas bonitas, que confortam o coração. Mas por trás há tropeços e enganos.
    Parabéns ao Roberto na sua tentativa de tentar trazer a compreensão às pessoas, para acontecimentos nos últimos dias, que irão se infiltrar nas igrejas, e tirar o foco em Cristo de muitos. Sabemos que isso não será fácil, pois o inimigo está trabalhando a todo o vapor.
    Apenas um lembrete:
    Toda mensagem cai em diferentes terrenos. Umas brotam e outras morrem.
    “Um semeador saiu a semear a sua semente e, quando semeava, caiu alguma junto do caminho, e foi pisada, e as aves do céu a comeram;
    E outra caiu sobre pedra e, nascida, secou-se, pois que não tinha umidade;
    E outra caiu entre espinhos e crescendo com ela os espinhos, a sufocaram;
    E outra caiu em boa terra, e, nascida, produziu fruto, a cento por um. Dizendo ele estas coisas, clamava: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

    Esta é, pois, a parábola: A semente é a palavra de Deus;
    E os que estão junto do caminho, estes são os que ouvem; depois vem o diabo, e tira-lhes do coração a palavra, para que não se salvem, crendo;
    E os que estão sobre pedra, estes são os que, ouvindo a palavra, a recebem com alegria, mas, como não têm raiz, apenas crêem por algum tempo, e no tempo da tentação se desviam;
    E a que caiu entre espinhos, esses são os que ouviram e, indo por diante, são sufocados com os cuidados e riquezas e deleites da vida, e não dão fruto com perfeição;
    E a que caiu em boa terra, esses são os que, ouvindo a palavra, a conservam num coração honesto e bom, e dão fruto com perseverança.” Lucas 5:5-8;11-15.

    Grande Abraço para todos!

    Ps: Uma boa dica. Querem saber qual o verdadeiro caminho a seguir ante a tanta confusão, orem ao Papai e digam: “Senhor, quero te seguir, me conduz ao verdadeiro caminho(Cristo)”.

  75. Mateusanches Diz:

    Também li esta página por inteiro. Me intitulo Cristão, mas tenho uma queda por fantasia e idealismo. Sinto falta da réplica que Shu Hikari ficou devendo ao Roberto (já passa mas de 1 mês desde seu último post).
    Por acaso essa discussão continua em outro local?
    Continuo acompanhando as discussões sobre C.S.Lewis…
    Grato.

  76. Roberto Aguiar Diz:

    Não Mateus, a discussão ainda está por se desenrolar…

  77. Bom, depois de muuuito tempo… estou de volta às minhas atividades.

    No mais tarder, no domingo colocarei meu post. [ainda estou com uns problemas de tempo]

    Deus nos abençoe
    Kamisama to issho ni

  78. Roberto Aguiar Diz:

    Seja bem vindo nobre Shu Hikari!

  79. Bom, como o assunto é grande [e a postagem mais ainda xD] vamos por partes e desenrolamos o debate ao longo de nossa pequena jornada.

    Então, minha primeira indagação sobre o post é:
    Lewis, em algum momento, disse que suas publicações referentes à Narnia eram pra ser, de algum modo, comparadas à bíblia. Ele, inclusive, disse que de modo algum Aslan era pra ser comparado com Cristo, afirmando que Aslan representava uma figura da imaginação de Lewis [assim como toda Nárnia], em que ele colocaria características que ele acreditava serem de Cristo. [são coisas diferentes]

    Minha primeira pergunta é: Dizer que Aslan representa Cristo, não seria o mesmo que as palavras do próprio autor seriam afirmações falsas?

    Assim como todo homem [comum], Lewis também tinha seus defeitos. Assim como um pastor que pode ter uma queda incessante à pornografia, pode escrever belos conselhos ao povo cristão, e isto não fará com que os conselhos sejam menos válidos. [Paulo mesmo disse:"... julgai todas as coisas e retêm o que é bom..."]

    Não acho que as “tendências” [talvez mal interpretadas, principalmente levando-se em conta o fator cronológico, ou seja, quando ele se sentiu tentado e quando ele escreveu os livros] de Lewis ao “pecado” sejam um motivo para tornar suas palavras menos edificantes.

    Óbvio, assim como não concordo com toda a oratória [ou narrativa] de livros evangélicos, também não concordo com certas afirmações de Lewis, principalmente àquelas que se referem ao Tao e ao Cristianismo, mas isto também não invalida seus outros escritos.

    Minha segunda pergunta é:
    Como se pode, então, afirmar que as tentações [ao ocultismo, principalmente] de Lewis o “induziram” de alguma forma à colocá-las em seus livros, misturando-as com o verdadeiro Caminho à Deus, sendo que, o objetivo de muitos de seus livros, não era ser categorizado em livros religiosos? [geralmente os que favorecem o ocultismo - de Lewis - não foram os destinados à "categoria" Livros Cristãos]

    Assim como eu posso escrever livros por toda minha vida, em momentos onde eu estive nas “trevas”, isso pode influenciá-los. Mas em seguida, posso me “corrigir” e mudar meu caminho, escrevendo novos livros e, desta vez, edificantes e com uma visão “sem trevas”. [tentei exemplificar o que eu quis dizer com "cronológico" anteriormente, não sei se terei sucesso rsrs]

    Inicialmente, vamos pontuar o debate para não haver muitos ramos não resolvidos.

    Por hoje, é só ^_^

    Abraços à todos
    Kamisama to issho ni

  80. Roberto Aguiar Diz:

    Saudações a todos!

    Ok caro Shu, vamos agora calmamente dissecar o tema.

    Shu: Minha primeira pergunta é: Dizer que Aslan representa Cristo, não seria o mesmo que as palavras do próprio autor seriam afirmações falsas?

    Roberto: Sim! Seria colocar palavras na boca de Lewis. Entretanto temos que destacar dois pontos.

    1 – Em parte alguma da matéria o autor afirmou que Lewis tinha dito isso. O autor afirma que os crentes é que afirmam isso e ponto.

    2- Não fica meio esquisito da parte de Lewis, afirmar que um personagem não representa Cristo, mas que ele Lewis apenas colocou nesse personagem as características de Cristo? É só para mim ou vocês também encontram dificuldade de entender essa dicotomia? Isso tá parecendo trocar seis por meia dúzia…

    Shu: “Assim como todo homem [comum], Lewis também tinha seus defeitos. Assim como um pastor que pode ter uma queda incessante à pornografia, pode escrever belos conselhos ao povo cristão, e isto não fará com que os conselhos sejam menos válidos. [Paulo mesmo disse:"... julgai todas as coisas e retêm o que é bom..."]”

    Roberto: Algumas considerações:

    1 – Digamos que esse pastor dirija uma pequena igreja num bairro pobre de nossas cidades. Será que esse grande volume de compreensão e misericórdia seria oferecido a um ilustre e pobre desconhecido, ou o tratamento seria outro? Será que por Lewis ser uma celebridade cativante isso não esteja pendendo a balança para ele, produzindo reações que não surgiriam em outros casos?

    2- O fato do pastor ter queda por pornografia não retira a verdade de suas palavras, mas no entanto o descaracteriza e o desqualifica para o cargo que ocupa, caso ele não reconheça o seu erro, se arrependa e abandone. A coerência não é um artigo de luxo mas uma necessidade. Se eu prego o que não vivo, as minhas palavras podem até serem respeitadas, mas a minha pessoa não. Nesse caso minha vida, a despeito de minhas palavras, passa a ser uma propaganda enganosa. Essa lógica é comum no mundo desde sempre. Não encontramos em Lewis o tão valoroso e esperado retrocesso dos arrependidos.

    Shu: “Não acho que as “tendências” [talvez mal interpretadas, principalmente levando-se em conta o fator cronológico, ou seja, quando ele se sentiu tentado e quando ele escreveu os livros] de Lewis ao “pecado” sejam um motivo para tornar suas palavras menos edificantes”.

    Roberto: Você está enganado sobre a cronologia meu caro Shu, veja isso, “Observe que Lewis dizia que tinha problemas com aquele forte desejo pelo ocultismo desde que conheceu a supervisora na escola. Ele escreveu essa afirmação em 1955. Naquele tempo, ele já tinha escrito todos seus livros, exceto três (The Four Loves, Reflections on the Psalms, e A Grief Observed).”(parte da postagem).

    Shu, essa matéria em momento algum tenta provar que tudo que Lewis falou deva ser jogado no lixo. O que se faz aqui é comprovar o desvio espiritual, o abandono da fé cristã genuína para abraçar um sincretismo religioso por parte do Lewis. O fato de Lewis ter proferido verdades sem ter se entregue a elas tem tanta importância quanto a porcentagem de verdade proferida pelos fariseus. Veja isso,

    Disse Jesus sobre esse assunto, “Todas as coisas, pois, que os fariseus vos disserem que observeis, observai-as e fazei-as; mas não procedais em conformidade com as suas obras, porque dizem e não fazem; Mateus 23:3

    Shu: “Óbvio, assim como não concordo com toda a oratória [ou narrativa] de livros evangélicos, também não concordo com certas afirmações de Lewis, principalmente àquelas que se referem ao Tao e ao Cristianismo, mas isto também não invalida seus outros escritos”.

    Roberto: Você faz muito bem em discordar de alguns livros evangélicos, mesmo porque, o que move a maior parte do setor editorial evangélico atualmente não é o espírito de Deus, mas o mercado, a filosofia capitalista.

    Aqui o fato se repete, as afirmações de Lewis sobre o Tao e sobre as religiões pagãs não invalidam suas palavras verdadeiras mas invalida a fé cristã de Lewis. Porque? Porque se você afirma que as outras religiões são caminhos diferentes para o mesmo Deus, você nega as afirmações de Jesus que são extremamente claras sobre esse assunto, em contra partida, ratifica os outros caminhos que Deus classifica como malignos. Isso significa que você destrói toda a bíblia, por que toda a teologia bíblica está armada em cima de um caminho. Sendo assim, não existe mais sentido lógico para te chamar de cristão, porque o seu credo religioso não é mais cristão no sentido da palavra.

    Shu: “Assim como eu posso escrever livros por toda minha vida, em momentos onde eu estive nas “trevas”, isso pode influenciá-los. Mas em seguida, posso me “corrigir” e mudar meu caminho, escrevendo novos livros e, desta vez, edificantes e com uma visão “sem trevas”. [tentei exemplificar o que eu quis dizer com "cronológico" anteriormente, não sei se terei sucesso rsrs]”.

    Roberto: A bíblia é muito clara nas suas afirmações de como os deslizes devem ser interpretados. Não importa o tamanho, nem o tempo de duração do deslize. Se houver arrependimento e abandono da posição ruim, Deus não só perdoa como esquece. Tudo fica zerado. Não só pela cronologia, mas também pelas afirmações heréticas, fica evidente em sua história que Lewis em vez de abandonar o problema, tratou de se enterrar ainda mais nele.

  81. Roberto :
    1 – Em parte alguma da matéria o autor afirmou que Lewis tinha dito isso. O autor afirma que os crentes é que afirmam isso e ponto.

    2- Não fica meio esquisito da parte de Lewis, afirmar que um personagem não representa Cristo, mas que ele Lewis apenas colocou nesse personagem as características de Cristo? É só para mim ou vocês também encontram dificuldade de entender essa dicotomia? Isso tá parecendo trocar seis por meia dúzia…

    Shu:
    1 – Os crentes afirmam isso, logo seria uma “confusão espiritual” deles, não de Lewis [no tocante às Cronicas de Nárnia]

    2 – Nâo acredito que seja trocar seis por meia dúzia. Eu escrevo um livro e crio um personagem fictício, inspirado em você, por exemplo. Não quer dizer que eu o conheça tanto ao ponto de exemplificar perfeitamente como você seria em minha história, e nem as atitudes deste personagem terão, obrigatoriamente, de seguir suas atitudes. Ou seja, o personagem criado não tem relação com o ser real que foi motivo da inspiração.

    Agora, se eu digo que você estará em minha história, o coloco como personagem participante, se as ações do personagem não condizerem com sua personalidade, você pode [e deve] reivindicar tal ato, afinal, eu [autor] afirmei que você [sua personalidade] estaria em minha história.

    Roberto:
    1 – Digamos que esse pastor dirija uma pequena igreja num bairro pobre de nossas cidades. Será que esse grande volume de compreensão e misericórdia seria oferecido a um ilustre e pobre desconhecido, ou o tratamento seria outro? Será que por Lewis ser uma celebridade cativante isso não esteja pendendo a balança para ele, produzindo reações que não surgiriam em outros casos?

    Shu: Sim, a balança pesa pra ele devido à sua imensa fama, seus “títulos” e seu respeito por diversos “senhores” no assunto. “… à quem muito é dado, muito será cobrado…”

    2- O fato do pastor ter queda por pornografia não retira a verdade de suas palavras, mas no entanto o descaracteriza e o desqualifica para o cargo que ocupa, caso ele não reconheça o seu erro, se arrependa e abandone. A coerência não é um artigo de luxo mas uma necessidade. Se eu prego o que não vivo, as minhas palavras podem até serem respeitadas, mas a minha pessoa não. Nesse caso minha vida, a despeito de minhas palavras, passa a ser uma propaganda enganosa. Essa lógica é comum no mundo desde sempre. Não encontramos em Lewis o tão valoroso e esperado retrocesso dos arrependidos.

    Shu: Isso talvez se deva pelo fato de não o conhecermos. Eu só não acredito que há como julgar o comportamento de uma pessoa, simplesmente através de seus escritos. O autor não conversou com Lewis, não andou com ele. Mas o analisa simplesmente pelos seus inúmeros escritos. Posso me tomar como exemplo. Em meu blog, escrevo várias coisas, muitos sentimentos estão nas entrelinhas, mas isso não garante que, quem quer que os leia, possa simplesmente me interpretar por completo e dizer: “Ès um cristão” ou “Não és um cristão” . Eu costumo dizer que palavras são palavras, o coração é outra história. [quem o conhecerá? rsrs]

    O post, pelo que pude interpretar, nos instiga a não tomar como exemplo, os escritos de Lewis, denotando que o mesmo faz uma confusão espiritual absurda. Eu realmente não li todos os livros de Lewis mas, dos que li, consigo encontrar vários conselhos proveitosos, principalmente no “A abolição do homem” e nas Crônicas de Nárnia.

    A fantasia criada por ele nas Crônicas é a mesma criada por mim nos diversos contos que escrevo. E o que mais destaco em Nárnia, é o fato de Lewis ter dito claramente que não era um livro cristão, apesar de que ele mesmo ainda afirmou que não deixaria de colocar aspectos cristãos dentro do livro.

    É o mesmo que eu dizer que escreverei um livro de filosofia, e, dentro dele, adicionar similaridades com a minha fé cristã.

    Tenho belos exemplos de crianças que, ao verem Nárnia, fizeram comentários que realmente me instigaram a colocar Nárnia em um de meus livros favoritos. Em outras palavras, eu prefiro deixar meus filhos lerem Nárnia à lerem Harry Potter, ou Crepúsculo, ou ainda O Senhor dos Anéis. Embora eu creia que as próprias pessoas devam selecionar o que “é bom pra elas” e se abster daquilo que julgam não edificante. [afinal, o que é edificante pra mim - ex. rock cristão - pode não ter o mesmo efeito em outros tipos de pessoas - ex. meus avós ^_^ ]

    Sobre a cronologia, realmente me enganei neste quesito.
    Os livros de Lewis e sua “reviravolta” sobre ir e vir [digamos, desviar-se e retornar ao caminho] caminharam juntos.

    Gostei da citação sobre Jesus, nos dias de hoje isso faz um sentido estrondoso.

    Roberto:
    Aqui o fato se repete, as afirmações de Lewis sobre o Tao e sobre as religiões pagãs não invalidam suas palavras verdadeiras mas invalida a fé cristã de Lewis. Porque? Porque se você afirma que as outras religiões são caminhos diferentes para o mesmo Deus, você nega as afirmações de Jesus que são extremamente claras sobre esse assunto, em contra partida, ratifica os outros caminhos que Deus classifica como malignos. Isso significa que você destrói toda a bíblia, por que toda a teologia bíblica está armada em cima de um caminho. Sendo assim, não existe mais sentido lógico para te chamar de cristão, porque o seu credo religioso não é mais cristão no sentido da palavra.

    Shu:
    Este ponto é interessante pra mim, porém, não creio que faça parte deste debate [Lewis]. Mas gostaria de debater contigo acerca do assunto “Tao e religiões pagãs” [provavelmente coisa breve, mas gostaria de ouvir sua opinião], pois atualmente estou em um debate com um ateu e assuntos como este vieram à tona na conversa.

    Mas, completando a parte que toca em Lewis, neste assunto, realmente tens razão. Não seria cristão, um alguém que não crê que o único caminho seja Cristo. E Lewis, em muitos momentos, costuma se desligar desta relação para procurar a Deus de outras formas, incluindo orar à outors deuses como se atingisse a Deus da mesma forma [digamos indiretamente].

    Roberto: A bíblia é muito clara nas suas afirmações de como os deslizes devem ser interpretados. Não importa o tamanho, nem o tempo de duração do deslize. Se houver arrependimento e abandono da posição ruim, Deus não só perdoa como esquece. Tudo fica zerado. Não só pela cronologia, mas também pelas afirmações heréticas, fica evidente em sua história que Lewis em vez de abandonar o problema, tratou de se enterrar ainda mais nele.

    Shu:

    Bom, acredito que esta parte do debate está bem clara.

    Lewis não deixou de ter uma “dualidade” na crença, mas não deixou de publicar vários escritos edificantes [o lance dos fariseus]. Acho que nem carece de explicações.

    Agora o outro ponto sobre este texto é o fato de ser taxativo demais.

    Já afirmo [novamente] que não concordo plenamente com Lewis, assim como não o faço com escritores cristãos, pastores, etc

    Porém, concordo que o cristianismo têm se tornado muito taxativo.
    Antes de eu começar a debater contigo eu estava realmente afastado de templos.

    Fiz uma longa jornada em vários templos evangélicos, de todas as denominações que eu conhecia.

    Vi inúmeras diferenças nas formas de adoração, nas formas de se “nomear” a Deus e nas formas de se referir à Ele.

    O aspecto de se analisar o cristianismo morto e julgá-lo por ser diferente do que estamos acostumados foi a principal motivação desta caminhada.

    A busca pela essência de Deus. Em outras palavras, por que, dentre tantas diferenças nas igrejas evangélicas, Deus ainda se move em todas? [Deus realmente se move em todas?]

    Lewis associava vários aspectos cristãos à teosofia e, a meu ver, consegui retratar as dificuldades enfrentados pelos cristãos ao adorar a Deus [escrito naquelas cartas de um demônio à seu aprendiz].

    Nunca o tomei como exemplo de vida, aliás, é um conselho para todos os que estiverem lendo: Não tomem como exemplo de vida, homem algum além de Cristo. Os limites da imperfeição humana são bem evidentes quando se fala de qualquer autor, mesmo cristão, quando se analisa o comportamento deste.

    O que tento dizer é o seguinte: Muitos tentam ser taxativos demais, dizendo: “Fulano és do mundo, mas beltrano és cristão”

    A afirmação de João:
    “Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus.
    Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor.” [I Jo 4:7-8]

    A pessoa conhecer a Deus, não implica que ela seja salva [ salvação apenas por meio de Jesus, o Único Caminho], porém, o fato dela conhecer a Deus retira algumas barreiras, não?

    Acho que Lewis enxergava o Tao desta forma, apesar de eu ainda crer que ele foi longe demais e só defendo alguém naquilo em que eu concordo.

    Logo, não posso passar muito além de nárnia e de alguns dos escritos dele.

    Se eu me estender no que quero dizer, provavelmente sairemos do assunto Lewis, embora ele tenha opiniões à respeito, porém vamos concluir as “primeiras partes” antes.

    Abraços
    Kamisama to issho ni

  82. Gabriel Diz:

    Eu li as Crónicas de Nárnia, e sinceramente detestei o artigo. Você não tem mais o que fazer não. Poxa cara, As crónicas de Nárnia me ensinou muitas coisas. Sou evangelico e respeito as escolhas que os outros fazem no campo religioso, você falou mal das outras religiões, e a Bíblia fala que Deus deu livre arbitrio. Vai se ocupar em outra coisa, e vê se vpcê se vigia ao falar dos outros.

  83. Gabriel Diz:

    Vou concorda com de Shu, JESUS é um, não Aslam.

  84. Anônimo Diz:

    AHHH vai se ferrar!
    O livro é muito bom e vcs ficam falando bosta de um livro que nem, leram!
    Antes de falar algo sobre um livro, recomendo lê-lo primeiro!
    Sou católico e não tô nem aí! Leio Percy Jackson, Harry Potter, As Crônicas de Nárnia, etc… nunca li a Bíblia durante meu 13 anos!
    Enfim, mesmo ele querendo que Aslam fosse Jesus, e daí? Lewis gosta tanto de Jesus que queria fazer um personagem inspirado nele!
    Leia As Crônicas de Nárnia antes de escrever algo, sobre sobre o que não tem ideia do que seja!
    Caso não queira ler, DANE-SE!

  85. Gabriela Diz:

    Amoo nárnia de coração ♥
    maiis ñ concordo com oq disse o texto ‘ .. Magia e encantamentos ñ e nunca será ‘ é de Jesus Cristo

  86. Juniel Diz:

    Achei o post muito bem feito porem achei que o autor não foi irrelevante na hora de escrever tais coisas(roberto)

    Hoje em dia é moda achar ´´menssagens subliminares´´ em todo lugar,uma teoria muito confusa para mim,acho que na verdade devemos ver a obra do autor como um todo antes de criticar apenas alguns trechos…Um exemplo disso é:Há passagens da própria Bíblia que passam mais tempo falando sobre satanas do que de Deus e nem por isso a mesma é vista como livro satânico.

    Cuidado caro autor para não cinfundir as boas pessoas com suas palavras que muitas são frutos de seu conflito interno…

  87. Nathália Aamorim Diz:

    Bênção o texto, Roberto! Não entendo nada de ocultismo ou mitologia, mas já percebia algo muito estranho nas obras de Lewis. Não podemos deixar que coisas como essas invadam nossas mentes e minem nossa comunhão com o Senhor! Precisamos descobrir a essência do nosso Deus com os joelhos no chão e com a Sua palavra cravada em nossos corações. Tudo que passar do evangelho que nos foi dado é anátema!

  88. Jonathan Diz:

    Eu confesso que ao ler esse artigo fiquei meio incomodado :/ Mas é preciso analisar todos os lados de determinados assuntos para descobrirmos o real sentido de tudo.

    C. S Lewis é o pensador e autor cristão que eu mais admiro e me identifico. E tenho que dizer que não acredito na veracidade desse texto, até porque ele é visto apenas em blogs religiosos e tendenciosos.

    Eu, particularmente, posso pegar trechos da Bíblia e de outros livros para usar contra o que quiser, distorcendo a verdade e descartando o real contexto dos textos. Assim, as pessoas que lerem o meu suposto artigo, serão facilmente manipuladas.

    Li a bibliografia do autor, não vi nada que comprovasse que não era cristão. Sim, ele era ateu, mas se converteu ao cristianismo por volta de 1930.

    Não estou aqui para critica-lo, caro Roberto, tudo o que estou dizendo está de acordo com o meu ponto de vista pessoal.

    Quando eu me deparo com certas críticas envolvendo algo e/ou alguém, sempre analiso todas as fontes. Por exemplo, está escrito que Deus odeia o ocultismo e etc… Mas temos que entender que ele não odeia a magia em si, pois os anjos e demônios têm os mesmos poderes, pois foram criados pela mesmo Criador. Os demônios eram anjos que se corromperam e foram expulsos do céu. Hoje, existem pessoas que têm pactos com esses demônios e outras que as consultam. O que Deus odeia, na verdade, é a atitude e incredulidade de ambas essas pessoas.

    Se você estudar e analisar bem, os cristãos com dons espirituais também poderia ser chamados “bruxos” ou “magos”. Não há diferença de dons, mas sim, de deuses. Mas o problema é que, qualquer coisa relacionada a magia e fantasia hoje em dia é simplesmente julgada como “satânico”. Esse tipo de opinião mostra a ignorância, ou seja, a falta de conhecimento sobre determinado tema.

    Voltando a C. S. Lewis, vamos supor que ele envolveu-se com coisas que vão contra os princípios cristãos: considero isso apenas um ponto negro em sua vida – quantos de nós também não temos? Mas como diz a Bíblia, “examine tudo e retenha o bem”.

    Não sei bem se você, meu caro Roberto, entendeu a minha perspectiva. Se não foi de nenhum proveito pra você, peço que ignore isso.

  89. Camila de Oliveira Diz:

    Eu nao levo sorte mesmo, dessa vez nem comecei a ler “cristianismo puro e simples”
    desde q comecei a ler sem saber nada sobre o autor “evangelho maltrapilho” – Brennan Maning, nao corro mais o risco rs.
    obrigada por esse artigo, nao havia achado nada na internet q falasse sobre o carater de C.S Lewis, me ajudou muito…

    fico na palavra

    2 corintios 6:14-16

    Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?

    E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel?

    E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo.

    Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; E não toqueis nada imundo, E eu vos receberei;

    novamente obrigada! Deus abençoe a todos

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